Pílula do dia seguinte: funcionamento e efeitos colaterais


No Brasil a pílula mais utilizada é composta por levonorgestrel, o qual corresponde a uma progesterona sintética cuja ação contraceptiva emergencial consiste em três mecanismos: inibição da ovulação, impedimento da fertilização do óvulo pelo espermatozoide e, por fim, impede o alojamento do óvulo fecundado no útero.

Considerando os mecanismos citados, a inibição da ovulação é o mais importante e é também o motivo pelo qual deve-se tomar a pílula o quanto antes após uma relação. Basicamente a pílula altera o ciclo menstrual e antecipa o momento da menstruação.

É um medicamento seguro, desde que utilizado corretamente, sem relatos de efeitos colaterais graves. Náuseas e vômitos são os efeitos adversos mais comuns, assim como desregulação da menstruação no primeiro mês após o tratamento.

Outros efeitos  possíveis (pouco frequentes) incluem tonturas, fadiga, dor de cabeça, sensibilidade nos seios e dor abdominal. Em caso de vômito nas primeiras duas horas após a administração, a repetição do esquema é sugerida.

Fonte: http://www.mdsaude.com




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