Relação entre álcool e câncer


Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que a cada ano 8,8 milhões de pessoas morrem de câncer, sendo que dois terços dessas mortes são em países de baixa e média renda. No Brasil, a estimativa para 2016 e 2017 aponta cerca de 600 mil novos casos de câncer, sendo os cânceres de próstata (61 mil) em homens e mama (58 mil) em mulheres os mais frequentes.

Progressos e fortalecimentos no diagnóstico precoce por meio da oferta de tratamento e diagnóstico básico para todos são algumas medidas para que os países enfrentem o avanço da doença. Entretanto, outro agente deve ser observado nesse contexto: o uso excessivo de álcool está associado ao maior risco de desenvolvimento de determinados tipos de câncer, sendo inclusive apontado como responsável por 5,8% das mortes causadas por esta doença no mundo.

O alerta é do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), organização não governamental que se destaca como principal fonte sobre saúde e álcool do País. Segundo o especialista em dependência química e presidente executivo da entidade, Dr. Arthur Guerra, esta relação é tema recorrente nas pesquisas científicas, sendo identificado que o consumo excessivo de álcool é fator implicado em maior risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como de cavidade oral, faringe, laringe, fígado, esôfago, mama e colorretal.

"É consenso que quanto maior a quantidade de álcool ingerida, maior é o risco. Mas há outros fatores que, quando somados ao uso pesado de bebida alcoólica, potencializam esse risco, como o tabagismo e a influência genética", explica Dr. Guerra.

Fonte: Bayer Notícias




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