Desabastecimento de Geodon®


O grupo Wyeth/Pfizer disponibilizou comunicado informando que, em 05 de julho de 2018, notificou à Anvisa a possibilidade de o medicamento Geodon® (ziprasidona) na apresentação de 40 mg passar por desabastecimento temporário.

O motivo consiste em atraso nos processos de produção e importação do produto. Caso o desabastecimento se confirme, a previsão de normalização é para o mês de agosto.

Fonte: pfizer.com.br


Amazon entra no mercado farmacêutico e poderá preocupar líderes varejistas do setor


Há algum tempo a Amazon vinha se preparando para entrar no setor da saúde. Depois de ter se juntado à Berkshire Hathaway e à JPMorgan para criar um negócio que tem o potencial de promover uma reforma no sistema de saúde norte-americano, a empresa liderada por Jeff Bezos adquiriu a PillPack, uma farmacêutica que opera exclusivamente online.

Esta aquisição vem reforçar a posição da Amazon enquanto possível grande concorrente do setor, mostrando que a gigante de e-commerce está pronta para ter um impacto mais direto e comercial no setor da saúde durante os próximos anos.

A entrada da Amazon neste mercado pode representar uma preocupação direta aos grandes varejistas farmacêuticos, os quais provavelmente precisarão observar os passos que este gigante dará para não se deixarem suplantar. Este movimento de uma grande empresa com domínio em e-commerce não deixa de gerar a dúvida quanto à possibilidade de grandes mudanças na área.

Fonte: linktoleaders.com


Medicamentos Descontinuados Novartis


A Novartis emitiu comunicado informando submeter notificação de descontinuação de produtos à Anvisa. A empresa orienta os pacientes a procurarem seus médicos para que alternativas terapêuticas sejam discutidas para sequência de tratamento.

Aqueles que tiverem dúvidas poderão entrar em contato pelo serviço de atendimento ao consumidor, por telefone ou e-mail (encontrados no site da Novartis).

Confira a lista de produtos: Medicamentos Descontinuados

Fonte: novartis.com.br


Vírus nipah pode causar pandemia global


Um recente surto do vírus nipah no sul da Índia renovou o interesse por esse patógeno ainda pouco conhecido, que apresenta uma taxa de mortalidade de até 70% dos infectados e não tem vacina ou cura.

Descoberto há 20 anos, o nipah ainda é um vírus pouco estudado e, por isso, pouco conhecido. Como surgiu em uma das regiões mais pobres do mundo, já nasceu como causador de doenças negligenciadas. Agora, especialistas afirmam que o comportamento do vírus na natureza e entre os humanos tornaram-no o candidato mais forte para uma indesejada próxima epidemia global.

O vírus Nipah - ou NiV - geralmente se espalha de morcegos ou porcos para os humanos e mata quase três quartos dos infectados. No atual surto no sul da Índia, o vírus já matou cerca de 20 pessoas, com dezenas de casos adicionais confirmados. Outros países da região também já registraram casos, embora em menor número.




Parece haver cepas do patógeno capazes de se espalhar de pessoa para pessoa, o que aumenta as chances de uma epidemia se espalhar rapidamente entre as comunidades densamente povoadas do sul da Ásia.

Quem está emitindo este alerta é o epidemiologista Stephen Luby, da Universidade de Stanford (EUA). Ele é um dos poucos especiaistas no mundo todo a estudar o vírus.

Fonte: Diário da Saúde

Metformina pode reduzir riscos de câncer


Pesquisadores brasileiros descobriram recentemente que o uso de metformina, medicamento utilizado no tratamento da diabetes, pode reduzir o risco de câncer de cabeça e de pescoço. Segundo o estudo publicado na revista Oral Oncology, a diminuição foi de 60% entre os participantes com maior risco para a doença, como pessoas que bebiam mais de 40 gramas de álcool por dia (cerca de três latas de cerveja) e consumiam mais de 40 maços de cigarro por ano.

“Estudos anteriores já haviam mostrado uma associação entre diabetes, uso de metformina e uma redução no risco de outros tipos de câncer, como pulmão, cólon e pâncreas. No caso dos tumores de cabeça e pescoço, porém, os dados existentes na literatura científica eram muito contraditórios. Por isso decidimos investigar melhor”, contou Victor Wünsch Filho, professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP), durante o congresso Next Frontiers to Cure Cancer, organizado pelo A.C. Camargo Cancer Center.




Para a análise do caso-controle, os cientistas investigaram inicialmente 1.021 portadores de câncer de cabeça e pescoço, que foram divididos em cinco grupos: cavidade oral, orofaringe, hipofaringe, laringe e orofaringe/hipofaringe não especificado. Já o grupo de controle analisou 1.063 voluntários que não tinham a doença.

Esses participantes foram selecionados entre pessoas que estavam no hospital para visitar pacientes internados ou que buscaram atendimento para tratar problemas sem relação com o câncer, como, por exemplo, fraturas, doenças de pele, trato urinário ou questões oftalmológicas.

Fonte: Veja

Antimicrobiano + Vitamina C: resultados positivos contra câncer


Um grupo de pesquisadores da Universidade de Salford (Inglaterra) descobriu que a mistura de vitamina C (ácido ascórbico) com doxiciclina tem boa eficácia no combate a tumores. Além de matar as células cancerígenas, o composto também pode impedir que elas reapareçam.

Durante três meses os cientistas testaram a mistura em culturas de células-tronco cancerígenas. A técnica se mostrou 100 vezes mais eficiente do que outra substância testada no tratamento de câncer, a 2-Desoxi-D-Glicose (2-DG).

O coquetel cítrico ataca as fontes de energia das células com câncer. Uma vez que os tumores podem alternar entre diferentes formas de buscar energia, o objetivo da medicação é matar essa versatilidade, fazendo com que o câncer só consiga utilizar glicose.




A mistura, por si só, já causa a morte de um bom número das células tumorais. Para acabar com as restantes, os cientistas utilizam a vitamina C isolada posteriormente, buscando paralisar o funcionamento das mitocôndrias das células que permaneceram vivas.

Segundo os pesquisadores, os resultados são promissores para ensaios clínicos visando funcionar como um complemento às terapias mais convencionais para prevenir a recorrência tumoral, assim como a progressão da doença e metástase.

Fonte: infowebbie.com/scienceupdate

Da Administração de Medicamentos nas Farmácias e Drogarias


Art. 74. Fica permitida a administração de medicamentos nas farmácias e drogarias no contexto do acompanhamento farmacoterapêutico.

Parágrafo único. É vedada a administração de medicamentos de uso exclusivo hospitalar.

Art. 75. Os medicamentos para os quais é exigida a prescrição médica devem ser administrados mediante apresentação de receita e após sua avaliação pelo farmacêutico.

§1º O farmacêutico deve entrar em contato com o profissional prescritor para esclarecer eventuais problemas ou dúvidas que tenha detectado no momento da avaliação da receita.




§2º A data de validade do medicamento deve ser verificada antes da administração.

Art. 76. Os medicamentos adquiridos no estabelecimento, a serem utilizados na prestação de serviços de que trata esta seção, cujas embalagens permitam múltiplas doses, devem ser entregues ao usuário após a administração, no caso de sobra.

