Vias Parenterais


O termo parenteral encontra sua origem no grego, possuindo os significados de "além" e "énteron", o segundo correspondendo a intestino. A junção destes vocábulos proporciona a ideia de algo que é realizado fora do trato gastrintestinal, com a utilização de outra via que não seja a digestória.

A aplicação da via parenteral é útil no caso de fármacos instáveis no TGI e também os que apresentam difícil absorção. Além disso, considera-se a administração parenteral em pacientes inconscientes e quando há necessidade do início rápido de ação de um fármaco.

As três principais vias parenterais são a intramuscular (IM), subcutânea (SC) e intravenosa (IV), mas  é importante ressaltar que estas não são as únicas.

A via IM é frequentemente escolhida para fármacos que não podem ser admnistrados por via oral, seja por motivo de absorção lenta, interação com alimentos ou degradação pelo suco gástrico. A via SC constitui um método de administração utilizado para agentes que podem ser dissolvidos em pequenos volumes, sem provocar lesão no local de aplicação. A via IV é a mais comum, utilizada para a obtenção de efeitos imediatos e concentrações sistêmicas exatas.




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