Propranolol na Gravidez e Amamentação


O propranolol, assim como outros betabloqueadores, se enquadra na categoria de medicamentos que o FDA chama de Categoria C. Isso significa que estudos em animais demonstraram efeitos adversos no feto, porém não há estudos controlados em fetos de seres humanos; e que o uso na gravidez deve ser determinado pela relação risco-benefício. Exemplos de possíveis riscos de efeitos adversos no recém-nacido: problemas pulmonares, cardíacos e prematuridade.

Considerando o uso de betabloqueadores no tratamento preventivo da enxaqueca, a relação risco/benefício deve ser estudada muito cuidadosamente. Mudanças-chave no estilo de vida aliadas a tratamentos não farmacológicos, tais como acupuntura ou massoterapia, podem ser opções eficazes de tratamento preventivo a serem experimentadas.

A maioria dos betabloqueadores passa, em maior ou menor grau, para o leite materno. Entre este grupo de fármacos, o risco é menor com o propranolol. A Academia Americana de Pediatria considera o uso do propranolol como sendo “geralmente compatível com a amamentação”. Isso, contudo, não exclui a necessidade de avaliação caso a caso.

Fonte: enxaqueca.com.br


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Os artigos mais populares