Dicas para armazenar medicamentos em segurança


Alguns medicamentos são sensíveis à luminosidade, à umidade ou ao calor. Por isso, conserve sempre em local fresco e seco, ao abrigo da luz; evite armazenar no armário do banheiro ou em cima da geladeira.

Outros medicamentos, como alguns antibióticos, precisam ser guardados na geladeira. Neste caso, o local ideal é no centro da geladeira, e não na porta, onde há maior variação de temperatura. Também não use o congelador ou alguma área próxima dele.

A partir do momento que você abre uma solução ou suspensão seu prazo de validade é afetado. Por isso, siga sempre as recomendações da bula e jamais guarde frascos abertos de antibiótico para uma futura ocasião. Respeite o prazo de validade de todos os medicamentos.




Medicamentos sob prescrição que eventualmente sobrem após um tratamento não devem ser reaproveitados. Foram indicados para uma condição médica específica.

No caso de uma viagem de avião, leve sempre seu medicamento na bagagem de mão. Assim você evita oscilações muito grandes de temperatura, tanto muito frias quanto muito quentes, que podem prejudicar o produto.

Mantenha sempre os medicamentos longe de outros produtos químicos, como perfumaria, cosméticos ou produtos de limpeza.

Mantenha medicamentos sempre longe do alcance de crianças e animais domésticos. Isso inclui não deixar medicamentos soltos em gavetas ou lugares de fácil acesso.

Fonte: eurofarma.com.br

Beta-bloqueadores podem aumentar mortalidade em diabéticos


O uso de betabloqueadores pode estar associado a um aumento do risco de mortalidade em pacientes com diabetes, particularmente entre aqueles que têm doença arterial coronariana (DAC), sugere uma nova pesquisa.

Os resultados, de dados prospectivos de coorte do US National HealthNutrition Examination Survey 1999–2010, foram publicados na edição de abril da Mayo Clinic Proceedings por Dr. Tetsuro Tsujimoto, do Departamento de Diabetes, Endocrinologia e Metabolismo do Center Hospital, Tóquio (Japão), e colaboradores.

Entre quase 3 mil participantes com diabetes, a mortalidade por todas as causas ao longo de cinco a seis anos foi significativamente maior naqueles que usaram betabloqueadores do que naqueles que não usaram, com um efeito ainda mais pronunciado entre aqueles com DAC.




Por outro lado, entre quase 15.000 participantes sem diabetes que tiveram DAC, a mortalidade por todas as causas foi significativamente reduzida entre aqueles que usavam betabloqueadores em relação àqueles que não usavam.

Foi demonstrado que os bloqueadores dos receptores beta-adrenérgicos melhoraram a sobrevida em pacientes após infarto do miocárdio (IM) e naqueles com insuficiência cardíaca congestiva (ICC) devido à disfunção sistólica do ventrículo esquerdo.

Mas, além disso, Dr. Tsujimoto e colaboradores observam que "nunca foi demonstrado que os betabloqueadores melhoram a sobrevida em todos os outros pacientes com DAC estável na ausência de IM ou ICC sem disfunção sistólica. Além disso, a eficácia dos betabloqueadores em pacientes diabéticos com DAC/ICC permanece desconhecida".

Fonte: cff.org.br

Quando o cliente pode trocar o medicamento adquirido?


Quando a troca é possível: O Código de Defesa do Consumidor – CDC,  que estabelece normas de proteção do consumidor, descrito na Lei 8.078/90, assegura ao consumidor que em casos de medicamentos dispensados em que o paciente verifique posteriormente um desvio de qualidade, o estabelecimento farmacêutico deverá obrigatoriamente aceitar a devolução e dar direito ao cliente de escolher entre: substituir o medicamento (por outro) da mesma espécie em perfeitas condições de uso; restituir de forma imediata a quantia paga ou realizar o abatimento proporcional do preço no momento da compra.

Quando a troca não é possível: Caso o cliente opte em devolver o medicamento por não querer mais o produto ou por necessidade de interrupção do tratamento, a farmácia não tem a obrigação de aceitar a devolução. Para os medicamentos controlados, de acordo com duas normas sanitárias: o artigo 44 da Portaria SVS/MS 344/98 e o artigo 90 da Portaria SVS/MS 6/99 informam que, nesses casos, o consumidor deve encaminhar o medicamento controlado à Vigilância Sanitária da sua região.




O maior motivo para que medicamentos não possam ser trocados com tanta facilidade, como celulares e outros produtos, é que existe o chamado risco sanitário, que preza pela segurança da saúde do próprio consumidor. Essa situação se torna efetiva, por exemplo, quando o consumidor do medicamento, após efetuar a compra do produto e ao sair da farmácia ou drogaria, tira do farmacêutico, que deve zelar pelo bom condicionamento do medicamento, a responsabilidade por aquele item.

Fonte: Anvisa

Descontinuação de Cepacaína®


A Sanofi informa a descontinuação definitiva de fabricação do medicamento Cepacaína® (1,466 mg de cloridrato de cetilpiridínio monoidratado + 10 mg benzocaína), indicado para o alívio rápido e temporário das dores e irritações da boca e da garganta provocadas por faringites (inflamação da faringe), amigdalites (inflamação da garganta), estomatites (inflamação da mucosa da boca) e outras indicações.

Fonte: sanofi.com.br


Imunoglobulina G


A imunoglobulina G, ou IgG, é um anticorpo pertencente à categoria das gamaglobulinas. Presentes essencialmente no soro e no líquido intersticial, as imunoglobulinas G representam perto de 80% dos anticorpos que circulam no corpo humano.

Fornece proteção contra vírus, bactérias e toxinas e é a única imunoglobulina que atravessa a placenta. A IgG é particularmente importante na resposta secundária do sistema imunológico. Quando o sistema imunológico é exposto a um antígeno pela primeira vez, inicia-se a resposta primária com elevação de IgM e, logo em seguida, de IgG.

A IgG retém a memória do antígeno, de forma que nas próximas vezes em que o sistema imunológico tomar contato com este antígeno, a resposta será imediata.




Valores aumentados nos seguintes casos: Mieloma; Doenças infecciosas; Doença hepática; Linfomas; Esclerose múltipla; Neurosífilis; Doença parasitária; Febre reumática; Artrite reumatóide; Sarcoidose; Síndrome de Sjögren; Desnutrição grave; Lúpus eritematoso sistêmico; Uso de medicamentos: carbamazepina, clorpromazina, fenitoína, ácido valpróico e outros.

Valores diminuídos nos seguintes casos: Agamaglobulinemia; AIDS; Infecções bacterianas; Deficiência imunológica humoral; Leucemia; Aplasia linfoide; Pré-eclampsia.

Fonte: medicamentosesaude.com

Eficácia do formoterol na reversão imediata do broncoespasmo


Os b2-agonistas inalatórios desempenham um papel importante no tratamento da asma, devido ao seu excelente efeito broncodilatador. Os b2-agonistas de curta ação, salbutamol e fenoterol, são habitualmente empregados na reversão das crises agudas de broncoespasmo. Já os broncodilatadores formoterol e salmeterol têm um efeito broncodilatador prolongado, sendo classificados como b2-agonistas de longa ação.

