Assistência farmacêutica mais eficaz é comum ao redor do mundo, mas no Brasil depende de regulamentação


Mais de metade dos pacientes brasileiros (53%) não segue corretamente os tratamentos indicados por seus médicos; 26% afirmam ter dificuldades para fazer consulta de retorno por conta da agenda dos especialistas, fila de espera e custo; e outros 23% afirmam que abandonaram as medicações prescritas devido ao incômodo causado por efeitos colaterais.

Os dados são de pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião e Estatística (Ibope) encomendada pela Associação Brasileira de Redes de Drogaria e Farmácias (Abrafarma). Os dados revelam que, em todo o País, os sistemas público e privado de saúde não são suficientes para garantir que o paciente assuma compromisso com o tratamento de sua saúde de acordo com as orientações médicas.





No entanto, há uma ação que depende do governo federal e que pode ampliar a estrutura disponível para pacientes acompanharem sua saúde e o tratamento de doenças: regulamentar, por meio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Lei 13.021/2014, que autoriza ao farmacêutico aplicar vacinas e realizar o acompanhamento da saúde do paciente por meio de exames rápidos que avaliam indicadores-chave para cada condição.

A tecnologia para que farmacêuticos possam assumir o papel de acompanhar e incentivar o paciente a acompanhar seus indicadores biológicos já existe: equipamentos e dispositivos para testes rápidos, que permitem a leitura instantânea de diversos dados sobre mais de 100 categorias de doenças.

Fonte: Bayer


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