Médicos são contrários à vacinação em farmácias


O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) vê com preocupação a nova regulamentação em estudo pela Anvisa, que pretende liberar a venda e aplicação de vacinas em estabelecimentos farmacêuticos do país.

De acordo com a entidade médica, tal medida pode trazer grandes riscos para a saúde da população, além de comprometer a cobertura vacinal, considerada a mais completa e abrangente do mundo.





O Cremesp afirma que as vacinas necessitam de armazenamento específico, com aparelhos de alta sensibilidade e refrigeração contínua, como determinado pelo Manual do Ministério da Saúde para garantir a eficácia do produto. A ausência destes procedimentos representa grande risco de inviabilizar os estoques de centenas ou milhares de vacinas.

Para a entidade, seria necessário implicar a responsabilidade da Vigilância Sanitária na intensa fiscalização dos estabelecimentos, assegurando a adequação física dos espaços, garantindo a efetividade do produto e a segurança do paciente.

Além disso, o Cremesp afirma ser imperioso que estes estabelecimentos tenham um fluxo ágil e eficiente para o encaminhamento de pacientes aos serviços médicos em casos de intercorrências.

Fonte: Cremesp


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