Mitos e Verdades sobre Medicamentos Isentos de Prescrição


Consumir medicamentos sem prescrição é automedicação e é perigoso.

MITO. O termo automedicação é confundido com a autoprescrição, que é a prática incorreta de comprar e usar medicamentos tarjados sem a prescrição. Para que um medicamento seja aprovado pelas autoridades sanitárias como MIP, deve ter alto perfil de eficácia e, principalmente, segurança, que envolve características como baixo potencial de toxicidade e risco, reações adversas com causalidades conhecidas e reversíveis após a sua suspensão, baixo potencial de interações e período curto de uso.

O uso consciente de MIPs é parte do conceito de autocuidado.

VERDADE. O conceito estabelecido pela Organização Mundial da Saúde é a maneira como a população estabelece e mantém a própria a saúde e como previne e lida com as doenças. O autocuidado envolve questões como higiene, nutrição, estilo de vida, fatores ambientais e socioeconômicos e o uso responsável de medicamentos.





Os MIPs podem ser usados sem orientação.

MITO. Para que o uso seja consciente, o profissional de saúde (muitas vezes o farmacêutico) deve orientar o paciente quanto aos benefícios e efeitos adversos dos medicamentos, posologia, duração do tratamento, modo de ação, contraindicações e interações.

MIPs são os medicamentos que ficam fora do balcão.

VERDADE. O uso de medicamentos isentos de prescrição é papel importante no direito que o consumidor exerce de fazer escolhas conscientes a respeito da própria saúde. Para que ele possa optar pelo melhor tratamento para si, as farmácias devem investir em uma correta exposição dos fármacos ao alcance da população e organizados por princípio ativo.

Fonte: Bayer


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