Fenitoína x Ceftriaxona


Fenitoína é um anticonvulsivante que age estabilizando a membrana neuronal ao diminuir o influxo de sódio. Está indicada nas crises parciais simples e complexas, generalizadas, tônico-clônicas e estado epiléptico.

Ceftriaxona é um antibacteriano do grupo das cefalosporinas de 3ª geração, classificado por sua estrutura como um fármaco beta-lactâmico, possuindo atividade bactericida.

INTERAÇÃO: A ceftriaxona pode deslocar a fenitoína das ligações com as proteínas plasmáticas e assim aumentar as concentrações séricas do anticonvulsivante, elevando os riscos de exposição à sua toxicidade. Em uma situação como essa, existe a recomendação de se monitorar os níveis séricos de fenitoína livre nos pacientes que necessitem receber esta associação de fármacos.

Metotrexato x Sulfametoxazol/Trimetoprima


Metotrexato é um antagonista do ácido fólico com atividade citotóxica e imunossupressora
Sulfametoxazol/Trimetoprima é uma associação sinérgica de uma sulfonamida com a trimetoprima. Esta associação produz maior eficácia no tratamento antibacteriano em relação a uma sulfonamida usada isoladamente.

INTERAÇÃO: As sulfonamidas podem reduzir o clearance renal do metotrexato, o que representa perigo pois níveis séricos elevados de metotrexato podem elevar os riscos de supressão medular óssea e alterações hematológicas. As sulfonamidas podem ainda deslocar o metotrexato da ligação com proteínas plasmáticas, aumentando assim a sua concentração livre e elevando sua toxicidade.
A trimetoprima também interage nesta associação podendo elevar o risco de supressão medular óssea, devido aos efeitos aditivos ou sinérgicos no antagonismo do folato com o metotrexato.

É importante lembrar que há outras implicações envolvidas na alteração farmacocinética do metotrexato, por se tratar de um fármaco com elevada toxicidade potencial. Aqui foi relatada apenas uma das possibilidades.

Omeprazol x Ácido Acetilsalicílico


Omeprazol é um inibidor da H+/K+ATPase (bomba de prótons) usado no tratamento de úlceras gástricas, duodenais, refluxo gastroesofágico, entre outras indicações

Ácido acetilsalicílico é um AINE da classe dos salicilatos, utilizado por suas propriedades antiinflamatórias, antipiréticas e analgésicas, comum aos agentes deste grupo farmacológico, entre outras indicações

INTERAÇÃO: Nesta associação, um inibidor de bomba de prótons como o omeprazol pode reduzir a biodisponibilidade do AAS, e consequentemente os seus efeitos. O mecanismo sugerido envolve a supressão da secreção ácida proporcionada pelo omeprazol, que altera as condições do meio de absorção do AAS.

Carbidopa/Levodopa x Haloperidol


Levodopa é um precursor de dopamina utilizado no tratamento da Doença de Parkinson.

Haloperidol é um antagonista dopaminérgico (D2) usado no tratamento de psicoses.

INTERAÇÃO: Fármacos com ação antidopaminérgica como o haloperidol podem antagonizar os efeitos farmacológicos da levodopa, que é convertida em dopamina. Esta é uma interação interessante de comentar pois basta recordar o mecanismo de cada agente e pensar no que pode acontecer, pois são diretamente relacionados. Efeito aditivo depressor do sistema nervoso central poderá ocorrer.

CUIDADO: É importante lembrar que medicamentos da classe do haloperidol são contra indicados a portadores da Doença de Parkinson e, portanto, a associação deve mesmo ser evitada.

Prevenção de Problemas


- Fique alerta com os medicamentos que possuem baixo índice terapêutico ou que necessitam de níveis séricos específicos. Alguns exemplos são: glicosídeos digitálicos, varfarina, antimicrobianos aminoglicosídeos, teofilina e lítio.

- Não se esqueça de que há medicamentos que são indutores enzimáticos (ex: fenobarbital, carbamazepina, fenitoína) ou inibidores enzimáticos (ex: cimetidina, eritromicina, fluconazol), pois eles poderão interferir na eficácia de outros medicamentos.