Um estudo demonstrou que o formoterol liberado através de inalador de pó seco apresenta um rápido início de ação broncodilatadora, comparável à do fenoterol spray. O grau de broncodilatação alcançado por pacientes submetidos a broncoespasmo induzido por metacolina foi praticamente idêntico comparando-se a administração de formoterol por inalador de pó seco com a de fenoterol por nebulímetro pressurizado.

Na literatura internacional encontram-se poucos trabalhos comparando o efeito do formoterol na reversão imediata do broncoespasmo em relação aos b2-agonistas de curta ação. O presente estudo é um dos poucos a utilizar o fenoterol em comparação ao formoterol, além de apresentar uma amostragem de pacientes maior em relação aos estudos anteriores.




Dentre os b2-agonistas de longa ação, o formoterol é o que apresenta início de ação mais rápido. Os resultados obtidos neste estudo estão de acordo com as conclusões encontradas na literatura.

Alguns autores, em estudo randomizado com dezesseis pacientes asmáticos, compararam a velocidade e o grau de broncodilatação obtidos com o uso de 12ug e 24ug de formoterol liberado por inalador de pó seco com 400ug de salbutamol liberado por nebulímetro pressurizado após broncoespasmo induzido por metacolina, e não encontraram diferença significativa entre os grupos

O efeito broncodilatador imediato do formoterol também está associado à escolha do dispositivo inalatório empregado para sua administração. O inalador para pó seco apresenta deposição pulmonar superior à do spray, o que está associado a maior eficácia do produto.

A facilidade na administração do formoterol, através de um inalador de pó seco (aerolizer), permite sua utilização tanto por crianças quanto por idosos que possuam dificuldades nas manobras exigidas para o uso do nebulímetro pressurizado, o que resulta em maior aderência ao tratamento.

Fonte: Jornal Brasileiro de Pneumologia

94% da população pode estar infectada pelo vírus causador de Herpes-Zoster


A herpes-zoster, também conhecida como cobreiro, é uma doença infecciosa que aparece quando o vírus varicela-zoster, o mesmo causador da catapora, é reativado no organismo. A condição é caracterizada por bolhas cheias de líquido na pele que podem surgir em diversas partes do corpo, unilateralmente, ou seja, em apenas uma faixa de um dos lados do corpo.

Em uma entrevista para a reportagem da rede BBC, Maisa Kairalla, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, afirma que a população brasileira é muito exposta ao varicela-zóster e que 94% está infectada com o vírus, mesmo sem saber.

Geralmente adquirido na infância - momento em que a maioria dos brasileiros manifesta as feridas clássicas e a coceira da catapora -, ele pode ficar anos dormente no organismo e "acordar" a qualquer fase da vida. Quando desperta, o vírus faz surgir dolorosas bolhas pelo corpo.




"O vírus fica alojado em gânglios nas regiões do tórax ou do abdômen e um dia, por causa da queda da imunidade ou porque a pessoa está mais velha, ele aparece como herpes-zoster", explica a médica.

De modo geral, a lesão cutânea gerada pela doença regride sozinha, mesmo sem tratamento, entre 7 e 10 dias, mas o tratamento completo é importante para evitar complicações.

Quem sofre de baixa imunidade grave pode precisar fazer uso de antivirais aplicados diretamente nos vasos, mas na maioria dos casos o tratamento é feito com associação de medicamentos tópicos e orais.

Fonte: vix.com

Greve faz com que hospitais já registrem falta de medicamentos e pode haver risco aos pacientes


Com a greve dos caminhoneiros completando seu quarto dia, alguns dos principais hospitais privados do País já começam a registrar falta de medicamentos e insumos necessários para o atendimento a pacientes.

Nesta quinta-feira (24), três entidades que representam o setor emitiram comunicados alertando para o risco da situação e pedindo aos grevistas que liberem da paralisação caminhões que transportam medicamentos e oxigênio.

A Confederação Nacional de Saúde (CNS) informou, em nota, que estabelecimentos de saúde já sofrem "falta de gás medicinal, material anestésico, medicamentos, insumos para tratamento de água, entre outros produtos vitais para a manutenção dos serviços, bem como para a segurança dos pacientes".




A entidade diz que "não se opõe a nenhuma manifestação", mas apelou aos manifestantes que liberem os veículos que transportam materiais médicos para que a reivindicação da categoria "não coloque em risco a saúde do cidadão".

A Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), que representa 24 centros de saúde de referência no País, como os hospitais Sírio-Libanês e Albert Einstein, solicitou às lideranças do movimento grevista que cargas de gases medicinais, como oxigênio, medicamentos e outros insumos "sejam liberados do embargo estabelecido".

Alguns dos hospitais associados já detectam "queda substancial dos estoques e iminente falta de insumos nas instituições de saúde", situação que pode ameaçar o bem-estar e a vida dos pacientes atendidos.

Fonte: noticias.uol.com.br

Farmácia Popular discute inclusão do enfermeiro como prescritor


O Grupo de Trabalho instituído pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) apresentou ao Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde (DAF/MS), nesta quarta-feira (24/5), proposta para a inclusão dos enfermeiros como prescritores do Programa Farmácia Popular.

A Anvisa reconhece a atribuição do enfermeiro sobre a prescrição de medicamentos estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde, conforme a Lei 7498/86. A prescrição também está referendada por portarias do Ministério da Saúde, e é uma realidade consolidada na atenção básica.

“A proposta busca resolver um impasse. A legislação permite a prescrição de medicamentos por enfermeiros, mas a prescrição não é aceita na Farmácia Popular, que distribui remédios gratuitamente ou com redução de até 90% no preço de mercado, dificultando o acesso”, explica a enfermeira Carmen Lupi, integrante do GT. As prescrições são aceitas somente farmácias que integram a rede de atenção básica do município.




Carmen Lupi, Cleide Mazuela e Rachel Diniz participaram da reunião com a responsável pelo Farmácia Popular, Cleonice Gama, e equipe técnica do DAF. A reunião acordou a entrega de documentação do Ministério da Saúde, embasando a prescrição do enfermeiro, e pelo desenvolvimento de trabalho conjunto para elencar, dentre os enfermeiros inscritos, aqueles que são lotados na Atenção Básica e que são prescritores.

O curioso é ler que o "Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) apresentou ao Departamento de Assistência FARMACÊUTICA do Ministério da Saúde..." Ponto para o Cofen, mas... alô, CFF??? O farmacêutico é aquele só para ficar atrás do balcão vendo a cara feia do cliente enquanto o sistema trava? Há algo a se melhorar aí...

Fonte: cofen.gov.br

Agora é definitivo: não haverá mais Olcadil®


O medicamento Olcadil® (cloxazolam), em suas diferentes apresentações de dosagem, deixou de ser encontrado nas drogarias e o fato já havia sido noticiado por este blog.

O motivo consistiu na dificuldade para aquisição do princípio ativo, aliás, razão pela qual tampouco se conseguia o medicamento genérico. A Novartis, fabricante do produto, até então não tinha uma posição quanto à possibilidade do reabastecimento no mercado, mas agora uma decisão foi tomada e comunicada.

Em notificado disponibilizado pela empresa, é mencionada a dificuldade para que um novo fornecedor do princípio ativo pudesse atestar a manutenção da qualidade, segurança e eficácia do produto. Deste modo, sem opção para que o registro do medicamento fosse mantido, a empresa decidiu pela descontinuação definitiva.




