Populações Especiais de Pacientes


Quando os fármacos são administrados às populações de pacientes que são particularmente vulneráveis aos seus efeitos, algumas precauções e adaptações são necessárias. Vejamos alguns casos:

Recém-nascidos e crianças: por conta do peso e do alto percentual de água corporal, recém-nascidos e crianças precisam de dosagens adaptadas que devem levar em consideração também a idade e o estágio de desenvolvimento.

Mulheres grávidas e em período de amamentação: durante a gestação, a placenta age como uma barreira entre os sistemas circulatórios da mãe e da criança; essa barreira, no entanto, não é muito eficiente quando se trata de fármacos. Na amamentação, moléculas de fármacos podem passar da corrente sanguínea para o leite materno.

Pacientes com comprometimento hepático e renal: tanto o fígado quanto os rins são importantes no témino da ação dos fármacos. Alterações na biotransformação e na excreção podem levar ao acúmulo de fármaco no organismo, de forma que ajustes na dosagem serão requeridos.

Idosos: Este grupo de indivíduos exige cuidados especiais, levando em consideração as alterações produzidas no organismo, com consequente redução na função de órgãos importantes na atuação dos fármacos. Além disso, a polimedicação é uma característica particular, assim como a baixa cooperação com os esquemas de tratamento propostos.




Nenhum comentário:

Postar um comentário

Os artigos mais populares