§1º O usuário deve ser orientado quanto às condições de armazenamento necessárias à preservação da qualidade do produto.

§2º É vedado o armazenamento em farmácias e drogarias de medicamentos cuja embalagem primária tenha sido violada.

Art. 77. Para a administração de medicamentos deverão ser utilizados materiais, aparelhos e acessórios que possuam registro, notificação, cadastro ou que sejam legalmente dispensados de tais requisitos junto à Anvisa.


Mecanismo de ação dos opioides ainda pode ser desconhecido


Fica cada vez mais claro por que os medicamentos opiáceos, ou opioides, usados no tratamento da dor, se tornaram uma epidemia responsável por milhares de mortes por overdose e mau uso em todo o mundo: Porque os cientistas simplesmente não sabem adequadamente como eles funcionam.

Alguns pesquisadores já haviam alertado que não há evidências científicas suficientes para o uso dos medicamentos opioides. No ano passado, uma equipe alemã mostrou que os opioides não são mediados exclusivamente pelos receptores no cérebro, mas também através da ativação de receptores nas células imunológicas.

Agora, a equipe da Dra Nora Volkow, do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas (NIDA) dos EUA descobriu que, ao contrário do que os cientistas acreditavam, opioides como a morfina e a oxicodona atuam também dentro dos neurônios.




O que se descobriu agora é que os polêmicos medicamentos produzem seus efeitos ligando-se a receptores dentro dos neurônios. Quando os pesquisadores usaram uma nova sonda molecular para testar os medicamentos, eles descobriram que os opioides usados clinicamente também se ligam a receptores que não são alvo para os opioides naturais do corpo. E isso faz uma grande diferença.

Essa diferença entre a forma como os medicamentos opioides e os opioides naturais interagem com as células nervosas pode ajudar a desenvolver analgésicos que não produzam dependência ou outros efeitos adversos, como os produzidos pela morfina e outros medicamentos opioides, escreve a equipe em seu artigo, publicado na revista Neuron.

Fonte: Diário da Saúde


Nova atualização sobre Atensina®


A Boehringer Ingelheim do Brasil comunicou, nesta segunda-feira (18/06), que no momento não está disponível o medicamento Atensina® comprimidos, na concentração de 0,200 mg, indicado para o tratamento da hipertensão arterial. O reabastecimento gradual dessa concentração é esperado ao longo do segundo semestre deste ano.

A empresa esclarece que as alternativas terapêuticas devem ser discutidas individualmente pelos pacientes junto a seus médicos, ressaltando que o medicamento está disponível nas concentrações de 0,100 mg e 0,150 mg.

Fonte: boehringer-ingelheim.com.br


Antiácidos são associados a sintomas depressivos


De acordo com um estudo publicado no Journal of American Medical Association, cerca 37% dos adultos americanos podem, sem saber, manifestar sintomas de depressão ou ainda sofrerem recaídas, caso já tenham passado por tratamento deste transtorno, ao consumirem medicações que agem suprimindo a acidez estomacal.

O estudo é baseado nos padrões de medicação de mais de 26.000 adultos entre 2005 e 2014. As informações foram coletadas como parte da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição.

As informações quanto à classe de medicamentos que está mais atribuída a esta questão ainda não é clara, mas envolve os inibidores da bomba de prótons (ex: omeprazol), anti-histamínicos H2 (ex: ranitidina) e também antiácidos comercializados como MIPs, os quais a maioria da população considera inofensivos e não raramente os utiliza sem critérios.




A pesquisa não considerou, no entanto, se os pacientes tinham histórico médico de depressão ou se a condição em que estavam sendo tratados contribuiu para sua depressão. "Muitos podem se surpreender ao saber que seus medicamentos, apesar de não terem nada a ver com humor ou ansiedade ou qualquer outra condição normalmente associada à depressão, podem aumentar o risco de sintomas depressivos", disse o professor Dima Qato, da Universidade de Illinois em Chicago.

Fonte: JAMA

Reativação da fabricação de Atensina® 0,100 mg


A Boehringer Ingelheim do Brasil comunicou a reativação da fabricação do medicamento Atensina® comprimidos, na concentração de 0,100 mg, indicado para o tratamento da hipertensão arterial.

Segundo informação transmitida pela empresa em seu site, o reabastecimento do mercado ocorrerá de forma gradual e a previsão é de que a situação esteja normalizada a partir do segundo semestre.

Fonte: boehringer-ingelheim.com.br


Descontinuação definitiva de Cliane®


A Bayer disponibiliza comunicado informando a decisão de descontinuar a fabricação e a comercialização do medicamento Cliane® (estradiol + acetato de noretisterona), comprimido revestido, a partir de 7 de fevereiro deste ano.

A empresa informa ainda que notificou a Anvisa na mesma data e disponibiliza o serviço de atendimento ao cliente para quem desejar informações adicionais.

Fonte: Bayer


Descontinuação Temporária de Cipro® e Cipro® XR


A Bayer informa em seu site que haverá falta temporária dos medicamentos Cipro® (cloridrato de ciprofloxacino, comprimidos) e Cipro® XR (cloridrato de ciprofloxacino, comprimidos revestidos de liberação prolongada) nas seguintes apresentações:

- CIPRO® 500 mg 14 comprimidos
- CIPRO® 500 mg 6 comprimidos
- CIPRO® XR 1000 mg 3 comprimidos
- CIPRO® XR 1000 mg 7 comprimidos
- CIPRO® XR 500 mg 3 comprimidos
- CIPRO® XR 500 mg 7 comprimidos

Esta descontinuação temporária se dará em função de atraso na fabricação e o reabastecimento no mercado está previsto para o mês de outubro.

Fonte: Bayer


Descontinuação Temporária de Aspirina® Prevent



Conforme comunicado disponibilizado no site da Bayer, o medicamento Aspirina® Prevent na apresentação de 300mg com 30 comprimidos será descontinuado temporariamente em função de atraso na fabricação.

A previsão de normalização, no entanto, já é até o final deste mês. A empresa informa estar trabalhando para resolver a questão e disponibiliza seu serviço de atendimento ao consumidor para esclarecimentos de dúvidas sobre a situação do produto.

Fonte: Bayer


Atualização na Denominação Comum Brasileira (DCB)


Está disponível a atualização da lista de Denominações Comuns Brasileiras (DCB). A nova versão foi publicada no Diário Oficial da União na última quinta-feira, dia 7 de junho, por meio da Resolução da Diretoria Colegiada - RDC 230 de 5 de junho de 2018. Nesta edição foram incluídas 27 novas denominações, além de cinco nomenclaturas terem sido alteradas.

Denominação Comum Brasileira (DCB) é o nome do fármaco ou do princípio farmacologicamente ativo aprovado pelo órgão federal responsável pela vigilância sanitária (Lei 9.787/1999). Com o advento do registro eletrônico, adquiriu uma concepção mais ampla e inclui, também, a denominação de insumos inativos, soros hiperimunes e vacinas, radiofármacos, plantas medicinais, substâncias homeopáticas e biológicas.