A Novartis ainda ressalta que não há qualquer relação com a segurança ou a qualidade do medicamento já disponibilizado no mercado. Vale divulgar a informação a afim de que pacientes e médicos que ainda contavam com a possibilidade de conseguir o medicamento agora possam encontrar a melhor alternativa terapêutica.

Fonte: novartis.com.br

Receptores colinérgicos muscarínicos e nicotínicos


Receptores nicotínicos: são canais iônicos controlados por ligantes pelo mecanismo de portões e sua ativação leva a um rápido aumento na permeabilidade celular ao Na+ e K+, despolarização e excitação (abertura rápida do canal iônico). Os receptores nicotínicos são proteínas pentaméricas compostas por, no mínimo, duas subunidades distintas (α e β).

Nos humanos, oito variantes de subunidade α foram observadas e três subunidades β. Cada subunidade contém múltiplos domínios transmembrana e as subunidades individuais circundam um canal interno. Estes receptores são encontrados na periferia e na junção neuromuscular e na sinapse ganglionar, e também no cérebro, local onde a ACh é um neurotransmissor.




Receptores muscarínicos: estes são metabotrópicos e encontram-se associados a uma proteína G. Cinco subtipos de receptores muscarínicos foram detectados por clonagem molecular. Todavia, os receptores definidos farmacologicamente através da ação de antagonistas são três apenas (M1, M2 e M3).

Os receptores M1 são encontrados nos gânglios autônomos, em neurônios do sistema nervoso central e nas células parietais gástricas e aparentemente medeiam os efeitos excitatórios da ACh. Esta excitação é gerada por redução na condutância ao K+ e pela inibição dos canais de cálcio. Os receptores M2 e M3 localizam-se nas glândulas secretoras, músculo liso e no sistema nervoso central. Relacionam-se com os efeitos excitatórios da ACh.

Fonte: InfoEscola

Reativação de Apidra® (insulina glulisina)


A empresa Sanofi disponibiliza comunicado em seu site informando que notificou à Anvisa a reativação da fabricação do medicamento Apidra® (insulina glulisina).

De acordo com a Sanofi, o procedimento foi realizado em 25 de abril de 2018 e, desde então, o mercado não está mais desabastecido do referido produto.

Fonte: sanofi.com.br


Excesso de limpeza pode ser causa de leucemia infantil


Cerca de 13 mil novos casos de câncer em crianças e adolescentes ocorreram no Brasil em 2017. Dentre vários tipos, o de maior incidência é a leucemia, correspondendo a 30% dos casos.

O porquê e como seres humanos tão novinhos desenvolvem essa doença gera controvérsias há décadas — possíveis causas ambientais, como radiações ionizantes, ondas eletromagnéticas ou até mesmo produtos químicos nunca apresentaram evidências concretas para serem aceitas.

Um ambiente limpo é importante, mas o “isolamento” infantil, numa tentativa de proteção, é prejudicial: segundo Mel Greaves, autor do estudo e cientista do Instituto de Pesquisa do Câncer, em Londres, o sistema imunológico se torna mais suscetível ao câncer se não tiver um contato razoável com micróbios no início da vida.




Apesar de ser uma descoberta inusitada, a conclusão do estudo também é animadora: até certo ponto, dá para diminuir as chances de câncer infantil.

A leucemia linfoblástica aguda (LLA) é responsável por 75% dos casos de leucemia infantil, e, felizmente, 90% das crianças que fazem um tratamento adequado se curam. Esse câncer no sangue ocorre quando linfócitos em formação na medula óssea sofrem alterações e se multiplicam de forma desordenada.

Fonte: Super Interessante

Alerta para uso indevido de melatonina


A melatonina é uma substância conhecida principalmente por sua função de regulação do sono e do sistema imunológico. No ano passado, a substância ganhou destaque por ser encontrada em farmácias de manipulação, apesar de não ser considerada oficialmente como medicamento.

Para o professor de fisiologia José Cipolla Neto, o fato de as pessoas consumirem a substância sem prescrição médica é preocupante. “Nos EUA há muitas pessoas fazendo uso indiscriminado, o que é uma tragédia, e nós estamos indo para o mesmo caminho por aqui“.

Entre os riscos causados pela melatonina está o de desenvolvimento de diabetes. Segundo Cipolla Neto, a quantidade de melatonina administrada deve ser moderada durante a noite (período de sono), caso contrário poderá causar resistência insulínica durante a manhã e provocar a doença.




Uma das indicações comuns da melatonina é a de reposição em idosos. O envelhecimento reduz naturalmente a produção da substância e, nesses casos, é recomendada a sua reposição. "Após certa idade, a glândula pineal reduz a produção de melatonina, às vezes até em 20%", afirma o médico.

No entanto, pessoas jovens vêm usando o medicamento cada vez mais cedo, em parte para combater a insônia crescente, exacerbada pela exposição prolongada a equipamentos eletrônicos. "A produção normal de melatonina só existe em condição de noite sem iluminação artificial", explica.

Fonte: Saúde Curiosa

Novo tratamento contra enxaqueca é aprovado nos EUA


Um novo passo para o tratamento de pessoas que sofrem com enxaqueca foi dado este mês, com a aprovação, nos Estados Unidos, do primeiro medicamento destinado a prevenir a forma mais grave dessas dores.

A confirmação é da própria agência regulatória FDA (Food and Drug Administration). Fabricada pela Amgen e pela Novartis, o Aimovig (erenumab-aooe) é aplicado uma vez ao mês por meio de um dispositivo semelhante ao de uma caneta de insulina.

Com indicação apenas para pacientes adultos, o fármaco bloqueia um fragmento de proteína, CGRP, que está relacionada ao gene da calcitonina, uma molécula envolvida nos ataques e na permanência da enxaqueca no paciente.




Para o vice-diretor da Divisão de Produtos de Neurologia do Centro de Avaliação e Pesquisa de Drogas da FDA, Eric Bastings, o Aimovig é uma nova e promissora opção para reduzir o número de dias com enxaqueca. Por enquanto não há previsão para aprovação de uso no Brasil.

Fonte: Correio Braziliense

Descontinuação de Perlutan®


A Boehringer Ingelheim do Brasil disponibilizou comunicado em seu site informando a descontinuação temporária de importação do medicamento Perlutan® (algestona acetofenida + enantato de estradiol).

A ocorrência está baseada em alterações no processo de fabricação do produto, o que causará desabastecimento no mercado nacional.

A empresa esclarece que alternativas terapêuticas devem ser discutidas com o prescritor, portanto é importante que as pacientes procurem seus médicos antes de adotarem outro procedimento.

Fonte: boehringer-ingelheim.com.br


Síndrome do Segredo - condição desenvolvida por quem sofre abuso sexual


Vítimas de abusos sexuais que não conseguem falar sobre o que passaram fazem parte de uma enorme quantidade de pacientes em consultórios psicológicos e psiquiátricos. E um grupo desses profissionais de saúde dá até um nome para essa condição: Síndrome do Segredo ou Síndrome do Silêncio.

O silêncio dessas vítimas é fruto de um fenômeno complexo. Não existe um motivo único pelo qual elas não falem. Quando o abuso acontece por parte de um conhecido ou de uma pessoa próxima da vítima, a síndrome é mais comum, dizem os especialistas.

