Segurança da Loratadina


Os anti-histamínicos de segunda geração, grupo no qual se enquadra a loratadina, causam efeitos colaterais relativos ao sistema nervoso central em escala bem mais reduzida quando comparados aos de primeira geração, por terem moléculas maiores e, a rigor, não atravessarem a barreira hematoencefálica.

São mais seguros, mas não inócuos, podendo causar arritmias quando em superdosagem ou no uso concomitante de medicamentos que se utilizem da via metabólica hepática do citocromo P450, tais como cetoconazol, cimetidina ou antimicrobianos macrolídeos (ex: claritromicina). São, portanto, contraindicados nestes casos.


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A loratadina é um anti-histamínico bastante seguro, não produz arritmias na dose recomendada e atinge concentrações muito baixas no leite materno.

Tem sido avaliado seu uso nas rinites (sazonal e perene) e na asma, em associação com os antileucotrienos, com resultados preliminares muito satisfatórios.

Fonte: Moreira Jr

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