- Analise sempre a farmacologia básica, considerando problemas esperados (depressão aditiva do sistema nervoso central, por exemplo) e tente imaginar o que poderá ocorrer quando uma associação se fizer necessária. Isso irá auxiliar na busca da alternativa mais segura.

- Considere que indivíduos idosos estão sob maior risco de apresentarem sintomas de interação, devido à redução das funções hepática e renal, fundamentais à farmacocinética.

- Tenha em mente que interações também se aplicam aos medicamentos isentos de prescrição e fitoterápicos, assim como a certos tipos de alimentos e drogas sociais como tabaco e álcool.

Interpretação e Intervenção


A detecção de uma interação medicamentosa pode não ser tão simples, sobretudo pela variabilidade observada entre os pacientes. Não se conhece muito sobre os fatores de predisposição ou proteção que determinam se uma interação ocorrerá, pois a susceptibilidade individual deve ser considerada. As variações tornam difícil prever o que poderá ocorrer se o paciente fizer uso de dois fármacos com potencial de interação.

Uma solução prática para este problema, sempre que possível, é buscar alternativas terapêuticas por meio da escolha de fármacos que não apresentem interação descrita em literatura. O melhor a se fazer é sempre evitar o uso concomitante de medicamentos que possuem potencial para interagir e causar sinergismo ou antagonismo.

Na ausência de opções de substituição, a manutenção da conduta ainda é possível sob determinados cuidados, já que a associação pode ser viável com ajustes na dose e monitoramento do paciente.

Interações Farmacodinâmicas


As interações farmacodinâmicas ocorrem nos sítios de ação dos fármacos, envolvendo os mecanismos pelos quais os efeitos desejados se processam. O efeito resulta da ação combinada das substâncias em receptores específicos ou em outros locais. 

Podem ocorrer respostas sinérgicas ou antagônicas, de forma que estas interações são relativamente comuns e requerem atenção contínua visando minimizar efeitos colaterais. A combinação de fármacos antimuscarínicos, por exemplo, aumenta a probabilidade de efeitos anticolinérgicos, tais como retenção urinária, boca seca e visão turva.

Um tipo de interação sinérgica no mecanismo de ação é o aumento do espectro bacteriano encontrado na associação de sulfametoxazol e trimetoprima, pois estes agentes produzem bloqueio sequencial de duas enzimas que catalisam estágios sucessivos da biossíntese do ácido folínico no microrganismo.

Diuréticos que reduzem as concentrações plasmáticas de potássio, como é o caso da furosemida, devem ser utilizados com cautela em pacientes que fazem uso de digoxina, pois alterações eletrolíticas poderiam elevar a sua toxicidade.




Interações Farmacocinéticas


As interações farmacocinéticas são aquelas que envolvem modificações nos processos de absorção, distribuição, biotransformação ou excreção dos fármacos utilizados em determinada conduta terapêutica. As interações deste tipo interferem na biodisponibilidade dos fármacos, alterando os picos de concentração e área sob a curva. Vejamos alguns fatores que participam de cada etapa que compõe o estudo da farmacocinética:

Absorção: alteração do pH gastrintestinal, lipossolubilidade, mecanismos de complexação, alteração na motilidade, grau de ionização e tempo de esvaziamento gástrico.

Distribuição: competição na ligação às proteínas plasmáticas e características concernentes ao volume de distribuição dos fármacos poderão determinar níveis plasmáticos e teciduais.

Biotransformação: os efeitos farmacológicos ou toxicológicos podem ser modificados por mecanismos de indução ou inibição enzimática envolvendo essencialmente o sistema citocromo P450.

Excreção: Alteração do pH nos túbulos renais, sendo que o aumento (alcalinização) irá favorecer a excreção de alguns fármacos e a diminuição (acidificação), de outros.

