A dor na prática clínica


A International Association for the Study of Pain (Associação Internacional para o Estudo da Dor) define a dor como “uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada ao dano tecidual real ou potencial ou descrita em termos de tal lesão”. A distinção entre os tipos de dor é importante, uma vez que as causas e o tratamento de cada tipo de dor podem variar.

A dor é classificada em diversas categorias, de acordo com mecanismos fisiológicos, mecanismos neuroquímicos, duração e gravidade, localização anatômica, sistema envolvido, bem como causas e características temporais, embora essas categorias não sejam universalmente uniformizadas. A dor pode ser classificada em duas categorias fisiológicas: nociceptiva ou neuropática. A dor nociceptiva resulta da estimulação de receptores específicos da dor (também denominadas de nociceptores), em resposta a estímulos térmicos, mecânicos ou químicos.

Esta categoria pode ser subdividida em duas outras, a somática e a visceral, em função de quais receptores ou nervos estejam envolvidos. A dor somática é geralmente bem localizada, afetando tecidos como a pele, músculos, articulações, ossos e ligamentos. A dor visceral, por outro lado, é geralmente mais difusa e menos localizada, sendo frequentemente descrita como vaga ou profunda.

A dor neuropática decorre do sistema nervoso periférico e central, como resultado da atividade neural anormal causada por doenças ou lesões no sistema nervoso, podendo persistir na ausência das mesmas. As causas mais comuns da dor neuropática incluem degeneração, inflamação, infecção e pressão nervosa. As características clínicas da dor neuropática podem variar muito de paciente para paciente e podem ser desafiadoras no tratamento.

Fonte: files.bvs.br

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