Cientistas testam terapia genética que funciona como 'vacina' contra câncer


Uma substância que, ao entrar no corpo, seja capaz de tratar um tumor maligno já existente e, também, prevenir que o paciente volte a desenvolver a doença. Essa terapia genética que faz as vezes de 'vacina' é o que buscam pesquisadores de todo o mundo, alguns com resultados já promissores em laboratório.

Um desses estudos, com foco em câncer de pele, é desenvolvido há seis anos no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP). Agora, os cientistas de lá conseguiram comprovar em camundongos que a 'vacina' criada por eles conseguiu curar a doença em 30% dos casos e que, de todos os animais tratados, 40% não voltaram a desenvolver câncer, mesmo depois de tomar injeções de células com o tumor. 

O tumor investigado no estudo é o melanoma, tipo mais agressivo de câncer de pele. Aliás, grande parte das pesquisas que trabalham com terapia genética para estimular o próprio sistema imunológico a eliminar o câncer centram seus esforços no melanoma. Isso acontece porque, embora ele represente apenas 3% dos cânceres de pele, tem alto risco de gerar metástase, quando o tumor se espalha para outro órgão.

Fonte: Bayer Notícias




Farmácias e drogarias já podem aplicar vacinas


Farmácias e drogarias de todo o país já estão autorizadas a vacinar usuários em seus estabelecimentos. A regra passou a valer nesta última quinta-feira (28/12), com a publicação, no Diário Oficial da União, da Resolução nº 197/2017 da Anvisa.

O documento esclarece as unidades interessadas no serviço e traz as normas para adequação de ambientes, procedimentos e profissionais, visando a obtenção das autorizações para vacinar pessoas.

Dentre as normas estabelecidas pela resolução, estão a exigência de inscrição no Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES), disponibilizar o calendário nacional de vacinação e os tipos de medicamentos disponíveis aos clientes.

Outro requisito é o de possuir, no estabelecimento, sala especial com o aparato para aplicar medicamentos de imunização. Obrigatória também é a presença de profissional habilitado ao manuseio e aplicação das vacinas.

Fonte: Bayer Notícias




Suscetibilidade individual - Toxicologia


A variabilidade da resposta biológica em função da suscetibilidade de cada indivíduo é um fator importante em Toxicologia. Existem situações em que exposições iguais determinam respostas iguais e outras nas quais se observam respostas diferentes.

Por exemplo, para dois trabalhadores que desempenham funções iguais durante 30 anos e, portanto, expostos no mesmo ambiente e nas mesmas condições, é possível que apenas um deles desenvolva uma enfermidade determinada pela exposição aos agentes presentes no ambiente de trabalho. Nenhuma pessoa é igual à outra e, portanto, as respostas tóxicas podem variar entre indivíduos.

Como são observadas respostas diferentes dentro de uma população da mesma espécie, espera-se que ocorram diferenças importantes nas respostas entre indivíduos de espécies diferentes. Essas diferenças interindividuais devem-se a diferenças metabólicas que podem ser determinadas pelo estado fisiológico ou pela estrutura genética do organismo.

Portanto, a suscetibilidade do organismo está mais diretamente interligada aos processos toxicocinéticos e toxicodinâmicos, que correspondem às fases II e III da intoxicação.

Fonte: ebah.com.br




Eficácia de medicamentos esbarra em variações genéticas


Cerca de um terço de todos os medicamentos existentes no mercado ligam-se ao mesmo tipo de receptor no corpo humano, o chamado GPCR, sigla em inglês para "receptor acoplado à proteína G". Ocorre que uma parte da população - 3% em uma média para todos os medicamentos - possui esses receptores tão geneticamente diferentes que eles geram respostas alteradas, ineficazes ou mesmo adversas aos medicamentos.

"Os 3% da população afetada representam uma média. Para alguns receptores importantes é muito mais. Por exemplo, as mutações relevantes ocorrem em 69% das pessoas no receptor GLP1, que é o alvo do medicamento para diabetes, e em 86% das pessoas no receptor CNR2, que é usado como alvo de medicamentos para aliviar a náusea induzida pela quimioterapia. Mas, é claro, não podemos conhecer o genoma de cada pessoa e, portanto, são estimativas baseadas nos conjuntos de dados disponíveis," detalhou o professor da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, Alexander Hauser.

"Isso pode significar que o medicamento simplesmente funciona de forma menos eficiente. E também pode significar que o medicamento não funciona de forma alguma ou provoca efeitos adversos nos pacientes," acrescentou o professor do Laboratório de Biologia Molecular de Cambridge, no Reino Unido, e coautor da análise, Madan Babu.

