Intervenção do Profissional Farmacêutico


O papel paliativo ou curativo de um medicamento não se limita somente à acessibilidade. Deve ser acompanhado de informações apropriadas, sejam verbais ou escritas, com intervenção de forma decisiva na sua utilização no intuito de minimizar os riscos previsíveis. Dentro deste contexto, pode ser dito que um medicamento é a soma do produto farmacêutico com a informação sobre o mesmo.

O farmacêutico perante a sociedade tem a corresponsabilidade pelo bem estar do paciente, privilegiando a saúde e trabalhando para que a qualidade de vida não seja comprometida por um problema evitável, decorrente de uma terapia farmacológica. Faz-se necessário atentar ao uso racional, de forma que os pacientes recebam os medicamentos para a indicação apropriada nas doses, nas vias de administração e no tempo de tratamento adequado; orientando as possíveis reações adversas e contraindicações.

O farmacêutico é o último profissional da saúde que tem contato direto com o paciente depois da decisão médica. Desta forma, dentro do sistema de saúde, representa umas das últimas oportunidades de identificar, corrigir ou reduzir possíveis erros associados à terapêutica.

Com efeito, diversos estudos demonstraram diminuição significativa do número de erros de medicações e reforçaram a ideia de que a intervenção farmacêutica reduz o número de eventos adversos, aumenta a qualidade assistencial e diminui os custos hospitalares.

Fonte: revista.oswaldocruz.br


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