"A vítima tem medo de que as consequências para o pai, o irmão ou o marido sejam ruins. Outro medo bastante recorrente é o de que, se decidir contar, ninguém vai acreditar nela", explica Cátula Pelisoli, psicóloga e doutora em psicologia.




Outros fatores compõem o quadro perverso do silêncio. Em muitos casos, existem ameaças por parte do abusador, vergonha da vítima pelo que aconteceu ou dependência financeira e emocional de quem perpretou a violência.

Mas o não falar também gera prejuízos emocionais, pois a vítima, segundo os especialistas, "não elabora o que viveu". "Quanto mais tempo passa, mais danos esse trauma traz para o desenvolvimento de quem foi abusado", diz Cátula Pelisoli. Depressão, síndrome do pânico, traumas sexuais e somatização do sofrimento transformado em doenças são alguns desses prejuízos.

Fonte: universa.uol.com.br

Ação que pretende proibir emagrecedores segue sem surtir o efeito pretendido


A Lei mais recente (13.454/2017) que permite a produção, venda e consumo dos emagrecedores,  atendeu a demanda de médicos especialistas e de pacientes que sofrem com a obesidade. Estes pacientes, com a proibição dos medicamentos a partir de 2011, viram o espectro terapêutico para a doença ficar limitado a dietas, exercícios e recursos cirúrgicos.

Em setembro de 2017, a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Saúde (CNTS) entrou com a Ação Direta de Inconstitucionalidade 5779 no Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo a revogação da referida Lei, para que os emagrecedores voltem a ser proibidos no País.




No entanto, até o presente momento, a Ação proferida não surtiu o efeito desejado. A produção e comércio de emagrecedores segue ocorrendo normalmente, despertando opiniões antagônicas. Prescritores e pacientes que procuram o tratamento agradecem, enquanto aqueles que são contrários ao uso desta classe de fármacos, por conta de seus riscos à saúde, seguem contrariados.

Nimesulida e Hepatotoxicidade


A hepatotoxicidade, ainda que raramente relatada como efeito adverso atribuído aos AINEs, pode se manifestar de forma severa, fazendo com que alguns fármacos dessa categoria fossem retirados do mercado. Alguns autores têm relatado casos clínicos em que a hepatotoxicidade associada ao uso de nimesulida ocorreu em diferentes países.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) registrou aproximadamente 320 casos de desordens hepatobiliares associadas ao uso de nimesulida. A Agência Europeia para Avaliação de Medicamentos (EMEA) atualmente recomenda um período limitado para o uso da nimesulida (15 dias) e com dose máxima de 100mg/dia, sugerindo ainda evitar o uso em crianças. No Brasil ainda não há relatos de toxicidade hepática associada a este fármaco.

O mecanismo da hepatotoxicidade provocada por nimesulida ainda é desconhecido, podendo condicionar lesão hepatocelular e/ou colestática, mas provavelmente de origem idiossincrásica, ou seja, mais metabólica do que imunoalérgica, levando à produção de metabólitos reativos.




O aumento da concentração do fármaco no compartimento hepatobiliar e a formação de metabólitos reativos que produzem estresse oxidativo, assim como lesão mitocondrial, são considerados.

Fatores genéticos (ou adquiridos) podem aumentar as vias que levam à toxicidade hepática ou dificultar os caminhos de proteção e desintoxicação. Anormalidades específicas e alteração na expressão de genes também são incluídos. Polimorfismo genético de isoforma do citocromo P450 tem sido associado às complicações hepáticas causadas pela nimesulida.

O principal fator de risco é a idade do paciente, uma vez que o uso frequente de AINEs para tratar doenças musculoesqueléticas eleva o risco de lesões no fígado nestes pacientes. Há também mais referências para a hepatotoxicidade em mulheres ou quando há hepatopatia pré-existente.

Fonte: rbfarma.org.br

Ressurgimento da ampicilina no manejo da febre tifoide


A febre tifoide (ou febre entérica) é uma doença infectocontagiosa causada pela bactéria Salmonella typhi (S. typhi) e transmitida pelo consumo de água e alimentos contaminados.

Por se tratar de um fármaco de primeira linha, a ampicilina perdeu sua eficácia na erradicação da infecção bacteriana devido ao amplo desenvolvimento da Salmonella typhi multirresistente - multidrug-resistant Salmonella typhi (MDRST). Contudo, há relatos de reversão dos padrões de resistência à ampicilina. Isso é animador diante do pavor do desenvolvimento de resistências, quando comparado ao escasso surgimento de novos tratamentos.

A redução na concentração inibitória mínima (CIM) pode ser um indicador inicial de sensibilidade antimicrobiana. Há alguns estudos reportando redução nos valores de CIM de ampicilina em diferentes localidades da India, indicando o ressurgimento da sensibilidade de S. typhi à ampicilina.




Os primeiros dados do aumento da suscetibilidade foram publicados no final dos anos 90. Em um estudo conduzido em Bangalore, a sensibilidade de S. typhi foi descrita como significativamente maior em 1996 (80%) quando comparada ao cenário de 1991 (63%).

Outro estudo, conduzido como parte da vigilância de saúde sobre a febre tifoide em Pondicherry, descreve queda na resistência de Salmonella à ampicilina de 53% para 24% entre 2002 e 2009.

Ao se observarem casos isolados de infecção por S. typhi em 14 hospitais da região centro-oeste durante os anos de 2008 e 2009, 94,5% dos casos eram sensíveis à ampicilina. Dados de outras regiões do paíss sugeriram resultados semelhantes. Deste modo, concluiu-se que, naquele país, em torno de 90% das infecções por S. typhi readquiriram sensibilidade à ampicilina.

Fonte: US National Library of Medicine 

Resurgence of ampicillin in management of enteric fever


From being first line drug, ampicillin lost its efficacy due to widespread development of multidrug-resistant Salmonella typhi (MDRST). However, there are reports of a remarkable reversal in the resistance pattern to ampicillin. This is reassuring in the time when there is dread of resistance development to most of the antimicrobials and dearth of development of new antimicrobials.

Reduction in minimum inhibitory concentration (MIC) could be an initial indicator of antimicrobial sensitivity. There are several studies, reporting reduction in MIC values of ampicillin from various parts of India indicating re-emergence of S. Typhi sensitivity to ampicillin.

Initial reports of increasing susceptibility of S. Typhi to ampicillin were published in late 1990s. In a study conducted at Bangalore, Karnataka; sensitivity of S. Typhi was found significantly higher in 1996 when compared to 1991 (63% and 80% respectively).




A study conducted as a part of prospective surveillance of typhoid fever at Pondicherry, India, reported fall in ampicillin resistant Salmonella isolates to 24% from 53% in a period from 2002 to 2009.

In the study conducted on isolates of S. Typhi, from 14 hospitals of Central-West India during year 2008-09, 94.5% isolates were found sensitive to ampicillin. Studies from other parts of India have reported similar findings of increasing S. Typhi sensitivity to ampicillin. Reported evidence suggests that ≥90% Salmonella typhi have regained susceptibility to ampicillin.