Fonte: Bayer Notícias




Mitos e verdades sobre acne


1. "Tenho acne pois não me alimento corretamente": MITO.

Algumas evidências científicas demonstram que alimentos com elevado índice glicêmico e o leite, geralmente do tipo integral, quando consumidos em excesso podem contribuir para o agravamento de quadros de acne em determinados grupos. Entretanto, é importante deixar claro que para a maioria das pessoas a relação entre a acne e a dieta ainda não está totalmente estabelecida, devendo ser avaliada caso a caso.

2. "Acne tem cura": VERDADE.

A acne tem tratamentos que variam de acordo com o grau de acometimento, localização e condições do paciente. "O diagnóstico deve ser feito pelo dermatologista, mas, em geral, os tratamentos incluem produtos para o controle da oleosidade, medicamentos e procedimentos como limpeza de pele, entre outros. Essas são informações gerais e cada paciente deverá ser avaliado individualmente".

3. "Se os pais tiveram acne, os filhos também terão": MITO.

A acne é uma doença da unidade pilossebácea e possui várias causas, dentre elas, os fatores genéticos ainda não foram totalmente elucidados. Entretanto, pelas evidências científicas atuais, parece que a influência genética é muito importante, principalmente nos quadros mais graves. Pode acontecer uma maior probabilidade de filhos de pais com acne grave também apresentarem o quadro em menor ou maior grau, mas isso não é uma regra.

4. "Se mexer, pode piorar": VERDADE.

Cutucar os espremer as espinhas e cravos, sem o auxílio de um especialista, pode deixar manchas e cicatrizes na pele, difíceis de serem removidas. Não devemos mexer em lesões inflamadas por conta própria. Além de piorar o quadro de inflamação, o local poderá ficar mais sensível e poderá haver o aparecimento de manchas e cicatrizes.

5. "Não preciso tratar a acne pois é algo passageiro, com o tempo vai desaparecer": MITO.

A acne é uma dermatose crônica e o diagnóstico precoce ajuda a prevenir o aparecimento de cicatrizes e manchas. Por isso, é fundamental buscar orientação médica logo no início do quadro.

Fonte: Bayer Notícias




Psicose anfetamínica


Um usuário crônico de anfetamina acaba desenvolvendo sinais físicos, comportamentais e mentais da toxicidade ou efeitos perigosos da droga. A mais extrema manifestação de intoxicação por anfetamina é um estado paranoide chamado de “psicose anfetamínica”. Durante essa fase, o indivíduo passa a suspeitar de todos e imagina que as pessoas estão preparando armadilhas para pegá-lo. Seu estado de saúde e de higiene pessoal se deterioram.

O comportamento geral é de nervosismo, irritabilidade e inquietação devido à constante estimulação provocada pela droga. O indivíduo aparenta confusão mental e a qualquer momento pode se tornar violento, agredindo fisicamente a si ou a quem estiver próximo; se o uso for continuado, pode ter crises de alucinações.

O indivíduo intoxicado por anfetamina não se convence que a droga é responsável por suas percepções, estado de alerta constante, curiosidade e medos incontroláveis. As pessoas que passam pela psicose anfetamínica revelam alucinações visuais e auditivas que não se confundem com as provocadas pelo L.S.D. e nem pela esquizofrenia. A característica encontrada mais frequente na psicose anfetamínica é a ocorrência de alucinações táteis; a pessoa acredita possuir vermes ou insetos em seu corpo.

Nos casos mais graves o usuário diz que sente os cristais de anfetamina sob a pele. Está sempre se coçando, se arranhando, se fere, chega a usar facas e navalhas para permitir a saída dos bichos do corpo. Chega a ser relativamente comum a confusão entre esquizofrenia paranóide e psicose anfetamínica e, essa confusão teve início nos anos 50, quando as pessoas eram hospitalizadas e tratadas de esquizofrenia por mais de três anos, até com eletrochoques, mas continuavam ingerindo anfetaminas, agravando, dessa forma, a psicose.

Fonte: producao.usp.br




Problemas da partição de comprimidos


Partir comprimido não é um procedimento adequado para o sucesso do tratamento e pode, inclusive, provocar uma intoxicação. No entanto, a partição de medicamentos é comumente praticada pelos pacientes e, esporadicamente, pelos profissionais de saúde.




Os motivos que levam à divisão de comprimidos incluem a necessidade de ajuste da dose, a facilidade de deglutição dos comprimidos partidos e a economia financeira.

