Avaliação de Hedera helix como expectorante


Uma pesquisa clínica com Hedera helix analisou amostra inicial de 6.025 pacientes, sendo que 175 (2,9%) tiveram o tratamento descontinuado. Dos 5.850 pacientes tratados corretamente, 5.780 (98,8%) apresentaram tosse na 1ª consulta.

Analisando a amostra geral, segundo o teste de McNemar, verificou-se que a queda de 93,4% no sintoma tosse da 1ª consulta (98,8%) para a 2ª consulta (5,4%) foi altamente significativa. Dos 5.780 pacientes com tosse na 1ª consulta, 94,6% registraram ausência e 5,4%  apresentaram tosse inalterada ou piorada na 2ª consulta. Não se verificou existe diferença significativa no percentual de melhora entre sexos ou faixas etárias.




Observou-se também que 311 pacientes permaneceram com tosse e houve modificação significativa no tipo de tosse. Neste subgrupo dos 71 pacientes que apresentavam tosse seca na 1ª consulta, 7,0% persistiram com este tipo de tosse, 40,9% passaram a apresentar tosse produtiva e 52,1% tosse paroxística.

Dos 200 pacientes com tosse produtiva na 1ª consulta, 11,5% passaram a apresentar tosse seca, 26,5% mantiveram tosse produtiva e 62% passaram para tosse paroxística. Dos 23 pacientes com tosse paroxística na 1ª consulta, 4,3% passaram a apresentar tosse seca, 60,9% tosse produtiva e 34,8% tosse paroxística na 2ª consulta.





Embora novos estudos sejam necessários para confirmar os resultados obtidos como sendo decorrentes da intervenção efetuada, afirmou-se que os pacientes que receberam tratamento com Hedera helix tiveram excelentes desfechos clínicos, não só quando analisado o sintoma tosse, mas também quando analisada a evolução da secreção pulmonar, traduzida pela tríade propedêutica roncos, sibilos e expectoração.

Além disso, a tolerabilidade geral ao medicamento foi excelente e a ocorrência de efeitos adversos, mínima.

Fonte: Moreira Jr

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