Tais denominações são empregadas nos processos de registro, rotulagem, bula, licitação, importação, exportação, comercialização, propaganda, publicidade, informação, prescrição, dispensação e em materiais de divulgação didático, técnico e científico em todo o país.

Segue link para acessar as listas: DCB

Fonte: Anvisa


Descontinuação definitiva de Atenol


A Astra Zeneca disponibiliza em seu website a informação de descontinuação definitiva do medicamento Atenol (atenolol). A descontinuação ocorreu em dezembro do ano passado e a decisão contempla as diferentes apresentações de dosagem deste medicamento (25, 50 e 100mg).

A empresa ressalta que a ação não acarreta prejuízo aos consumidores, uma vez que há outras alternativas com o mesmo princípio ativo no mercado. Há também a informação de que a decisão não foi motivada por qualquer impacto na qualidade, eficácia ou segurança do produto.

Fonte: astrazeneca.com.br


Recolhimento Voluntário de medicamentos Novartis e Sandoz


O Grupo Novartis informa que está realizando um recolhimento voluntário de unidades de medicamentos de marca (Novartis) e genéricos e similares (Sandoz) junto aos seus distribuidores e farmácias, por conta de um erro de identificação nas embalagens, que apresentam um carimbo de “Venda proibida ao comércio”, não sendo essa informação correta para vendas no varejo.

O recolhimento voluntário foi iniciado como medida preventiva, por decisão interna da companhia e não apresenta qualquer risco sanitário ao paciente, uma vez que se trata de um erro no processo logístico sem qualquer impacto na segurança e eficácia dos produtos. A Novartis e a Sandoz  notificaram a Anvisa sobre o recolhimento voluntário em 30 de maio.

Confira a lista de medicamentos inclusos neste recolhimento: Lista de Medicamentos

Fonte: Novartis


Dipirona reduz a pressão arterial: mito ou verdade?


Muitas pessoas, sejam elas leigas ou atuantes em saúde, costumam dizer que a dipirona reduz a pressão arterial. Porém, costumam fazê-lo em tom de afirmação, transmitindo a ideia de que isso inevitavelmente irá ocorrer. Será que realmente é assim ou se trataria de uma reação adversa possível, assim como todos os medicamentos "podem" causar alguma reação?

Não é bem o caso da certeza, portanto precisamos ter o cuidado de pesquisar antes de simplesmente reproduzirmos o que ouvimos. Por que agir assim? Diria que, principalmente, para o público geral não absorver informações pela metade e depois multiplicá-las, causando mais chances de problemas associados a medicamentos.

Atuando como farmacêutico em drogaria, já atendi a uma cliente que disse o seguinte: "você tem dipirona em gotas, por favor? Estou com a pressão um pouco alta e vou tomar umas gotas para abaixar; quando chegar o dia da minha consulta, o médico verá o que faz".




É claro que, em primeiro lugar, fiquei bastante surpreso com o relato e, em segundo lugar, imaginei que tipo de informação esta pessoa havia recebido anteriormente para dizer o que disse com tanta convicção. Por último, obviamente, fiz o meu trabalho buscando esclarecer o assunto.

Para que tenhamos uma fonte, verifiquemos a bula de Novalgina®, medicamento de referência para o princípio ativo dipirona, onde encontraremos a seguinte informação no item que relaciona as reações adversas:

"Distúrbios vasculares: Reações hipotensivas isoladas. Podem ocorrer ocasionalmente após a administração, reações hipotensivas transitórias isoladas (possivelmente por mediação farmacológica e não acompanhadas por outros sinais de reações anafiláticas/anafilactoides); em casos raros, estas reações apresentam-se sob a forma de queda crítica da pressão sanguínea."

Para finalizar: é mito ou verdade que a dipirona reduz a pressão arterial? É verdade, mas que fique claro: pode acontecer. Isso não significa que vai acontecer e muito menos que o medicamento possa ser utilizado com esta finalidade.


Documentos que farmácias e drogarias precisam ter


Na RDC 44/09, Capítulo II "Das Condições Gerais", há relação de documentos que um estabelecimento farmacêutico precisa organizar para manter o seu funcionamento. Vejamos a seguir:

Art. 2º As farmácias e drogarias devem possuir os seguintes documentos no estabelecimento:

I - Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE) expedida pela Anvisa;
II - Autorização Especial de Funcionamento (AE) para farmácias, quando aplicável;
III - Licença ou Alvará Sanitário expedido pelo órgão Estadual ou Municipal de Vigilância Sanitária, segundo legislação vigente;
IV - Certidão de Regularidade Técnica, emitido pelo Conselho Regional de Farmácia da respectiva jurisdição; e
V - Manual de Boas Práticas Farmacêuticas, conforme a legislação vigente e as especificidades de cada estabelecimento.




§1º O estabelecimento deve manter a Licença ou Alvará Sanitário e a Certidão de Regularidade Técnica afixados em local visível ao público.

§2º Adicionalmente, quando as informações a seguir indicadas não constarem dos documentos mencionados no parágrafo anterior, o estabelecimento deverá manter afixado, em local visível ao público, cartaz informativo contendo:

I - razão social;
II - número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica;
III - número da Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE) expedida pela Anvisa;
IV - número da Autorização Especial de Funcionamento (AE) para farmácias, quando aplicável;
V - nome do Farmacêutico Responsável Técnico, e de seu(s) substituto(s), seguido do número de inscrição no Conselho Regional de Farmácia;
VI - horário de trabalho de cada farmacêutico; e
VII - números atualizados de telefone do Conselho Regional de Farmácia e do órgão Estadual e Municipal de Vigilância Sanitária.

Fonte: Anvisa

Prescrição questionável de antibióticos para crianças internadas


Quase um terço de todos os antibióticos prescritos para crianças internadas em todo o mundo foram destinados a prevenir potenciais infecções, em vez de tratar doenças já instaladas, de acordo com um levantamento mundial publicado no Journal of the Pediatric Infectious Diseases Society.

Mais ainda, uma grande proporção dessas prescrições preventivas, ou profiláticas, envolveu antibióticos de amplo espectro ou combinações de antibióticos, ou por períodos prolongados, o que pode acelerar o desenvolvimento de bactérias resistentes aos medicamentos atualmente empregados na terapia.




"Este padrão e alta taxa de prescrição profilática indica um claro uso excessivo de antibióticos. Esperamos que os resultados do nosso estudo ajudem a conscientizar os profissionais de saúde sobre a prescrição adequada de antibióticos para as crianças," disse o Dr. Markus Hufnagel, da Universidade de Freiburg (Alemanha).

O levantamento cobriu a prescrição de antibióticos para 6.818 crianças que estavam internadas em 226 hospitais pediátricos em 41 países durante um único dia. Houve 11.899 receitas totais de antibióticos, e 28,6% delas foram para uso profilático.

Fonte: Journal of the Pediatric Infectious Diseases Society

Antibióticos tópicos também causam efeitos colaterais sérios


uma equipe de médicos e cientistas lançou uma advertência sobre os efeitos colaterais do uso excessivo dos antibióticos tópicos.

Foram analisados cerca de 6.500 casos em que antibióticos tópicos - na forma cremes, pomadas etc. - foram aplicados em feridas cirúrgicas para prevenir a infecção.