Vale informar aos pacientes que o processo de partição é impreciso, levando frequentemente à obtenção de partes de tamanho desigual e perda de parte da massa do comprimido. Dessa forma, a divisão de comprimidos pode afetar a dose da medicação e, consequentemente, a resposta terapêutica.





Além disso, há comprimidos com revestimentos que exercem funções. Isso ocorre, por exemplo, no caso do chamado revestimento entérico, que protege alguns medicamentos que, quando em contato com o líquido ácido do estômago, sofrem alterações, perdendo imediatamente sua ação terapêutica. Ou seja, o revestimento, nesse caso, garante a passagem íntegra do comprimido pelo estômago, chegando intacto ao intestino, onde irá se dissolver e iniciar sua ação.

Fonte: Bayer Notícias

Ginkgo biloba e aumento da libido


O ginkgo biloba é uma erva que pode agir como estimulante sexual ao melhorar o fluxo sanguíneo, mas não só por esta razão. Há também aumento de oxido nítrico, substância que auxilia no relaxamento da musculatura peniana, facilitando a ocorrência e a duração das ereções.

Foram demonstrados resultados positivos em alguns ensaios clínicos que buscaram associar o uso da erva ao aumento da libido masculina, o que pode estar, em parte, diretamente relacionado à autoestima pela melhoria do desempenho sexual.




Contudo, o aumento da libido se produz também nas mulheres e o motivo, para ambos, é o aumento da circulação sanguínea nas zonas erógenas quando há o consumo da substância antes de uma relação.

Apesar de vantagens que o ginkgo biloba possa proporcionar à saude, e não somente no campo da sexualidade, efeitos colaterais e indesejáveis também devem ser considerados. Sendo assim, o modo mais seguro de consumo, quando for o caso, é aquele acompanhado de orientação profissional.

Fontes: jornalciencia.com / ifortalezabrasil.com

Efeitos Anticolinérgicos


Os efeitos anticolinérgicos são causados por medicamentos que bloqueiam a ação da acetilcolina. A acetilcolina é um mensageiro químico (neurotransmissor) liberado por uma célula nervosa que transmite um sinal a uma célula nervosa vizinha ou a uma célula situada em um músculo ou glândula. A acetilcolina ajuda as células a se comunicarem umas com as outras.

A acetilcolina ajuda a memória, a aprendizagem e a concentração. Ela também ajuda a controlar o funcionamento do coração, dos vasos sanguíneos, vias aéreas, órgãos urinários e digestivos. Os medicamentos que bloqueiam os efeitos da acetilcolina podem interromper o funcionamento normal desses órgãos.

Muitos medicamentos habitualmente usados têm efeitos anticolinérgicos. A maioria desses medicamentos não foi concebida para apresentar esses efeitos indesejáveis. Efeitos anticolinérgicos incluem os seguintes: confusão mental; visão turva; constipação intestinal; boca seca; sensação de desmaio iminente e perda do equilíbrio; dificuldade para começar a urinar. No entanto, os medicamentos anticolinérgicos também podem ter efeitos úteis, como controlar tremores e náusea.





Os idosos são mais propensos a sofrer efeitos anticolinérgicos, visto que, com a idade, a quantidade de acetilcolina no corpo diminui. Consequentemente, os medicamentos anticolinérgicos bloqueiam uma porcentagem alta de acetilcolina, já que o envelhecimento do corpo é menos capaz de usar a pouca acetilcolina presente.

Além disso, as células em muitas partes do corpo (como o trato digestivo) têm menos lugares onde a acetilcolina pode atacar. Como resultado, os médicos normalmente tentam evitar usar medicamentos com efeitos anticolinérgicos em idosos, se possível.

Fonte: msdmanuals.com




Novos medicamentos para Hepatite C


Dois medicamentos novos aprovados pela Anvisa vão ampliar as opções para o tratamento da hepatite C no Brasil.

O primeiro é o medicamento Zepatier, uma associação em dose fixa dos princípios ativos elbasvir e grazoprevir. O medicamento será produzido, na forma de comprimido revestido, na concentração de 50mg de elbasvir e 100mg de grazoprevir.

O produto é indicado para administração por via oral em adultos uma vez ao dia, para o tratamento da hepatite C crônica (HCC) genótipos 1 ou 4 em adultos.

O segundo registro da Anvisa foi para o medicamento Harvoni que é uma associação entre os princípios ativos ledipasvir e sofosbuvir. O Harvoni será utilizado por via oral em adultos e uma vez por dia. O Harvoni é indicado, em combinação ou não com ribavirina, para o tratamento da Hepatite C Crônica (HCC) genótipo 1 em adultos.

Fonte: 24horasnews.com.br


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