Reference: US National Library of Medicine 

Antimycobacterial activity of the antiinflammatory agent diclofenac


Diclofenac, an antiinflammatory agent, exhibited remarkable inhibitory action against both drug sensitive and drug resistant clinical isolates of Mycobacterium tuberculosis, as well as other mycobacteria.

This drug was tested in vitro against 45 different strains of mycobacteria, most of which were inhibited by the drug at 10-25 µg/ml concentration. When tested in vivo, diclofenac, injected at 10 µg/g body weight of a Swiss strain of white mice, could significantly protect them when challenged with 50 median lethal dose of M. tuberculosis.




According to the test, the in vivo data were highly significant. Diclofenac was further tested for synergism with the conventional antimycobacterial drug streptomycin against M. smegmatis.

When compared with their individual effects, synergism was found to be statistically significant. By the checkerboard assessment procedure, the fractional inhibitory concentration index of this combination confirms synergism.

Reference: Scielo

Diclofenaco apresenta atividade contra Mycobacterium tuberculosis


O diclofenaco, um agente anti-inflamatório não esteroide (AINE), mostrou ação inibitória marcante contra isolados clínicos de Mycobacterium tuberculosis sensíveis e resistentes a outros fármacos.

O fármaco foi testado in vitro contra 45 cepas diferentes de micobactérias, sendo que a maioria foi inibida na concentração de 10-25 µg/ml. Quando testado in vivo, o diclofenaco injetado em ratos albinos da linhagem Swiss, na proporção de 10 µg/g de peso corporal, provocou proteção significativa dos animais desafiados com metade da dose letal de M. tuberculosis.




De acordo com o teste, os dados in vivo foram altamente significativos. O diclofenaco posteriormente foi testado quanto ao sinergismo com o antimicobacteriano convencional estreptomicina, frente a M. smegmatis.

Quando comparado aos seus efeitos individuais, o sinergismo foi estatisticamente significativo. Através da análise checkerboard, o índice fracional de concentração inibitória para essa combinação confirmou o sinergismo.

Fonte: Scielo

Novas listas de medicamentos de referência


Acesse os links abaixo para consultar as listas atualizadas disponibilizadas pela Anvisa no dia 15/05.

- Medicamentos que contenham um único insumo farmacêutico ativo: Lista A

- Medicamentos que contenham dois ou mais insumos farmacêuticos ativos em uma única forma farmacêutica: Lista B


Da Assistência e Responsabilidade Técnicas


Esta lei dispõe sobre o Controle Sanitário do Comércio de Drogas, Medicamentos, Insumos Farmacêuticos e Correlatos, e dá outras Providências. Separo aqui alguns itens do capítulo IV, buscando proporcionar atualização e mais conhecimento aos profissionais de farmácia.

Art. 15 - A farmácia e a drogaria terão, obrigatoriamente, a assistência de técnico responsável, inscrito no Conselho Regional de Farmácia, na forma da lei.
§ 1º - A presença do técnico responsável será obrigatória durante todo o horário de funcionamento do estabelecimento.
§ 2º - Os estabelecimentos de que trata este artigo poderão manter técnico responsável substituto, para os casos de impedimento ou ausência do titular.
§ 3º - Em razão do interesse público, caracterizada a necessidade da existência de farmácia ou drogaria, e na falta do farmacêutico, o órgão sanitário de fiscalização local licenciará os estabelecimentos sob a responsabilidade técnica de prático de farmácia, oficial de farmácia ou outro, igualmente inscrito no Conselho Regional de Farmácia, na forma da lei.




Art. 16 - A responsabilidade técnica do estabelecimento será comprovada por declaração de firma individual, pelos estatutos ou contrato social, ou pelo contrato de trabalho do profissional responsável.
§ 1º - Cessada a assistência técnica pelo término ou alteração da declaração de firma individual, contrato social ou estatutos da pessoa jurídica ou pela rescisão do contrato de trabalho, o profissional responderá pelos atos praticados durante o período em que deu assistência ao estabelecimento.
§ 2º - A responsabilidade referida no § anterior substituirá pelo prazo de um ano a contar da data em que o sócio ou empregado cesse o vínculo com a empresa.




Art. 17 - Somente será permitido o funcionamento de farmácia e drogaria sem a assistência do técnico responsável, ou do seu substituto, pelo prazo de até trinta dias, período em que não serão aviadas fórmulas magistrais ou oficiais nem vendidos medicamentos sujeitos a regime especial de controle. (algum estabelecemento fica sem vender medicamento sujeito a controle especial sem farmacêutico no horário???)

Art. 20 - A cada farmacêutico será permitido exercer a direção técnica de, no máximo, duas farmácias, sendo uma comercial e uma hospitalar.

Ampicilina - modificação na cadeia das penicilinas naturais


A ampicilina é uma aminopenicilina que foi sintetizada a partir de modificações na cadeia lateral das penicilinas naturais. Isso lhe conferiu, na época, consideráveis avanços em relação às penicilinas naturais, como a atividade contra algumas bactérias gram-negativas, hoje desprezível devido às elevadas taxas de resistência.

Em termos práticos, estes antibióticos possuem indicações semelhantes às das penicilinas naturais para os germes sensíveis, como estreptococos e Neisseria. Não estão indicados para o tratamento da sífilis, para o qual a penicilina G é a medicação de escolha. A ampicilina tem ação ligeiramente maior que a penicilina G contra enterococos.




O fármaco está disponível para uso oral e endovenoso. As indicações mais frequentes da ampicilina por via endovenosa são: Infecções por enterococos; Infecções por Listeria monocytogenes; Meningite meningocócica; Endocardite por Streptococcus viridans e S. bovis.

Bactérias gram-negativas como a Eschericha coli, Salmonela spp. e Shigella spp. são geralmente resistentes a este antimicrobiano, portanto a ampicilina não deve ser usada empiricamente nas infecções suspeitas por estes agentes. Entretanto, pode ser indicada caso a sensibilidade seja comprovada por antibiograma.

Fonte: Curso Básico de Antimicrobianos - FMRP-USP

Novo composto previne morte neuronal após AVC


Um dos maiores problemas causados pelo acidente vascular cerebral isquêmico (AVC), o popular derrame, são os danos neurais, já que o desequilíbrio do fluxo sanguíneo faz com que neurônios fiquem sem oxigênio e, consequentemente, morram.

Algumas células nervosas, porém, resistem aos danos, mas ficam enfraquecidas, sendo eliminadas pelo organismo antes de se recuperarem. Pesquisadores americanos desenvolveram um medicamento que inibe a área do sistema de defesa responsável por essa tarefa, com o objetivo de evitar a perda de neurônios.

A droga foi testada em ratos e surtiu os resultados esperados, os quais foram divulgados na última edição da revista Science Translational Medicine. “Existe um núcleo isquêmico onde ocorre a maior privação de oxigênio. Neurônios nessa área são irremediavelmente danificados e morrem. Mas neurônios danificados fora do núcleo do AVC podem ser recuperados”, detalha, em comunicado, Stephen Tomlinson, principal autor do estudo e professor do Departamento de Microbiologia e Imunologia da Universidade de Medicina da Carolina do Sul.




O composto B4Crry reduziu a inflamação na área atingida pelo AVC e causou maior recuperação do aprendizado espacial e da memória das cobaias 12 dias após a ocorrência, comparando-se ao grupo controle, que não foi medicado. Os benefícios foram os mesmos em roedores tratados 24 horas depois do AVC — o primeiro dia é considerado o momento-chave para reduzir as complicações.