"Descobrimos que, embora os antibióticos tópicos tenham-se mostrado moderadamente eficazes, seu uso não poderia ser justificado porque não havia informações suficientes sobre efeitos adversos, como resistência e alergia," disse a Dra. Clare Heal, da Universidade James Cook (EUA).

Os efeitos adversos dos antibióticos tópicos incluíram dermatite de contato alérgica, anafilaxia (reação alérgica grave e perigosa) e resistência a antibióticos.




Particularmente as preocupações de que esses medicamentos também poderiam estar contribuindo para a resistência bacteriana aos antibióticos se confirmaram.

"Os resultados deste estudo desencorajarão o uso excessivo de antibióticos tópicos pela comunidade cirúrgica e ajudarão a lutar contra a questão global da resistência aos antibióticos," afirmou Heal.

Fonte: British Journal of Surgery

Mistura caseira para atenuar manchas da pele


A exposição prolongada ao sol gera aumento na produção de melanócitos, os quais irão liberar mais melanina. Isso faz com que manchas escuras, ou manchas senis, comecem a surgir na pele.

Essa hiperpigmentação da pele acontece geralmente nas áreas mais expostas, como o rosto, costas, pescoço, peito, ombros e mãos. O sol não é o único responsável pelas manchas, havendo ainda outros fatores: genética, estresse, gravidez, hipovitaminoses e deficiência hepática.

A receita para melhorar o aspecto das manchas inclui meia xícara de arroz integral cru, uma colher (sopa) de mel puro e uma colher (sopa) de suco de limão. O preparo exige moer o arroz para que se obtenha dele o pó, e então misturar os demais ingredientes.




As mãos devem estar secas e a mistura deve ser aplicada fazendo-se leve pressão durante aproximadamente dois minutos, removendo após com água. O procedimento deve ser feito sempre à noite (durante o dia, a exposição ao sol pode surtir efeito oposto).

Recomenda-se também utilizar um creme hidratanete de sua preferência após o procedimento, o qual pode ser realizado duas vezes por semana.

Fonte: curapelanatureza.com.br

Benzodiazepínicos: Tolerância e Dependência


O fenômeno de dependência aos benzodiazepínicos está relacionado com a farmacocinética, alta lipossolubilidade, capacidade de se distribuir pelo tecido cerebral, meia-vida biológica e efeitos cumulativos. Quanto maior a lipossolubilidade e menor a meia-vida, maior será o potencial de dependência farmacológica.

A intensidade da síndrome de abstinência também possui relação com as propriedades farmacocinéticas dos benzodiazepínicos. Um fármaco de ação lenta, distribuição lenta, com alta taxa de ligação às proteínas plasmáticas geralmente origina sintomas de abstinência menos intensos.

O uso prolongado, ultrapassando períodos de seis meses, pode gerar síndrome de abstinência, a qual ocorre geralmente até onze dias após a suspensão do uso, dificultando a interrupção do tratamento.




Os sintomas mais freqüentes incluem: tremores, taquicardia, sudorese, cefaleia, ansiedade intensa, agitação, insônia, vertigens, distúrbios gastrointestinais e anorexia. Normalmente os sintomas pioram entre o quinto e o sexto dia de abstinência e desaparecem em quatro semanas.

Ela deve ser diferenciada dos sintomas de rebote, que se caracterizam pelo retorno dos sintomas anteriores, de maneira exacerbada.

Deve-se enfatizar que a tolerância e a síndrome de abstinência são fenômenos resultantes de adaptações fisiológicas reversíveis, ocorrendo como consequência natural da exposição a um fármaco, não implicando em dependência.

Já o termo dependência é caracterizado pela perda de controle sobre o consumo do fármaco, com intensos prejuízos individuais e sociais. É considerada uma doença crônica e sujeita a recaídas.

Fonte: web.unifil.br

Atualização nos medicamentos similares


A Anvisa disponibilizou, no final do mês de maio, lista atualizada de similares intercambiáveis. O documento traz relação em conformidade com o Diário Oficial da União até o dia 30/04/18.

Clique para acessar a lista: Similares Intercambiáveis


Descontinuação definitiva de Cartrax®


Em março foi noticiada a descontinuação temporária de Cartrax® (tioconazol + tinidazol), anunciada pela Pfizer pelo motivo de mudança na unidade fabril responsável pela produção do medicamento.

Havia sido indicada a previsão de normalização do produto no mercado para agosto. Agora, entretanto, a empresa atualizou o comunicado e informa que o medicamento será descontinuado definitivamente por decisão comercial.

Fonte: pfizer.com.br


Budesonida e Rinite


A budesonida é um corticosteroide sintético, não-halogenado, com potente atividade glicocorticoide e atividade mineralocorticoide fraca. Dotado de elevada relação entre sua potente atividade anti-inflamatória tópica (local) e sua atividade sistêmica muito pequena (quando comparada a outros glicocorticoides).

Isto garante melhor eficácia com menor risco de complicações típicas, resultantes do uso de corticoides. Possui ação na sequência de reações que conduzem à rinite alérgica em todas as suas etapas, que são: inibição da formação de anticorpos específicos; prevenção da formação, armazenamento e liberação de mediadores químicos pelos mastócitos; interferência na broncoconstrição, no edema inflamatório e também na secreção mucosa.

Os corticosteroides têm vários mecanismos de ação, incluindo atividade anti-inflamatória, propriedades imunossupressoras e ações antiproliferativas. Os efeitos anti-inflamatórios resultam da redução da formação, liberação e atividade dos mediadores inflamatórios (ex.: cininas, histamina, liposomas, prostaglandinas e leucotrienos).




Assim, ocorre a redução das manifestações iniciais do processo inflamatório. Os corticoides inibem a marginação e subsequente migração celular para o sítio inflamatório e também revertem a dilatação e o aumento da permeabilidade vascular local, levando à redução do acesso celular ao sítio.

Essa ação vasoconstritora reduz o extravasamento vascular, o edema e o desconforto local. As reações adversas associadas à aplicação intranasal de budesonida, em pacientes com rinite alérgica, mais frequentemente comunicadas são: disfonia, irritação cutânea transitória ao redor do nariz, faringite, aumento da tosse, epistaxe, boca seca, náusea e dispepsia Pode ocorrer também dermatite perinasal.

Fonte: repositorio.ufba.br

Sabia que seu medo tem nome?


Quem sofre dessa fobia não quer nem saber de chegar perto de alfinetes ou agulhas. O medo de injeções e objetos pontudos metálicos em geral é conhecido como aicmofobia.

Sentir medo de agulha pode fazer algumas pessoas questionarem se são capazes de gerenciar bem a própria vida. E pode levar, também, a uma sensação de falta de capacidade da gestão emocional.

O problema fica maior quando quem tem medo não consegue realizar atividades necessárias para os cuidados e manutenção da saúde em geral, tais como: Exame de rotina de sangue indicado pelo médico; Tomar uma vacina quando indicado; Receber uma medicação através de injeção; Tratamento de acupuntura; Doar sangue (quando necessário ou se possível).




É possível superar o medo?

