Depressão: O Mal do Século


Os brasileiros acreditam, de modo geral, ter maior conhecimento sobre a doença do século: a depressão. Contudo, falta informação e muitos possuem concepção equivocada do problema. A depressão deve ser desmistificada, ao invés de ser encarada com preconceito, carregando rótulos como: "frescura", "uma fase que logo passa" ou, ainda, "doença de preguiçosos".

Trata-se de distúrbio afetivo manifestado por sintomas emocionais e físicos, com presença de apatia, pessimismo e baixa autoestima, que aparecem com frequência e podem combinar-se, interferindo na habilidade do indivíduo para trabalhar, estudar, comer, dormir e apreciar atividades antes agradáveis.

Estudos apontam que o aumento da depressão pode estar relacionado com a vida que se leva nas grandes cidades, com alta urbanização associada a privações sociais. Segundo a OMS, São Paulo é a cidade com maior índice de perturbações mentais no mundo.

A depressão pode aparecer em todas as idades e em ambos os sexos ou classes sociais. De acordo com dados obtidos, a doença é muito mais representativa nas pessoas mais jovens, com maior incidência em 25% dos entrevistados na faixa etária de 18 a 29 anos de idade, seguido por pessoas entre os 30 e 39 anos de idade que apresentam índice de 23%.

Fonte: Bayer Notícias




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