Fonte: Correio Braziliense

Clinical Pharmacology of Ibuprofen


Ibuprofen was the first member of propionic acid derivatives to be introduced in 1969 as a better alternative to Aspirin. Gastric discomfort, nausea and vomiting, though less than aspirin or indomethacin, are still the most common side effects.

Ibuprofen is the most commonly used and most frequently prescribed nonsteroidal anti-inflammatory drugs (NSAID). It is a non-selective inhibitor of cyclo-oxygenase-1 (COX-1) and cyclo-oxygenase-2 (COX-2). Although its anti inflammatory properties may be weaker than those of some other NSAIDs, it has a prominent analgesic and antipyretic role.

Its effects are due to the inhibitory actions on cyclo-oxygenases, which are involved in the synthesis of prostaglandins. Prostaglandins have an important role in the production of pain, inflammation and fever.

It is well absorbed orally; peak serum concentrations are attained in 1 to 2 hours after oral administration. It is rapidly bio-transformed with a serum half life of 1.8 to 2 hours. The drug is completely eliminated in 24 hours after the last dose. The drug is more than 99% protein bound and extensively metabolized in the liver.




Although highly bound to plasma proteins (90-99%), displacement interactions are not clinically significant, hence the dose of oral anti-cogulants and oral hypoglycemic needs not be altered. More than 90% of an ingested dose is excreted in the urine as metabolites or their conjugates, the major metabolites are hydroxylated and carboxylated compounds.

Old age has no significant effects on the elimination of ibuprofen. Renal impairment also has no effect on the kinetics of the drugs, rapid elimination still occur as a consequence of metabolism.

The administration of ibuprofen tablets either under fasting conditions or immediately before meals yield quiet similar serum concentrations-time profile. When it is administered immediately after a meal, there is a reduction in the rate of absorption but no appreciable decrease in the extent of absorption.

Reference: US National Library of Medicine 

Portaria 344/98 - Como a notificação de receita deve ser preenchida?


Este texto tem a finalidade de trazer um assunto específico contido na Portaria, visando auxiliar aos profissionais de saúde para o correto preenchimento da notificação de receita, bem como a correta observação do documento no ato da venda do medicamento. Para que possamos entender o que é a notificação de receita, vejamos o artigo 36:

Art. 36 A Notificação de Receita é o documento que, acompanhado de receita, autoriza a dispensação de medicamentos à base de substâncias constantes das listas "A1" e "A2" (entorpecentes), "A3", "B1" e "B2" (psicotrópicas), "C2" (retinóicas para uso sistêmico) e "C3" (imunossupressoras).

Como a Notificação de Receita deve ser preenchida? 

§ 3º A Notificação de Receita deverá estar preenchida de forma legível, sendo a quantidade em algarismos arábicos e por extenso, sem emenda ou rasura.




O documento deverá conter (tópicos em vermelho e comentários em azul):

 - identificação do emitente: nome do profissional com sua inscrição no Conselho Regional com a sigla da respectiva Unidade da Federação; ou nome da instituição, endereço completo e telefone;

- identificação do usuário: nome e endereço completo do paciente, e no caso de uso veterinário, nome e endereço completo do proprietário e identificação do animal;

- nome do medicamento ou da substância: prescritos sob a forma de Denominação Comum Brasileira (DCB), dosagem ou concentração, forma farmacêutica, quantidade (em algarismos arábicos e por extenso) e posologia;

- símbolo indicativo: no caso da prescrição de retinóicos, deverá conter um símbolo de uma mulher grávida, recortada ao meio, com a seguinte advertência: "Risco de graves defeitos na face, nas orelhas, no coração e no sistema nervoso do feto";

- data da emissão; (observar validade da receita de acordo com a classe de medicamento prescrita)

- assinatura do prescritor: quando os dados do profissional estiverem devidamente impressos no campo do emitente, este poderá apenas assinar a Notificação de Receita. No caso de o profissional pertencer a uma instituição ou estabelecimento hospitalar, deverá identificar a assinatura com carimbo, constando a inscrição no Conselho Regional, ou manualmente, de forma legível; (logo, o carimbo não é imprescindível)




- identificação do comprador: nome completo, número do documento de identificação, endereço completo e telefone; (a farmácia poderá coletar estes dados)

- identificação do fornecedor: nome e endereço completo, nome do responsável pela dispensação e data do atendimento; (preenchido pela farmácia)

- identificação da gráfica: nome, endereço e C.G.C impressos no rodapé de cada folha do talonário. Deverá constar também, a numeração inicial e final concedidas ao profissional ou instituição e o número da Autorização para confecção de talonários emitida pela Vigilância Sanitária local; (se a numeração do talonário não estiver dentro da faixa numérica emitida pela gráfica, pode ser indício de documento falso)

- identificação do registro: anotação da quantidade aviada, no verso, e quando tratar-se de formulações magistrais, o número de registro da receita no livro de receituário. (preenchido pela farmácia)

Fonte: sinfarmig.org.br

Como a amoxicilina pode causar infecções fúngicas? Como preveni-las durante o tratamento?


Apesar da utilidade da amoxicilina no combate às infecções bacterianas, o fármaco também elimina bactérias úteis que são responsáveis por evitar a proliferação indesejada de outros microrganismos.

A Candida albicans é um fungo naturalmente presente na pele e em mucosas e se trata justamente de um microrganismo capaz de se multiplicar durante o tratamento com amoxicilina, especialmente se o uso do antibiótico for prolongado. Logo, a terapia antibacteriana pode desencadear uma infecção fúngica; neste caso, a cadidíase.




O que fazer para prevenir uma infecção fúngica oportunista durante o tratamento com amoxicilina? Algumas medidas simpels podem aser adotadas. Vamos a elas:

- Manter a área genital limpa e seca, pois os fungos preferem a umidade;
- Evite roupas íntimas apertadas, pois isso aumentará o calor na região. Este é outro fator que favorece o crescimento fúngico;
- Dar preferência a alimentos alcalinizantes, tais como frutas e vegetais. Procurar evitar refrigerantes e doces, por exemplo,
- Fazer o uso de probióticos, pois eles irão auxiliar a recompor as colônias bacterianas úteis ao organismo, as quais são eliminadas juntamente com os patógenos pelo uso do antibacteriano.

Fonte: yeastinfection.org

How does Amoxicillin cause yeast infections?


Although Amoxicillin can be very helpful in combating bacterial infections, it also kills good bacteria that keep numbers of other undesirable micro-organisms in check.

Candida albicans is a fungus that is naturally present on the skin and on mucous membranes: the mouth, throat, and vagina. When Amoxicillin is taken, especially for a prolonged period of time, it kills good bacteria that keep Candida from spreading.

A yeast infection results when Candida albicans proliferates in the vagina because there are not enough good bacteria to limit its presence.




What can you do to prevent a yeast infection while taking Amoxicillin?

- Keep the genital area clean and dry — fungus likes moist conditions.

- Avoid wearing tight underwear or pants. Wear clean cotton underwear.

- Eat an alkaline diet consisting mainly of fruits and vegetables. Candida thrives in an acidic environment, so a diet based on fruits and vegetables will make your body more alkaline and discourage candida overgrowth.