Para superar qualquer medo é preciso também tratar a ansiedade. Segundo dados de 2016 da Associação Psiquiátrica Americana 80% dos pacientes diagnosticados com fobia tem cura daquilo que lhes aflige quando feito tratamento psicológico e medicamentoso (quando e se indicado).

Até 50% dos pacientes fóbicos tem recaída por não seguirem o tratamento completo pelo tempo indicado, ou seja, eles chegam a conseguir melhora significativa. Porém, por abandonarem o tratamento, depois de um tempo voltam a apresentar algum tipo de problema vinculado ao medo.

Fonte: minhavida.com.br

Psicotrópico e antimicrobiano na mesma receita


Em muitas drogarias, quando o paciente apresenta um receituário contendo antimicrobiano (RDC 20/11) e um medicamento sujeito a controle especial (Portaria 344/98), a orientação transmitida (assim como o procedimento realizado) é a de que pode ser vendido o segundo item, não sendo autorizada a liberação do antimicrobiano. Como isso pode ser justificado?

Se realizarmos a leitura dos documentos pertinentes, veremos que na RDC 20/11, a qual trata dos antimicrobianos, há a seguinte informação no CAPÍTULO III - DA RECEITA: "Art. 7º A receita poderá conter a prescrição de outras categorias de medicamentos, desde que não sejam sujeitos a controle especial."

Este artigo, portanto, caracteriza a prescrição do antimicrobiano como indevida, de forma a restringir a venda deste medicamento. A portaria 344/98, por sua vez, não informa que na prescrição de um medicamento sujeito a controle especial não poderá conter um medicamento que contenha substância caracterizada como antimicrobiana. Assim, o item da lista C é liberado para venda.




Em contrapartida, na seção de FAQ - Orientação Farmacêutica, do CRF-SP, há a questão número 5:  "Se numa mesma receita vier prescrito um medicamento contendo substância da Portaria SVS/MS nº 344/1998 e um antimicrobiano, qual deles poderá ser dispensado?"

E a resposta: "O artigo 7º da Resolução RDC nº 20/2011 não permite a prescrição na mesma receita, de antimicrobianos e medicamentos sob controle da Portaria SVS/MS nº 344/98 sujeitos à retenção de receita. Portanto, receitas contendo os dois tipos de medicamentos é indevida, não sendo possível a dispensação de nenhum dos medicamentos, devendo orientar o paciente/usuário a retornar ao prescritor de forma que este emita duas receitas distintas, uma para o antimicrobiano sob controle da RDC nº 20/11 e outra para o medicamento sob controle da Portaria SVS/MS nº 344/98, para que seja possível a aquisição deles por parte do paciente/usuário."

E você? Como costuma agir diante desta situação? Compartilhe sua opinião e sua experiência para que tenhamos a oportunidade de ampliar nossa bagagem profissional!


Transmissão de proteínas associadas ao Alzheimer pelo sangue?


Há uma suspeita crescente no campo da medicina, devido a observações episódicas, de que a doença de Alzheimer possa se propagar através de transfusões de sangue e dos equipamentos cirúrgicos, porém há dificuldade para documentar evidências definitivas de que isso ocorra.

Um experimento recente, entretanto, conseguiu a confirmação de que a proteína mais associada ao Alzheimer - a beta-amiloide - pode se espalhar de um indivíduo para o outro e causar degeneração cerebral. A demonstração foi possível graças à técnica de parabiose: anexação cirúrgica de dois indivíduos, no caso dois camundongos, para que eles compartilhassem o mesmo suprimento de sangue durante alguns meses.

Weihong Song e seus colegas da Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá) uniram camundongos saudáveis, que não desenvolvem Alzheimer, a camundongos geneticamente modificados para carregar um gene humano mutante que produz altos níveis de amiloides beta.




Os resultados foram certeiros: os camundongos não predispostos ao Alzheimer passaram a acumular a proteína em seus cérebros e apresentaram os mesmos déficits cognitivos dos seus companheiros geneticamente propensos à doença. "Esta é a primeira vez que se constatou que a beta-amiloide entra no sangue e no cérebro de outro camundongo, causando sinais da doença de Alzheimer," disse Song.

Isso aumenta a suspeita da possibilidade de transmissão do Alzheimer - via transfusões ou equipamentos cirúrgicos - porque, além do cérebro, as proteínas amiloide-beta são produzidas nas plaquetas sanguíneas, nos vasos sanguíneos e até nos músculos, além de sua proteína precursora ser encontrada em vários outros órgãos.

Mais estudos serão necessários para que se obtenham confirmações do que está sendo investigado. No entanto, se dúvidas a este respeito forem eliminadas, é possível que os bancos de sangue passem a ter uma nova precoupação.

Fonte: Diário da Saúde

Hipogonadismo Feminino


O hipogonadismo feminino pode ser caracterizado quando as mulheres produzem menor quantidade de estrogênio e progesterona, ou deixa de produzi-los. A doença não tem cura, apesar de haver tratamento. Geralmente, o hipogonadismo é diagnosticado durante a puberdade.

A doença pode ser classificada em dois tipos, o primário e o secundário. O primeiro é chamado de hipergonadotrófico, que é caracterizado pelos ovários não estarem funcionando como deveriam. Já o hipogonadotrófico, ou secundário, é caracterizado pelas partes específicas do cérebro que controlam os ovários não estarem funcionando corretamente.

Entre as causas congênitas, a síndrome de Turner é a mais comum entre as pessoas do sexo feminino. Além disso, há outras causas que podem levar ao hipogonadismo feminino, como: Emagrecimento constante (principalmente em atletas); Doenças autoimunes; Hemocromatose, doença em que o organismo deposita ferro nos tecidos causando defeitos nas gônadas ou na hipófise; Cirurgia e radiações que possam causar alterações na função gonadal.




Os sintomas do hipogonadismo feminino são diferentes conforme a idade da paciente. Antes da puberdade, os sintomas costumam ser ausência da menstruação, baixa estatura e pouco desenvolvimento das mamas. Após a puberdade, costumam ocorrer ondas de calor, perda de polos no corpo (axilas e pelos pubianos), diminuição da libido, perda de massa muscular e outros.

O tratamento do hipogonadismo feminino pode ser feito de três formas: Reposição hormonal com progesterona e estrogênio, cirurgia ou estimulação da ovulação. Diante da diminuição da libido, o médico pode receitar testosterona em baixos níveis.

Fonte: minutosaudavel.com.br

O Farmacêutico e as Vendas


A polêmica quando o assunto é o conflito existente entre o papel do farmacêutico como profissional de saúde e o papel que o seu empregador lhe atribui para lidar com vendas já é bastante conhecido. A intenção deste texto não é, portanto, mostrar a alguém que isso existe ou dividir opiniões.

A ideia pretendida é a de apresentar, por meio de um exemplo, o desequilíbrio que há entre a maneira como o farmacêutico pode contribuir com os números que uma empresa precisa alcançar e o exercício de suas atribuições, tendo em vista a responsabilidade sanitária. O objetivo é o de que possamos cada vez mais prezar pelo equilíbrio e atribuir o valor que é justo a todos.