Definindo as Interações Medicamentosas


Para falarmos e pesquisarmos sobre as interações medicamentosas. é importante que se defina o seu conceito. Para isso, segue abaixo uma breve explicação formada por trechos retirados de um artigo da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos/MS.

Interação medicamentosa é evento clínico em que os efeitos de um fármaco são alterados pela presença de outro, constituindo causa comum de efeitos adversos. Quando dois medicamentos são administrados concomitantemente a um paciente, eles podem agir de forma independente ou interagirem entre si, com aumento ou diminuição de efeito terapêutico ou tóxico de um ou de outro.

O desfecho de uma interação medicamentosa pode ser perigoso quando promove aumento da toxicidade de um fármaco. Por exemplo, pacientes que fazem uso de varfarina podem ter sangramentos se passarem a usar um AINE sem reduzir a dose do anticoagulante.

Algumas vezes a interação reduz a eficácia de um fármaco, podendo ser tão nociva quanto o aumento. Por exemplo, tetraciclina sofre quelação por alimentos lácteos sendo excretada nas fezes sem produzir o efeito antimicrobiano desejado. Há também interações benéficas que são úteis, como por exemplo a de anti-hipertensivos e diuréticos.

As interações tendem a causar mais problemas nos idosos, público no qual o funcionamento dos rins e fígado é afetado, modificando a velocidade de eliminação dos fármacos.




Hidroclorotiazida x Escopolamina


Hidroclorotiazida é um diurético tiazídico que atua no túbulo distal reduzindo a reabsorção de sódio e cloreto, com perda também de potássio.

Escopolamina é um fármaco anticolinérgico com atividade espasmolítica sobre a musculatura lisa do trato gastrintestinal, geniturinário e vias biliares.

INTERAÇÃO: Agentes anticolinérgicos como a escopolamina podem aumentar a absorção e a biodisponibilidade de diuréticos tiazídicos como a hidroclorotiazida. O mecanismo relacionado é o retardo do trânsito gastrintestinal pela redução do peristaltismo provocada por anticolinérgicos. A importância clínica desta interação não é bem conhecida, mas pode ser necessário o maior acompanhamento do paciente hipertenso.




Furosemida x Metformina


Furosemida é um diurético que atua na alça de Henle, promovendo o aumento da excreção urinária de cloreto de sódio e potássio. É conhecido simplesmente como diurético de alça, por alusão ao seu sítio de ação.

Metformina é um antidiabético oral do grupo das biguanidas, exercendo sua ação através de diferentes mecanismos. O resultado obtido é a redução da glicemia pós-prandial e basal.

INTERAÇÃO: É encontrada em bula a informação de que a associação de metformina com diuréticos, especialmente os que são atuantes na alça de Henle, que é o caso da furosemida, poderá aumentar o risco de acidose lática. Alguns sintomas sugestivos desta condição clínica são: dor abdominal, cansaço, fraqueza, falta de ar e alteração na frequência cardíaca. É importante que se tenha atenção diante de qualquer desconforto causado pelo tratamento, para que a melhor alternativa seja encontrada.

Information about using furosemide x metformin:

Using furosemide together with metformin may increase the effects of metformin, which may lead to a life-threatening condition called lactic acidosis This can produce symptons like weakness, slow heart rate, muscle pain, shortness of breath and stomach pain.




Amoxicilina x Probenecida


Amoxicilina é uma penicilina da classe dos antibacterianos beta-lactâmicos
Probenecida é um agente uricosúrico que age diminuindo a reabsorção de ácido úrico e aumentando assim sua excreção

INTERAÇÃO: A probenecida pode aumentar as concentrações plasmáticas e a meia vida das penicilinas. O mecanismo é a inibição competitiva pela probenecida que interfere na secreção tubular renal das penicilinas.
Esta interação é explorada buscando acentuar o efeito antibacteriano das penicilinas.

CUIDADO: Pode ocorrer toxicidade e isto deve ser levado em conta caso uma dosagem alta de penicilina seja administrada por via intravenosa.

