Psicose anfetamínica


Um usuário crônico de anfetamina acaba desenvolvendo sinais físicos, comportamentais e mentais da toxicidade ou efeitos perigosos da droga. A mais extrema manifestação de intoxicação por anfetamina é um estado paranoide chamado de “psicose anfetamínica”. Durante essa fase, o indivíduo passa a suspeitar de todos e imagina que as pessoas estão preparando armadilhas para pegá-lo. Seu estado de saúde e de higiene pessoal se deterioram.

O comportamento geral é de nervosismo, irritabilidade e inquietação devido à constante estimulação provocada pela droga. O indivíduo aparenta confusão mental e a qualquer momento pode se tornar violento, agredindo fisicamente a si ou a quem estiver próximo; se o uso for continuado, pode ter crises de alucinações.

O indivíduo intoxicado por anfetamina não se convence que a droga é responsável por suas percepções, estado de alerta constante, curiosidade e medos incontroláveis. As pessoas que passam pela psicose anfetamínica revelam alucinações visuais e auditivas que não se confundem com as provocadas pelo L.S.D. e nem pela esquizofrenia. A característica encontrada mais frequente na psicose anfetamínica é a ocorrência de alucinações táteis; a pessoa acredita possuir vermes ou insetos em seu corpo.

Nos casos mais graves o usuário diz que sente os cristais de anfetamina sob a pele. Está sempre se coçando, se arranhando, se fere, chega a usar facas e navalhas para permitir a saída dos bichos do corpo. Chega a ser relativamente comum a confusão entre esquizofrenia paranóide e psicose anfetamínica e, essa confusão teve início nos anos 50, quando as pessoas eram hospitalizadas e tratadas de esquizofrenia por mais de três anos, até com eletrochoques, mas continuavam ingerindo anfetaminas, agravando, dessa forma, a psicose.

Fonte: producao.usp.br




Problemas da partição de comprimidos


Partir comprimido não é um procedimento adequado para o sucesso do tratamento e pode, inclusive, provocar uma intoxicação. No entanto, a partição de medicamentos é comumente praticada pelos pacientes e, esporadicamente, pelos profissionais de saúde. Os motivos que levam à divisão de comprimidos incluem a necessidade de ajuste da dose, a facilidade de deglutição dos comprimidos partidos e a economia financeira.

Vale informar aos pacientes que o processo de partição é impreciso, levando frequentemente à obtenção de partes de tamanho desigual e perda de parte da massa do comprimido. Dessa forma, a divisão de comprimidos pode afetar a dose da medicação e, consequentemente, a resposta terapêutica.

Além disso, há comprimidos com revestimentos que exercem funções. Isso ocorre, por exemplo, no caso do chamado revestimento entérico, que protege alguns medicamentos que, quando em contato com o líquido ácido do estômago, sofrem alterações, perdendo imediatamente sua ação terapêutica. Ou seja, o revestimento, nesse caso, garante a passagem íntegra do comprimido pelo estômago, chegando intacto ao intestino, onde irá se dissolver e iniciar sua ação.

Fonte: Bayer Notícias




Ginkgo biloba e aumento da libido


O ginkgo biloba é uma erva que pode agir como estimulante sexual ao melhorar o fluxo sanguíneo, mas não só por esta razão. Há também aumento de oxido nítrico, substância que auxilia no relaxamento da musculatura peniana, facilitando a ocorrência e a duração das ereções.

Foram demonstrados resultados positivos em alguns ensaios clínicos que buscaram associar o uso da erva ao aumento da libido masculina, o que pode estar, em parte, diretamente relacionado à autoestima pela melhoria do desempenho sexual. Contudo, o aumento da libido se produz também nas mulheres e o motivo, para ambos, é o aumento da circulação sanguínea nas zonas erógenas quando há o consumo da substância antes de uma relação.

Apesar de vantagens que o ginkgo biloba possa proporcionar à saude, e não somente no campo da sexualidade, efeitos colaterais e indesejáveis também devem ser considerados. Sendo assim, o modo mais seguro de consumo, quando for o caso, é aquele acompanhado de orientação profissional.

Fontes: jornalciencia.com / ifortalezabrasil.com


Efeitos Anticolinérgicos


Os efeitos anticolinérgicos são causados por medicamentos que bloqueiam a ação da acetilcolina. A acetilcolina é um mensageiro químico (neurotransmissor) liberado por uma célula nervosa que transmite um sinal a uma célula nervosa vizinha ou a uma célula situada em um músculo ou glândula. A acetilcolina ajuda as células a se comunicarem umas com as outras.

A acetilcolina ajuda a memória, a aprendizagem e a concentração. Ela também ajuda a controlar o funcionamento do coração, dos vasos sanguíneos, vias aéreas, órgãos urinários e digestivos. Os medicamentos que bloqueiam os efeitos da acetilcolina podem interromper o funcionamento normal desses órgãos.

Muitos medicamentos habitualmente usados têm efeitos anticolinérgicos. A maioria desses medicamentos não foi concebida para apresentar esses efeitos indesejáveis. Efeitos anticolinérgicos incluem os seguintes: confusão mental; visão turva; constipação intestinal; boca seca; sensação de desmaio iminente e perda do equilíbrio; dificuldade para começar a urinar. No entanto, os medicamentos anticolinérgicos também podem ter efeitos úteis, como controlar tremores e náusea.





Os idosos são mais propensos a sofrer efeitos anticolinérgicos, visto que, com a idade, a quantidade de acetilcolina no corpo diminui. Consequentemente, os medicamentos anticolinérgicos bloqueiam uma porcentagem alta de acetilcolina, já que o envelhecimento do corpo é menos capaz de usar a pouca acetilcolina presente.

Além disso, as células em muitas partes do corpo (como o trato digestivo) têm menos lugares onde a acetilcolina pode atacar. Como resultado, os médicos normalmente tentam evitar usar medicamentos com efeitos anticolinérgicos em idosos, se possível.

Fonte: msdmanuals.com




Novos medicamentos para Hepatite C


Dois medicamentos novos aprovados pela Anvisa vão ampliar as opções para o tratamento da hepatite C no Brasil.

O primeiro é o medicamento Zepatier, uma associação em dose fixa dos princípios ativos elbasvir e grazoprevir. O medicamento será produzido, na forma de comprimido revestido, na concentração de 50mg de elbasvir e 100mg de grazoprevir.

O produto é indicado para administração por via oral em adultos uma vez ao dia, para o tratamento da hepatite C crônica (HCC) genótipos 1 ou 4 em adultos.

O segundo registro da Anvisa foi para o medicamento Harvoni que é uma associação entre os princípios ativos ledipasvir e sofosbuvir. O Harvoni será utilizado por via oral em adultos e uma vez por dia. O Harvoni é indicado, em combinação ou não com ribavirina, para o tratamento da Hepatite C Crônica (HCC) genótipo 1 em adultos.

Fonte: 24horasnews.com.br


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