Quando um cliente pede um medicamento ao farmacêutico e este lhe transmite a orientação de que o produto está em falta no mercado, mostrando as opções disponíveis, ele está cumprindo o seu papel. Diga-se de passagem, ao agir assim ele busca atender à necessidade do cliente e também a da empresa. O cliente precisa do produto e a empresa precisa vendê-lo. Ponto.

Ocorre que o profissional de saúde atuante atrás de um balcão já está tão rotulado como mais um vendedor ou atendente, que o cliente julga a informação dele ser de interesse comercial da empresa, ao invés de um auxílio prestado por alguém capacitado e atualizado.




O farmacêutico, neste momento, diz que o medicamento procurado está em falta no mercado por um determinado motivo e mostra existir a opção de um genérico, mas o cliente pensa que o profissional não quer perder a oportunidade de um venda, buscando oferecer apenas o que ele tem ali.

Não raramente, este cliente demonstra expressão de desconfiança e decide se retirar do estabelecimento sem efetuar a compra. Ele vai procurar o medicamento pretendido em outro local e vai ouvir a mesma informação, até perceber que é verdade e então acabar comprando o genérico lá pela terceira drogaria em que entrar.

Com isso todos perdem e é consequência de como as empresas privam o farmacêutico de seu verdadeiro papel, deixando de haver o respeito pelo que este profissional tem a dizer. Não vejo como seja vantajoso tirar valor do seu próprio profissional de saúde, apenas visando vendas.

Afinal, se a população for incentivada a crer que ali existe alguém de confiança para orientação sobre sua saúde, o estabelecimento ganha mais respaldo sem perder clientes. As pessoas deixarão de ter a sensação de estar em uma loja para adquirir produtos, apenas aguardando sua vez de chegar até o balcão e apresentar a receita. Passarão a conhecer melhor o tratamento que precisam realizar, aumentando a satisfação sobre o atendimento recebido.

Não basta colocar uma máquina com carinhas felizes ou tristes no caixa para o cliente apertar um botão ao sair, julgando que isso seja o bastante para ter parâmetros sobre o próprio serviço prestado. É preciso ouvir o que as pessoas pensam e o cliente não quer ser apenas parte das estatísticas do fechamento do dia. Engana-se quem pensa que aquele que escreve estas palavras não seja também um cliente. Todos somos.


Será que a sibutramina corre novo risco de sair do mercado?


De acordo com os resultados obtidos em um estudo realizado em 2010, a European Medicines Agency (EMEA), recomendou a suspensão da venda da sibutramina, devido ao aumento do risco de acidentes cardiovasculares. No Brasil, no ano de 2009, apesar de 37 notificações ocorridas, o medicamento continuava a ser vendido, mesmo com ressalvas da ANVISA.

Em 2011, entretanto, a sibutramina foi proibida, deixando os pacientes e médicos verem o espectro terapêutico para a doença ficar limitado a dietas, exercícios e recursos cirúrgicos.

Em setembro de 2014, o plenário do senado aprovou um projeto de decreto legislativo para suspender a resolução da ANVISA que proibiu a comercialização de inibidores de apetite feitos à base de anfetamina.




Como a sibutramina também é capaz de melhorar o perfil lipídico do usuário e consequentemente reduzir o peso, ela pode ser responsável pela diminuição das comorbidades associadas à obesidade. A comercialização voltou a ocorrer e atualmente vigora a Lei que permite a prescrição.

No entanto, em setembro de 2017, a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Saúde (CNTS) entrou com a Ação Direta de Inconstitucionalidade 5779 no Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo a revogação da Lei 13.454/2017 para que os emagrecedores voltem a ser proibidos no País.

Será que teremos mais um episódio de idas e vindas da sibutramina ou tudo continuará como está, apesar de ainda existirem opiniões contrárias a este tratamento?

Se o Farmacêutico se cansa de drogaria, o que ele faz?


O momento no qual vivemos, quando o assunto é a vida profissional, definitivamente não é dos melhores. Não me refiro somente à profissão farmacêutica, pois é evidente que muitos estão com dificuldades, inclusive abdicando de suas profissões para tentar caminhos alternativos ou mesmo sem uma fonte de renda.

No caso do farmacêutico, entrentanto, a minoria da classe está satisfeita com os resultados que tem para colher daquilo que plantou. Poucos são os que estão fazendo realmente o que pretendiam fazer, já que a maior parte dos profissionais atua simplesmente naquilo que teve a chance de pegar para não ficar sem nada. Por via de regra, drogaria para atuar com venda de medicamentos.

Devido às jornadas de trabalho extenuantes e ao salário oferecido, que fica abaixo das expectativas, muitos são os que gostariam de mudar de área, porém observando que não resolve muito apresentar a experiência de drogaria para isso, uma vez que esta experiência tende a conduzir o profissional a continuar fazendo o que já sabe fazer.




Cursar uma pós-graduação tampouco se apresenta como solução infalível, uma vez que não são poucos os que investiram em matrícula e mensalidades de uma especialização para depois terem o seu diploma arquivado e seguirem atuando com a venda de medicamentos.

Então, o que o farmacêutico pode fazer? É claro que alguém poderá dizer (com dose de razão) que, em tempos complicados, ter uma profissão e conseguir exercê-la já é vantajoso. Sim, mas e todas as possibilidades ao alcance do farmacêutico, tal como foram apresentadas a ele nos tempos de sua graduação? Os professores exageravam para fazer os alunos sonharem mais alto do que era possível?

Será que o farmacêutico que não possui costas largas está fadado a fazer o que não desejava e, no fim, ter que simplesmente ser grato por ter um emprego? Quais as alternativas reais para construir um novo caminho sem abrir mão da profissão?

Haverá os críticos a esta reflexão, mas devemos considerar que não existe o mesmo espaço para todos e que as oportunidades não são as mesmas, porém todos precisam adquirir meios para o seu sustento e suas realizações. É justo que isso ocorra com certa dose de satisfação e não apenas com gratidão por não passar fome. Que sejamos mais unidos e saibamos construir/propor caminhos.

Novo antibiótico no mercado latino


A Eurofarma e a Summit Therapeutics (empresa à frente do desenvolvimento de terapias avançadas para Distrofia Muscular de Duchenne e infecção por Clostridium difficile (CDI) realizaram um acordo de comercialização e licença exclusiva que concede os direitos de desenvolvimento do antibiótico de precisçao Ridinilazole pela Eurofarma na América Latina.

O medicamento é um antibiótico específico que tem potencial de terapia de linha de frente para tratar a infecção inicial, presevar os microbiomas dos pacientes e reduzir a taxa de CDI recorrente. Em uma prova de fase 2 de estudo, o ridinilazole demonstrou superioridade estatística nas taxas de resposta clínica sustentada em relação ao medicamento padrão de tratamento. Espera-se que os estudos clínicos de Fase 3 do ridinilazole se iniciem neste ano.




“O acordo, combinado com a recente celebração de contrato de até $62 milhões da agência governamental BARDA dos EUA, apoiará o programa clínico de Fase 3 e desenvolvimento regulatório do ridinilazole. Essas parcerias endossam o potencial do ridinilazole no tratamento de CDI, e nos incentiva um pouco mais para levar esse antibiótico aos pacientes”, comenta o diretor executivo da Summit, Glyn Edwards.

