Lisdexanfetamina e o TDAH


Até 2011, ano em que foi disponibilizado no mercado brasileiro a substância lisdexanfetamina, o tratamento medicamentoso do TDAH no país era quase que exclusivamente feito pelo psicoestimulante metilfenidato. Nos Estados Unidos, contudo, há mais tempo está disponível uma gama maior de substâncias, muitas delas pertencentes à família das anfetaminas. 

As anfetaminas são drogas de maior potência quando comparadas ao metilfenidato, muito conhecidas por sua capacidade de inibição do apetite e diminuição drástica do sono. Assim como o metilfenidato, atuam diretamente sobre o neurotransmissor dopamina, resultando em efeitos de maior energia, euforia, concentração, redução do sono, apetite e cansaço. 

Segundo o fabricante, a lisdexanfetamina deve ser usada como parte de um programa total de tratamento, que pode incluir aconselhamento psicológico ou outras terapias. Na bula, o laboratório adverte: “As anfetaminas têm sido alvo de extenso uso abusivo. Tolerância, dependência psicológica extrema e incapacidade social grave ocorreram. Há relatos de pacientes que aumentaram a dose muito acima dos níveis recomendados”. 

Ainda na linha das advertências, segue o laboratório: “O abuso deste medicamento pode causar dependência. O uso indevido de anfetaminas pode causar eventos adversos cardiovasculares graves”. Com relação a efeitos colaterais, ele pode causar redução do apetite, problemas para dormir, cefaleia, perda de peso e boca seca.

Fonte: dda-deficitdeatencao.com.br




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