Atualização no Tratamento do Colesterol


A forma como os pacientes com hipercolesterolemia (níveis elevados de colesterol) são tratados desde 2013 passou por mudanças baseadas em estudos. Pesquisas prévias mostraram que as estatinas são efetivas em reduzir riscos cardiovasculares em 20 a 30% dos pacientes quando apenas o LDL, que corresponde ao "colesterol ruim", é usado como parâmetro, de forma que foi preciso ampliar a visão sobre o tema.

Atualmente faz-se mais do que analisar o LDL isoladamente. A busca agora consiste em identificar os pacientes que apresentam risco de um evento cardiovascular nos próximos 10 anos, para então proceder ao tratamento farmacológico.

As estatinas não são eficazes em toda a população que apresenta hipercolesterolemia. Mesmo que alguns pacientes tenham o LDL elevado, caso o risco cardiovascular seja baixo, a prescrição não é vantajosa. Considera-se mais útil o emprego das estatinas em indivíduos com histórico de infarto, insuficiência cardíaca ou AVC, ou ainda naqueles que apresentam múltiplos fatores de risco, não apenas o LDL acima da normalidade. Entre estes fatores, podemos considerar obesidade, diabetes, hipertensão e tabagismo.

Fonte: http://www.mdsaude.com


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