A Eurofarma será responsável pela obtenção da aprovação regulatória no Território Licenciado. A Summit mantém a total responsabilidade pelo desenvolvimento clínico do ridinilazole em todos os países, e é responsável pela obtenção de aprovações regulatórias em todos os países fora dos territórios licenciados da Eurofarma.

Fonte: Guia da Farmácia

Efeito do álcool sobre anticoncepcionais


É comum os pacientes terem dúvida sobre como o álcool interage com medicamentos. Afinal, ao ingerir bebida alcoólica, o efeito do fármaco diminui, aumenta ou pode causar problemas à saúde?

Há uma situação diferente para cada classe de medicamentos quando o álcool é ingerido pelo(a) paciente em tratamento, portanto não há uma resposta genérica à questão.

No caso dos anticoncepcionais, trata-se de medicamentos compostos por moléculas esteroides, tal como ocorre com os anabolizantes e corticoides. O fármaco, após ingerido, permanece no organismo por aproximadamente 24h, sendo eliminado somente após este período.




Se a mulher ingerir bebida alcoolica, entretanto, a duração do efeito pretendido pode ser reduzido à metade, devido à indução hepática que irá acelerar a metabolização do medicamento. A consequência disso é que a mulher pode optar por ter relação sexual sem preservativo, acreditando estar protegida pelo medicamento sem de fato estar.

Recomenda-se a redução do consumo de bebida nos primeiros seis meses de uso do anticoncepcional, para que o tratamento hormonal não sofra prejuízo. Ao haver dúvida sobre como proceder, o assunto não deve deixar de ser abordado com o prescritor.

Fonte: guiadafarmacia.com.br

Atualização nos medicamentos de referência


No último dia 28, a Anvisa atualizou a lista B dos medicamentos de referência. Este é o grupo de medicamentos que contenham dois ou mais insumos farmacêuticos ativos em uma única forma farmacêutica.

Segue link para consulta: Lista B


Fortaleza aprova Projeto de Lei que exige equipe de enfermagem nas farmácias


A Câmara Municipal de Fortaleza aprovou, no mês passado, o Projeto de Lei 039/2018, de autoria do vereador Márcio Cruz (PSD), que dispõe sobre a obrigatoriedade da equipe de enfermagem nas farmácias e drogarias que prestam serviço de vacinação na capital cearense.

A lei municipal, criada a partir da mobilização do Conselho Regional de Enfermagem do Ceará (Coren-CE), visa garantir a segurança do paciente e assegurar as prerrogativas da Enfermagem com base no Decreto 94.406/87, que regulamenta a lei do exercício da profissão, e vai de encontro à defesa da categoria diante do RDC 197/2017, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que autoriza farmácias a comercializarem vacinas sem a presença dos profissionais da enfermagem.




A legislação proposta pelo Coren-CE leva em conta, ainda, o Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação, do Ministério da Saúde. O texto normativo afirma que as atividades da sala de vacinação são desenvolvidas pela equipe de enfermagem treinada e capacitada para os procedimentos de manuseio, conservação, preparo e administração, registro e descarte dos resíduos resultantes das ações de vacinação.

A Presidente do Coren-CE, Ana Paula Brandão, celebra a conquista e informa que o órgão cearense pretende levar a proposta de Lei para as demais cidades do Estado. “É necessário que, quanto Conselho, nós possamos fiscalizar a aplicabilidade das normas referentes ao exercício da profissão, portanto, não iremos medir esforços em mobilizar os Legislativos para que criem suas leis em cada um dos municípios”, assegurou a presidente.

Fonte: Cofen

Quatro novos genéricos são autorizados


A Anvisa autorizou a comercialização de quatro medicamentos genéricos inéditos no País.

Um deles é o Entricitabina combinado com Fumarato de Tenofovir, produto que será usado para o tratamento de pessoas vivendo com HIV. O medicamento de referência é o Truvada, cujas indicações incluem a profilaxia pré-exposição (PReP), usada para diminuir o risco de infecção pelo vírus.

O segundo item é o Perindopril-Erbumina combinado com Indapamida, indicado para o tratamento da hipertensão arterial. Outro produto aprovado é o Bilastina, indicado para o tratamento sintomático de rinoconjuntivite alérgica e urticária.




Completando a lista, há o Undecilato de Testosterona. Ele terá uso em terapias de reposição de hormônio sexual em homens que apresentam hipogonadismo primário e secundário.

Fonte: Diário da Saúde

Qual a validade dos medicamentos após abertos?


A data de validade de um medicamento pode sofrer diminuição quando a sua embalagem primária é violada. Para maior compreensão, vejamos o que são as embalagens primárias.

Embalagem primária é aquela que está em contato direto com o conteúdo durante todo o tempo. Considera-se material de embalagem primária: ampola, bisnaga, envelope, estojo, flaconete, frasco de vidro ou de plástico, frasco-ampola, cartucho, lata, pote, saco de papel e outros.

O prazo de validade é o tempo em que o produto pode ser utilizado, correspondente ao período de tempo no qual a preparação permanece estável quando armazenada sob as condições recomendadas pelo fabricante. Esse prazo deve ser indicado nas embalagens primárias e secundárias. Quando citado o mês e o ano, entende-se como vencimento do prazo o último dia do mês.




Ao abrir a embalagem (especialmente a primária) do medicamento para uso, este adquire a característica de um medicamento extemporâneo. Ou seja, as condições de exposição, manuseio, uso e armazenamento podem envolver fatores de risco que não foram avaliados nos estudos de estabilidade.

Por isso, após a abertura, o produto passa a ter uma data limite para uso, que pode variar entre horas, dias e meses, dependendo do fármaco, dos componentes da formulação, do tipo de forma farmacêutica, do processo de manipulação, entre outros.

Neste caso, é recomendado que o novo prazo de validade não exceda a 25% do tempo restante entre a data do fracionamento e o prazo de validade original e que o tempo máximo deste não seja maior do que seis meses. Exemplo: se um xarope tem um ano de validade e é submetido ao fracionamento, seu novo prazo de validade poderá ser de até três meses (25% de 12 meses).

Fonte: Guia da Farmácia

O uso de esteroides anabólicos androgênicos (EAA)


Esteroides anabólicos androgênicos (EAA) sintéticos derivados da testosterona foram desenvolvidos com o propósito de se obter fármacos capazes de produzir aumento na síntese proteica (efeitos anabólicos) com menor grau de virilização (efeitos androgênicos). Centenas de compostos têm sido sintetizados, porém nenhum deles, até o momento, apresenta-se totalmente desprovido de atividade androgênica.

Frente aos inúmeros efeitos adversos indesejáveis que invariavelmente produzem, a utilização terapêutica destes compostos é rigidamente restrita a casos de hipogonadismo masculino, síndrome de Turner, tumor de mama, pré-menopausa, estados catabólicos graves e certos tipos de anemias refratárias a outras terapias.

No meio esportivo, no início dos anos 50, fisiculturistas e halterofilistas foram os primeiros a utilizar EAA, com o objetivo de melhorar a estética corporal e o desempenho atlético. Este uso vem aumentando desde a década de 70, alastrando-se, também, entre indivíduos praticantes de outras modalidades esportivas.




