Impacto da maconha sobre doenças (Parte 2)


1. Dor crônica

Alguns estudos em seres humanos e animais pequenos mostram que os canabinoides pode ter um “efeito analgésico substancial”. Em meados do século XIX, pessoas os utilizavam amplamente para o alívio da dor. Alguns medicamentos à base de cannabis como Sativex estão sendo testados em pacientes com esclerose múltipla e usados para tratar a dor do câncer.

O medicamento foi aprovado no Canadá e em alguns países europeus, mas, por mais que possa ser importado sob condições especiais, ainda não pode ser vendido no Brasil. Em outro teste envolvendo 56 pacientes humanos, os cientistas observaram uma redução de 30% na dor em indivíduos que fumavam maconha.





2. Doença de Crohn

Em um pequeno estudo piloto de 13 pacientes assistidos por mais de três meses, os pesquisadores descobriram que inalar a cannabis melhorou a vida de pessoas que sofrem de colite ulcerativa e doença de Crohn – ambas doenças inflamatórias intestinais. Ajudou a aliviar a dor que os pacientes sentiam, além de limitar a frequência de diarreia e ajudar com o ganho de peso.


3. Epilepsia

Os primeiros testes feitos com o extrato da maconha medicinal do Centro Médico Langone da Universidade de Nova York mostraram uma redução de 50% na frequência de certas convulsões em crianças e adultos. Ao todo, 213 pacientes estiveram envolvidos nesta pesquisa recente.





4. Glaucoma

O glaucoma é uma das principais causas de cegueira. Os cientistas analisaram o impacto do THC sobre esta doença no nervo óptico e descobriram que ele pode reduzir a pressão ocular, mas também pode reduzir a pressão arterial, o que pode prejudicar o nervo óptico devido a um fornecimento de sangue reduzido. Um pequeno estudo descobriu que o THC também pode ajudar a preservar os nervos.


5. Esclerose Múltipla

Usar a maconha ou alguns dos produtos químicos da planta pode ajudar a prevenir espasmos musculares, dores, tremores e rigidez, de acordo com estudos em estágio inicial e principalmente observacionais envolvendo animais, testes de laboratório e um pequeno número de pacientes humanos.

Fonte: Hype Science




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