Fluoxetina x Ondansetrona


Fluoxetina é um inibidor seletivo da recaptação de serotonina (ISRS) utilizado no tratamento dos casos de depressão, transtorno obsessivo compulsivo (TOC) e outras patologias.

Ondansetrona é um fármaco indicado para prevenção e tratamento de náuseas e vômitos em geral, agindo como antagonista seletivo de receptores de serotonina subtipo 3 (5-HT3)

INTERAÇÃO: Houve um caso reportado onde a administração de ondansetrona a uma paciente em tratamento com fluoxetina e com sintomas depressivos controlados, gerou breve recaída sintomática. O mecanismo envolvido pode estar relacionado à redução da transmissão serotoninérgica, já que a fluoxetina inibe a recaptação deste neurotransmissor, porém a ondansetrona antagoniza seus efeitos, ainda que atue especificamente nos receptores 5-HT3.

Pacientes recebendo estes dois medicamentos simultaneamente devem ser observados quanto à possibilidade de recaída dos sintomas da depressão.

Additional information about interaction between fluoxetine x ondansetron:

Using ondansetron together with fluoxetine can increase the risk of a rare but serious condition called the serotonin syndrome. In addition, combining these medications can increase the risk of an irregular heart rhythm that may be serious and potentially life-threatening, although it is a relatively rare side effect. You may be more susceptible if you have a heart condition called congenital long QT syndrome, other cardiac diseases, conduction abnormalities, or electrolyte disturbances.




Paracetamol x Fenobarbital


Paracetamol é um analgésico e antitérmico que promove analgesia pela elevação do limiar da dor e redução da febre através de ação no centro hipotalâmico que regula a temperatura corporal.

Fenobarbital é um barbitúrico com ação anticonvulsivante e sedativa que exerce seu efeito através da ativação dos receptores GABA, facilitando a abertura dos canais de cloreto.

INTERAÇÃO: O risco existente nesta associação de fármacos é o da elevação do potencial hepatotóxico atribuído ao paracetamol, consequente da indução do sistema citocromo P450 produzida pelo fenobarbital. O paciente que fizer uso do anticonvulsivante deve ser orientado para que não se submeta ao risco de sofrer danos causados pela interação, principalmente se levarmos em conta que o paracetamol é um medicamento isento de prescrição e muito procurado nas drogarias.

Atorvastatina x Fluconazol


Atorvastatina é uma estatina utilizada no tratamento de dislipidemias que atua por inibição da enzima HMG- CoA redutase, reguladora da síntese de colesterol.

Fluconazol é um antifúngico triazólico cujo mecanismo de ação corresponde à inibição potente e específica da síntese fúngica de esteroides.

INTERAÇÃO: O fluconazol possui atividade inibidora do citocromo P450, de forma a interferir no metabolismo de fármacos como a atorvastatina, cujos níveis plasmáticos tendem a ficar elevados. A consequência esperada desta interação é a maior incidência de miopatias produzidas pelo efeito potencializado da atorvastatina, sendo que o mesmo se aplica à sinvastatina. Em casos mais acentuados, há risco de ocorrência de rabdomiólise.

Diltiazem x Diclofenaco


Diltiazem é utilizado no tratamento de angina e hipertensão arterial. Age como antagonista do cálcio, inibindo a entrada do íon na célula e produzindo o relaxamento da musculatura lisa.

Diclofenaco é um anti-inflamatório não-esteroidal (AINE) que possui como mecanismo de ação a inibição não seletiva de ciclo-oxigenase (COX), interferindo na biossíntese dos eicosanóides envolvidos em processos inflamatórios.

INTERAÇÃO: Inibidores da ciclo-oxigenase (COX) como o diclofenaco, podem atenuar os efeitos anti-hipertensivos de alguns bloqueadores dos canais de cálcio, como o diltiazem. O mecanismo está relacionado com a alteração do tônus vascular, dependente de prostaciclinas e de outros prostanoides originados pela ação da ciclo-oxigenase.

Além dos antagonistas do cálcio, outras classes de anti-hipertensivos também podem ter o efeito pretendido modificado pelo AINE.