Atualmente, no panorama internacional, o consumo não médico dos EAA vem alcançando proporções alarmantes, atingindo outros segmentos da população, como freqüentadores de academias de ginástica e até estudantes de nível médio No Brasil, a prática da musculação tornou-se muito freqüente, principalmente entre adolescentes.

O uso disseminado de EAA é um problema extremamente sério, pois se trata de compostos de pronunciada toxicidade, utilizados indiscriminadamente e de maneira empírica.

Entre os efeitos adversos mais observados no sexo masculino estão: aumento da libido, alteração do humor, agressividade e o aparecimento de acne e ginecomastia. No sexo feminino, temos: atrofia das mamas, aumento do clitóris, aumento da quantidade de pelos, engrossamento da voz ou rouquidão, irregularidades no ciclo menstrual, aumento da libido e aparecimento de acne.

Fonte: Scielo

Os remédios mais vendidos do Brasil


A Anvisa divulgou, no final de dezembro de 2017, um relatório completo com os dados de comercialização de remédios em todo o país durante o ano de 2016. No total, foram vendidos 4 bilhões de medicamentos, com um faturamento total de 63 bilhões de reais.

Em relação aos princípios ativos que, sozinhos, são os mais lucrativos, a lista de campeões conta o trastuzumabe (para câncer de mama), o sofosbuvir (para hepatite C), a vacina contra a gripe, o adalimumabe (para artrite reumatoide) e o cloreto de sódio (para o reestabelecimento de fluidos e eletrólitos após vômitos e diarreias), respectivamente.

A seleção dos mais vendidos por unidade tem o cloreto de sódio, a losartana potássica (para hipertensão) e a dipirona (para dor e febre) no pódio, com mais de 100 milhões de caixinhas distribuídas.




Logo atrás, com 50 a 100 milhões unidades negociadas, estão listadas a metformina (para o diabetes tipo 2), o paracetamol (para dor e febre), a nimesulida (para dor e inflamação), a hidroclorotiazida (para hipertensão), o levonorgestrel (pílula anticoncepcional), o ibuprofeno (para dor e febre) e a levotiroxina (para o hipotireoidismo). Essa é a segunda publicação de um relatório do tipo pela Anvisa.

Segundo os diretores da entidade governamental, o objetivo é trazer mais transparência aos dados da indústria farmacêutica no país. Você pode conferir todas as informações neste link. Estes dados, provenientes da Anvisa, desmistificam fontes menos confiáveis que todos os anos colocam a nafazolina no topo das vendas.

Fonte: saude.abril.com.br

Projeto de lei pode autorizar venda de medicamentos fora de farmácias


O Projeto de Lei 9482/18 reacende a discussão sobre a venda de Medicamentos Isentos de Prescrição Médica (MIPs). Com esse projeto, a Câmara dos Deputados pode liberar o comércio para além das farmácias. O texto, que divide opiniões, pode diminuir até 25% o custo dos medicamentos, mas incentivaria o consumo irresponsável de fármacos.

De autoria do deputado federal Ronaldo Martins (PRB/CE), o texto propõe alteração no 6º artigo da Lei nº 5.991/73, que determina que somente farmácias, drogarias, postos de saúde e dispensários de medicamentos estão autorizados a comercializar produtos farmacêuticos.

“Os supermercados têm avançado sobre muitos setores, como por exemplo açougues, mas nenhum destes são comparáveis em relação ao risco na venda de medicamentos”, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Sérgio Mena Barreto.




Para ele, a ausência de um profissional especializado poderia causar um uso indiscriminado de medicamentos. “Na prática, o projeto está banalizando o produto e propondo uma venda sem assistência”, diz Barreto.

Fonte: Guia da Farmácia

Significado da tarja nos medicamentos


Tarja vermelha sem retenção da receita

Esse grupo de medicamentos é vendido apenas com prescrição médica. Eles possuem diversas contra-indicações e podem acarretar alguns efeitos nocivos. A tarja vermelha vem com a seguinte impressão: “venda sob prescrição médica” e só com a apresentação dessa que eles podem ser vendidos (ao menos na teoria).

Tarja vermelha com retenção da receita

Nesse caso, além de apresentar a receita médica, ela precisa ser retida pelo farmacêutico. São conhecidos como medicamentos controlados e só são comercializados mediante o receituário de cor branca. São medicamentos psicotrópicos, que podem causar dependência e trazer muitos efeitos colaterais, além de contra-indicações. Em sua tarja vermelha virá escrito: “venda sob prescrição médica – só pode ser vendido com retenção de receita”.




Tarja preta

São os medicamentos de maior controle e podem apresentar muitos efeitos colaterais e reações adversas. Possuem ação sedativa ou com impacto no sistema nervoso central, também sendo do grupo dos psicotrópicos. A sua venda é condicionada à apresentação de notificação de receita na cor azul ou amarela. A tarja terá a seguinte impressão: “venda sob prescrição médica – o abuso desse medicamento pode causar dependência”.

Tarja amarela

Representa os medicamentos genéricos e deve conter a inscrição “Medicamento Genérico”.

Não tarjados

Os não tarjados ou Medicamentos Isentos de Prescrição (MIPs) apresentam poucos efeitos colaterais ou contra-indicações, desde que usados corretamente e sem abusos, por isso podem ser dispensados sem a prescrição médica. Os MIPs são utilizados para o tratamento de sintomas ou males menores (resfriados, azia, má digestão, dor de dente, etc.).

Fonte: hipolabor.com.br

Riscos do Paracetamol x Riscos da Dipirona


Paracetamol

Também conhecido em outros países como acetaminofeno, é bastante usado quando o paciente apresenta dor ou febre. Como há uma grande quantidade de médicos que prescrevem esse medicamento para diversas patologias, o uso se popularizou e as pessoas passaram a associar o remédio a determinados sinais e sintomas, administrando-os por conta própria.

O grande problema dele é o fato de ter um efeito analgésico não muito eficiente e, como consequência, as pessoas acabam ingerindo mais do que o permitido, chegando a uma superdosagem (4.000 mg ao dia, ou seja, cerca de 5 a 6 comprimidos de 750 mg cada). Essa superdosagem, por sua vez, pode levar a uma lesão hepática que, dependendo da gravidade, só se resolve com um transplante.




Dipirona

Ela tem ficado em segundo lugar na escolha dos profissionais quando se trata febre e dores. Isso porque a dipirona apresenta mais efeitos colaterais, como proporcionar sensação de fraqueza e redução rápida da temperatura corporal. Podem até mesmo prejudicar o processo de cicatrização e, portanto, não são indicadas para os portadores de diabetes. Outro fator que faz a dipirona ser prejudicial para os diabéticos é o fato de conter açúcar.

A dipirona possui reações adversas do tipo B, ou seja, reações graves, muitas vezes irreversíveis, e apresentam alto índice de mortalidade. Além disso, enquanto grande parte das reações adversas com o paracetamol ocorrem em superdosagens, na dipirona podem ocorrer na dosagem terapêutica, aquela que é indicada como a normal e ideal para cada caso.

Fonte: hipolabor.com.br

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