Hipogonadismo Feminino


O hipogonadismo feminino pode ser caracterizado quando as mulheres produzem menor quantidade de estrogênio e progesterona, ou deixa de produzi-los. A doença não tem cura, apesar de haver tratamento. Geralmente, o hipogonadismo é diagnosticado durante a puberdade.

A doença pode ser classificada em dois tipos, o primário e o secundário. O primeiro é chamado de hipergonadotrófico, que é caracterizado pelos ovários não estarem funcionando como deveriam. Já o hipogonadotrófico, ou secundário, é caracterizado pelas partes específicas do cérebro que controlam os ovários não estarem funcionando corretamente.

Entre as causas congênitas, a síndrome de Turner é a mais comum entre as pessoas do sexo feminino. Além disso, há outras causas que podem levar ao hipogonadismo feminino, como: Emagrecimento constante (principalmente em atletas); Doenças autoimunes; Hemocromatose, doença em que o organismo deposita ferro nos tecidos causando defeitos nas gônadas ou na hipófise; Cirurgia e radiações que possam causar alterações na função gonadal.




Os sintomas do hipogonadismo feminino são diferentes conforme a idade da paciente. Antes da puberdade, os sintomas costumam ser ausência da menstruação, baixa estatura e pouco desenvolvimento das mamas. Após a puberdade, costumam ocorrer ondas de calor, perda de polos no corpo (axilas e pelos pubianos), diminuição da libido, perda de massa muscular e outros.

O tratamento do hipogonadismo feminino pode ser feito de três formas: Reposição hormonal com progesterona e estrogênio, cirurgia ou estimulação da ovulação. Diante da diminuição da libido, o médico pode receitar testosterona em baixos níveis.

Fonte: minutosaudavel.com.br

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