Amicacina x Vancomicina


Amicacina é um antibacteriano aminoglicosídeo
Vancomicina é um antibacteriano glicopeptídeo

INTERAÇÃO: Quando administrados simultaneamente, glicopeptídeos como a vancomicina e aminoglicosídeos como a amicacina podem produzir efeitos aditivos nefrotóxicos ou neurotóxicos.

Captopril x Prednisona


Captopril é um anti-hipertensivo que age por inibição da enzima conversora de angiotensina (ECA), resultando na diminuição dos níveis de angiotensina II e aldosterona na circulação.

Prednisona é um corticosteroide utilizado em processos inflamatórios e manifestações alérgicas, possuindo também atividade imunossupressora.

INTERAÇÃO: Corticosteroides como a prednisona podem reduzir os efeitos dos anti-hipertensivos por produzirem retenção de sódio, elevando a pressão arterial e interferindo no tratamento com captopril e outros fármacos de mesma indicação terapêutica.

Ainda que a prednisona apresente maior atividade anti-inflamatória e menor retenção de sódio em relação à hidrocortisona, sua administração por períodos superiores a uma semana de tratamento poderá ocasionar interação.

Dexclorfeniramina x Amitriptilina


Dexclorfeniramina é um anti-histamínico de primeira geração que antagoniza os efeitos da histamina nos receptores H1.

Amitriptilina é um antidepressivo tricíclico que inibe a recaptação de serotonina e noradrenalina, apresentando também ação anticolinérgica acentuada.

INTERAÇÃO: Os anti-histamínicos de primeira geração, como é o caso da dexclorfeniramina, exercem efeitos nos receptores muscarínicos periféricos da acetilcolina, podendo produzir ação anticolinérgica aditiva quando usados simultaneamente com a amitriptilina.

Alguns sintomas que apontam atividade parassimpatolítica e sugerem a interação conforme sua intensidade são: visão turva, boca seca, taquicardia, constipação, retenção urinária e desorientação.




Atenolol x Formoterol


Atenolol é um antagonista dos receptores beta-1 adrenérgicos (betabloqueador seletivo) indicado no tratamento da hipertensão arterial, angina e arritmias.

Formoterol é um agonista beta-2 adrenérgico seletivo que induz o relaxamento do músculo liso brônquico em pacientes com obstrução reversível das vias aéreas.

INTERAÇÃO: Conforme descrição em bula, o uso concomitante destes fármacos pode reduzir a eficácia de ambos, uma vez que produzem efeitos opostos no organismo. Apesar da seletividade do atenolol para o antagonismo dos receptores beta-1 adrenérgicos em relação ao propranolol, a segurança do uso precisa ser associada à susceptibilidade individual.

Pacientes que são portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), ou que são acometidos por crises de asma e seguem tratamento com formoterol, precisariam de uma alternativa de outro grupo caso seja necessário fazer uso de anti-hipertensivo.

Drug Interaction: Atenolol x Formoterol

Using atenolol together with formoterol may reduce the benefits of both medications, since they have opposing effects in the body. In addition, atenolol can sometimes cause narrowing of the airways, which may worsen your breathing problems or trigger severe asthmatic attacks. You may not be able to use atenolol if you have frequent asthma attacks or severe asthma or COPD (chronic obstructive pulmonary disease), or you may need a dose adjustment and more frequent monitoring of your lung function to safely use both medications.




Penicilinas x Varfarina sódica


As penicilinas ocasionalmente podem potencializar o risco de sangramento em pacientes tratados com anticoagulantes orais. O mecanismo exato desta interação não é bem conhecido, porém é provável que as penicilinas interfiram no tempo de agregação plaquetária. Em estudos, pacientes recebendo penicilina G, ampicilina, piperacilina, amoxicilina, entre outros, apresentaram alterações no tempo de agregação.
Cuidados são recomendados se uma penicilina for prescrita durante o tratamento com anticoagulante oral. O INR deve ser checado frequentemente e a dose do anticoagulante deve ser ajustada.

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