Bupropiona contra o tabagismo


Antes de iniciar o tratamento, o paciente tem que estar decidido a parar de fumar. A partir da decisão, o paciente pode iniciar o uso da bupropiona e então considerar diminuir o uso do tabaco entre a primeira e a terceira semana.

Não há efeitos colaterais decorrentes do uso do medicamento enquanto o paciente fuma, mas é importante lembrar que o objetivo do tratamento é erradicar o vício. Deste modo, não há sentido em tomar o medicamento e prosseguir com o tabagismo por muito tempo.

Normalmente indica-se o uso por três meses, mas tudo depende da história e da vivência de cada paciente. Ele não cria dependência e não há necessidade da retirada gradual.




A principal vantagem desse tratamento é a redução da síndrome de abstinência, um dos principais fatores que levam à desistência do tratamento para parar de fumar. Por isso, ele aumenta a chance de sucesso para a cessação do tabagismo.

Porém, ele será realmente eficiente em pessoas com dependência química e não dependência psicológica, por exemplo. Além disso, é preciso que seja avaliado se o paciente tem algum transtorno psiquiátrico, pois este tratamento poderia comprometer uma abordagem médica anterior.

A bupropriona pode interagir com diversos outros medicamentos, principalmente os vasoconstritores e os broncodilatadores. De forma geral, cardiopatas e hipertensos devem relatar o seu histórico ao prescritor antes de solicitar o tratamento.

Fonte: minhavida.com.br

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