Interpretação e Intervenção


A detecção de uma interação medicamentosa pode não ser tão simples, sobretudo pela variabilidade observada entre os pacientes. Não se conhece muito sobre os fatores de predisposição ou proteção que determinam se uma interação ocorrerá, pois a susceptibilidade individual deve ser considerada. As variações tornam difícil prever o que poderá ocorrer se o paciente fizer uso de dois fármacos com potencial de interação.

Uma solução prática para este problema, sempre que possível, é buscar alternativas terapêuticas por meio da escolha de fármacos que não apresentem interação descrita em literatura. O melhor a se fazer é sempre evitar o uso concomitante de medicamentos que possuem potencial para interagir e causar sinergismo ou antagonismo.

Na ausência de opções de substituição, a manutenção da conduta ainda é possível sob determinados cuidados, já que a associação pode ser viável com ajustes na dose e monitoramento do paciente.

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