- Take an oral probiotic supplement. Antibiotics kill both harmful and beneficial bacteria, so taking a probiotic helps to restore the beneficial bacteria your body needs.

Reference: yeastinfection.org

Hidroclorotiazida aumenta risco de câncer de pele


Pessoas em uso do diurético hidroclorotiazida, utilizado para o tratamento de pressão alta, podem ter maior tendência a desenvolver câncer de pele do que outros indivíduos, segundo um estudo dinamarquês.

O diurético é relacionado há bastante tempo ao aumento do risco de queimaduras solares. No entanto, este estudo oferece evidências de que a medicação também pode fazer com que quem o utiliza tenha mais chances de desenvolver dois tipos de câncer de pele: o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular.

Para o estudo, os pesquisadores examinaram os registros de prescrição de hidroclorotiazida de 1995 a 2012, assim como os registros de câncer de pele diagnosticados entre 2004 e 2012.

O estudo demonstrou que, de maneira geral, pessoas que tomaram hidroclorotiazida diariamente por pelo menos seis anos tinham 29% mais chances de desenvolver o carcinoma basocelular e quase quatro vezes mais chances de desenvolver o carcinoma espinocelular do que indivíduos que não tomaram esta medicação.




Os pacientes com 24 anos de uso do diurético tinham 54% mais chances de desenvolver o carcinoma basocelular e mais de sete vezes mais chances de desenvolver o carcinoma espinocelular.

“Nós já sabíamos que a hidroclorotiazida deixa a pele mais vulnerável ao dano provocado pela radiação UV do sol ou das câmaras de bronzeamento” disse o autor do estudo Anton Pottegard, da University of Southern Denmark.

“Entretanto, nós não sabíamos que o uso do diurético também parece se traduzir em um risco aumentado de câncer de pele não-melanoma”, completou.

Fonte: dermatologia.net

Bupropiona contra o tabagismo


Antes de iniciar o tratamento, o paciente tem que estar decidido a parar de fumar. A partir da decisão, o paciente pode iniciar o uso da bupropiona e então considerar diminuir o uso do tabaco entre a primeira e a terceira semana.

Não há efeitos colaterais decorrentes do uso do medicamento enquanto o paciente fuma, mas é importante lembrar que o objetivo do tratamento é erradicar o vício. Deste modo, não há sentido em tomar o medicamento e prosseguir com o tabagismo por muito tempo.

Normalmente indica-se o uso por três meses, mas tudo depende da história e da vivência de cada paciente. Ele não cria dependência e não há necessidade da retirada gradual.




A principal vantagem desse tratamento é a redução da síndrome de abstinência, um dos principais fatores que levam à desistência do tratamento para parar de fumar. Por isso, ele aumenta a chance de sucesso para a cessação do tabagismo.

Porém, ele será realmente eficiente em pessoas com dependência química e não dependência psicológica, por exemplo. Além disso, é preciso que seja avaliado se o paciente tem algum transtorno psiquiátrico, pois este tratamento poderia comprometer uma abordagem médica anterior.

A bupropriona pode interagir com diversos outros medicamentos, principalmente os vasoconstritores e os broncodilatadores. De forma geral, cardiopatas e hipertensos devem relatar o seu histórico ao prescritor antes de solicitar o tratamento.

Fonte: minhavida.com.br

What Causes Depression?


No one knows exactly what causes depression. It is clear that genetic factors are important in many cases of depression. Depression seems to run in families (as do other mood disorders), and about 30% of the predisposition for depression is due to genetic influences.

Stressful life events play a part in the onset or relapse of depression. Ongoing conflicts with others can take their toll on our well-being, as can other social and environmental stressors such as financial difficulties, retirement, unemployment, childbirth, loneliness, or loss of someone or something important. In vulnerable people, these unpleasant life events may be enough to cause or worsen a depressive illness.




A person’s personality characteristics are an important factor. When people are depressed, they usually have a very negative view of themselves and the world. They do not appreciate good things, and bad things seem overwhelming. Some people have a tendency to view things this way even when they are not depressed. In other words, they may have a depressive personality style.

Another possible cause of depression that should not be overlooked is physical illness or medications. Glandular fever, influenza, hepatitis, thyroid hormones, anaemia, diabetes, birth control pills, alcohol and other substances of abuse, or other medications such as those for heart or blood pressure conditions, may all cause symptoms of depression.

Reference: thiswayup.org.au

O uso de ranitidina é seguro durante a gravidez?


Um novo estudo da University of Edinburgh sugere haver relação entre as prescriçções de ranitidina na gestação e desenvolvimento de asma nos bebês. Mais pesquisas precisarão ser conduzidas para confirmar a suspeita, assim como as mulheres precisam ser advertidas a consultarem seus médicos ants de utilizar o medicamento.

A ranitidina, frequentemente usada no tratamento de úlceras e gastrite, é também recomendada pelos prescritores nos casos de azia ou indigestão na gravidez.

A boa notícia é que há um número razoável de pesquisas anteriores apontando exatamente a segurança do fármaco durante a gravidez, sem aumento de risco de prejuízos ao bebê.




O fármaco é aprovado para uso nesta condição nos EUA pelo FDA (Food and Drug Administration) e também no Reino Unido pela MHRA (Medicines and Healthcare products Regulatory Agency).

Apesar de a MHRA alertar para o fato de a ranitida atravessar a placenta, enfatiza também que doses terapêuticas não foram apontadas como prejudiciais ao desenvolvimento do feto. De qualquer maneira, antes de recorrer à medicação é importante aproveitar dicas de saúde disponíveis que auxiliem a prevenir o surgimento dos sintomas.

Fonte: madeformums.com

Is it safe to take ranitidine for pregnancy heartburn?


A new study from the University of Edinburgh, cited in many national newspapers, suggests there may be a possible link between prescription heartburn medicines, like ranitidine, which have histamin-2 receptor antagonist, and asthma in babies.

However more research needs to be done and women are advised to seek advice from their doctors in the first instance. (The study didn't look at over-the-counter medication which, the experts admit, would be more challenging to research.)

Ranitidine is often used to treat ulcers of the stomach and intestines, but can be taken for heartburn and indigestion during pregnancy.

The good news is that there has been lots of research into the safety of ranitidine during pregnancy with no increased risk of any harm to the baby.




And studies show that ranitidine does actually work – it is one of a series of drugs called histamine 2-receptor antagonists which are approved for use in pregnancy by the US Food and Drug Administration (FDA), as well as the UK’s Medicines and Healthcare products Regulatory Agency (MHRA).

Although the MHRA points out that ranitidine does cross the placenta, it says that "therapeutic doses have been without any adverse effect on labour, delivery, or subsequent neonatal progress". But it can be worth trying a few simple tricks to see if they help the indigestion before reaching for the drugs.

Reference: madeformums.com

Carvedilol contra o câncer de pele


O carvedilol é um fármaco com propriedades beta-bloqueadoras não seletivas, alfa-bloqueadora e antioxidante, aprovado como anti-hipertensivo em 2003. Recentemente, contudo, foram descobertas propriedades que sugerem uma nova aplicação.

