Asma Aguda Grave (AAG)


A asma se define como uma doença inflamatória crônica das vias aéreas, tendo como alguns de seus sintomas a tosse, desconforto torácico, sibilância e dispneia. Apesar do maior conhecimento que se possui atualmente sobre esta patologia, há dados de mortalidade e gravidade nas crises, as quais não estão completamente elucidadas.

O termo AAG, que possui como significado asma aguda grave, recebendo também o nome de estado de mal asmático, designa crises que não são aliviadas no período de 30 a 60 minutos após a utilização de broncodilatador. A AAG pode apresentar-se ainda de forma refratária, na qual, apesar da terapia farmacológica, há evolução para insuficiência respiratória.

O diagnóstico clínico de uma crise asmática não apresenta dificuldade, devido ao quadro constituído pelos sintomas citados anteriormente. Um aspecto importante é o diagnóstico diferencial, pois não se pode ignorar a possibilidade de outra patologia associada e que exigirá tratamento específico, citando como exemplo a pneumonia.

As metas do tratamento são as de impedir a morte por asfixia, evitar a insuficiência respiratória aguda, obter a melhora da função pulmonar e evitar recidivas. Além dos grupos de fármacos comumente empregados na terapia, tais como os agonistas beta-2 adrenérgicos, corticosteroides, anticolinérgicos e xantinas, no caso de asma aguda grave há necessidade de oxigenação imediata.




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