Acidose Lática


Quando a produção de lactato e cátions H+ são superiores às suas remoções, há ocorrência do distúrbio metabólico identificado por acidose lática. Esta é a causa mais comum de acidose metabólica e a prevalência é de 1% entre adultos que são hospitalizados sem indicação de intervenção cirúrgica.

Cohen e Woods sugeriram, em 1976, a divisão entre os tipos A e B das situações clínicas que podem gerar acidose lática. No tipo A se incluem as seguintes situações: insuficiência cardiopulmonar, anemia profunda, hemorragias, sepse, malária, hipotensão e envenenamento por monóxido de carbono. 

Para a acidose lática do tipo B, podemos citar como causas algumas substâncias, tais como: biguanidas (metformina), etanol, sorbitol, salicilatos, isoniazida, niacina, entre outras. Além disso, também estão envolvidos alguns distúrbios, como por exemplo a hipoglicemia, convulsões, insuficiência renal, problemas hepáticos e problemas hereditários.

Não há um tratamento específico para a reversão deste distúrbio metabólico, sendo importante a avaliação caso a caso para que se procure corrigir o fator que originou o quadro de acidose.




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