Pesquisadores da Faculdade de Farmácia da Western University of Health Sciences, da Califórnia, descobriram que o fármaco parece prevenir o dano celular induzido pelo sol, responsável pelo surgimento do câncer de pele.

A descoberta, descrita durante a reunião anual da American Society for Pharmacology and Experimental Therapeutics, aconteceu por acaso. Um estudante estava investigando se o carvedilol poderia causar câncer, porém constatou o efeito oposto ao observar que o fármaco parecia oferecer proteção contra o câncer de pele.




Os pesquisadores, então, começaram a testar o fármaco em cultura de células e, posteriormente, em ratos, focando nos seus efeitos contra os raios ultravioleta B (UVB), que danificam a camada mais superficial da pele (epiderme) e provocam a doença.

De acordo com os resultados obtidos, descobriram que o carvedilol protege a pele contra o dano ao DNA das suas células provocado pelos raios UVB.

Fonte: dermatologia.net

Azithromycin and the Risk of Cardiovascular Death


Azithromycin, a broad-spectrum macrolide antibiotic, has been reported to be relatively free of cardiotoxic effects. However, the closely related drugs erythromycin and clarithromycin can increase the risk of serious ventricular arrhythmias and are associated with an increased risk of sudden cardiac death.

Furthermore, accumulating evidence suggests that azithromycin also may have proarrhythmic effects. There are at least seven published reports of patients with normal baseline QT intervals in whom azithromycin had arrhythmia-related adverse cardiac effects, including pronounced QT-interval prolongation, torsades de pointes and polymorphic ventricular tachycardia in the absence of QT-interval prolongation.

The Food and Drug Administration's Adverse Event Reporting System includes at least 20 reports of torsades de pointes associated with azithromycin.




The study cohort included persons with prescriptions for azithromycin, amoxicillin, ciprofloxacin and levofloxacin. Azithromycin users were primarily women (77.5%), had a mean age of 49 years, and had frequent use of cardiovascular or respiratory medications, visits to the emergency department and prior use of antibiotics.

The characteristics of patients receiving azithromycin prescriptions and the propensity-score matched controls were very similar. In contrast, patients who were prescribed ciprofloxacin or levofloxacin were generally more likely to have complications of diabetes, incontinence and wheelchair or walker use.

The mean summary cardiovascular risk scores for patients taking amoxicillin (9.5), ciprofloxacin (10.3), and levofloxacin (10.6) were higher than the scores for those taking azithromycin (9.3).

Reference: The New England Journal of Medicine

Vantagens e desvantagens dos comprimidos


Comprimidos são preparações de consistência sólida contendo uma unidade posológica, de um ou vários princípios ativos, obtidos aglomerando-se por compressão um volume constante de partículas.

Vamos às vantagens desta forma farmacêutica:

- Uso fácil (volume reduzido o bastante para ser submetido ao acondicionamento e ao transporte);
- Dosagem precisa por unidade posológica;
- Meio seco e condensado favorável à boa conservação;
- Forma conveniente para os princípios ativos pouco solúveis;
- Fabricação industrial em grande escala reduzindo o custo (atende à facilidade de produção e rendimento);
- O sabor desagradável dos fármacos, menos perceptíveis que em meio líquido, pode ser completamente mascarado pelo revestimento;
- Boa apresentação.




Agora, seguem as desvantagens:

- Se a desintegração não ocorrer rapidamente, pode ser nocivo à mucosa do tubo digestivo;
- Se o modo de fabricação não for perfeitamente estudado, pode ser que a desintegração não ocorra;
- Alguns princípios ativos não podem ser veiculados nesta forma farmacêutica;
- Impossibilidade de adaptação de posologia individual;
- Impossibilidade de obtenção econômica de quantidades reduzidas, devido ao relativo custo elevado do equipamento;
- Facilita a automedicação em grandes proporções;
- Impossibilidade de administração a lactentes e comatosos;
- Pessoas com dificuldade para deglutição não conseguem se adaptar ao uso.

Esclarecimento sobre o abastecimento de Clexane®


A Sanofi disponibiliza comunicado em seu site informando que protocolou, em 28 de julho de 2017, o desabastecimento temporário do medicamento Clexane® (enoxaparina sódica). O motivo consiste no aumento da demanda global, ocasionando restrições na quantidade importada e consequente oscilação na disponibilidade do produto no mercado.

A demanda do medicamento tem sido maior do que a prevista nos mercados em todo o mundo desde o ano passado e ainda poderão ocorrer oscilações nas entregas do produto para o ano de 2018.

A empresa esclarece que a situação não está relacionada a nenhum desvio de qualidade, portanto os produtos disponíveis podem continuar sendo utilizados normalmente sem prejuízo à qualidade, segurança e eficácia.




É importante que os pacientes que não encontrarem o medicamento na dosagem prescrita, ou tenham alguma dúvida a respeito, procurem seus médicos para correta orientação. A Sanofi está empreendendo eforços para minimizar o impacto da oscilação de disponibilidade do produto no mercado.

Fonte: sanofi.com.br

Fluoxetine on Bulimia Nervosa


A recent Cochrane group overview on the use of antidepressants in the treatment of bulimia nervosa, including randomized placebo-controlled studies published until 2000, found that the use of drugs decreased the relative risk of binge episodes. The only SSRI included in the analysis was fluoxetine (60 mg/die).

No statistically significant differential effect could be demonstrated regarding efficacy among TCAs, SSRIs, MAOIs and other classes of antidepressants.

The results of this meta-analysis show that patients treated with antidepressants were more likely to prematurely interrupt the treatment due to an adverse event. Patients treated with TCAs dropped out for any reason more frequently than patients treated with placebo. The opposite was found with fluoxetine.




The authors conclude, "fluoxetine is the most systematically studied antidepressant agent. Even if it is not superior to other drugs in terms of efficacy, its better tolerability may justify its use as a first line antidepressant in bulimia nervosa. A daily dose of 60 mg is more effective that the antidepressant doses of 20 mg.

Eight weeks seems to be an appropriate period to obtain a relevant clinical improvement. If only a partial response is noted, an alternative therapeutic approach is indicated".

Reference: US National Library of Medicine 

Fluoxetina e Efeito Rebote


A Fluoxetina, tal como outros inibidores da recaptação da serotonina, é prescrita com bastante frequência para tratar transtornos de ordem psiquiátrica. É um fármaco eficaz no combate à ansiedade e à depressão, porém o consumo precisa ser conduzido com cuidado.

O principal problema associado à fluoxetina é o surgimento da síndrome de abstinência. Trata-se de conjunto de sintomas que podem acometer o indivíduo quando este decide interromper o tratamento por conta própria de forma repentina.

O organismo reage de modo diferente quando a administração é interrompida, de maneira que os sintomas que se manisfestam podem ser físicos e psicológicos. Normalmente estes sintomas regridem quando o tratamento é retomado.




A intensidade com a qual ocorre o chamado efeito rebote varia de um indivíduo para outro, não havendo, portanto, uniformidade nas reações apresentadas. O quadro de abstinência pode surgir de imediato ou mesmo levar até uma semana para o início dos sintomas que o constituem.

Entre os principais sintomas, podemos destacar: ansiedade, irritabilidade, cefaleia, dores musculares, alterações fáceis de humor, fadiga, vertigens e alteração de sensibilidade na pele.

Fonte: seligasaude.com

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