Desabastecimento temporário de Neurontin®


O grupo Wyeth/Pfizer disponibiliza comunicado em seu site informando o desabastecimento temporário do medicamento Neurontin® (gabapentina), nas apresentações comprimidos e cápsulas, devido à revisão de processos internos do local de fabricação, sem comprometimento de sua qualidade, segurança e eficácia. A previsão de normalização ainda não foi definida.

Fonte: pfizer.com.br


Governo de SP suspende contrato com EMS para produção de genéricos


Foi suspensa por 90 dias a Parceria Público-Privada (PPP) entre a Fundação Remédio Popular (Furp), que é o laboratório farmacêutico oficial do Governo do Estado de São Paulo, e a Concessionária Paulista de Medicamentos (CPM), controlada pela farmacêutica EMS.

Com previsão para terminar apenas em 2028, o contrato ficará suspenso por três meses, a partir de janeiro de 2020. Firmada desde a gestão anterior, durante o Governo Alckimin (PSDB), a PPP para produção de medicamentos pela fábrica da Furp, sediada em Américo Brasiliense, interior de São Paulo, previa a produção de 96 produtos. No entanto, em dezembro de 2019, 6 anos depois, a fábrica produz apenas 19, e gasta em média R$ 90 milhões por ano. Levantamento mostra que, com o atual contrato, o Estado tem um prejuízo anual de R$ 50 milhões.

Outro ponto levantado é que a EMS teria se comprometido em realizar um investimento de R$ 130 milhões na fábrica para aumentar a capacidade de produção de 1,26 bilhão de comprimidos. No entanto, de acordo com dados apurados, a farmacêutica aplicou R$ 6 milhões na unidade.

Em contrapartida, a EMS disse, por meio de nota à imprensa, que ainda não foi notificada sobre a suspensão efetuada pelo Governo. O laboratório privado ainda garantiu que estão sendo efetuadas todas as determinações do contrato em relação à infraestrutura da fábrica.

Fonte: ictq.com.br


Quais são os documentos necessários para abrir uma drogaria?


Além dos documentos essenciais para abrir qualquer comércio, tais como laudo de inspeção do corpo de bombeiros, alvará de funcionamento da empresa emitido junto à prefeitura, CNPJ e inscrição estadual, farmácias ou drogarias exigem ainda:

- Certificado de Regularidade Tecnica (CRT), emitido pelo Conselho Regional de Farmácia (CRF).
- Autorização de funcionamento de Empresa (AFE), que é emitido pela Anvisa.
- Autorização Especial (AE), somente exigido para farmácias de manipulação.
- Alvará de Saúde ou alvará sanitário, emitido pelas agências de vigilância de saúde municipais ou estaduais.

A renovação destes documentos deve ser anual e eles garantem a qualidade das instalações físicas das farmácias e drogarias, assim como dos produtos ali comercializados e a as condições de higiene e segurança aos clientes.

As autoridades sanitárias exigem que sejam mantidas cópias destes documentos, descrevendo atividades executadas, serviços prestados, responsabilidades, treinamentos e descartes seletivos. Tudo isso será incluído no Manual de Boas Práticas Farmacêuticas, o qual fica guardado no estabelecimento.

Fonte: guiadafarmacia.com.br


Desabastecimento temporário de Zoloft® 100mg


O grupo Wyeth/Pfizer disponibilizou comunicado em seu site informando o desabastecimento temporário do medicamento Zoloft® 100mg (cloridrato de sertralina), devido à revisão de processos internos do local de fabricação. Não há comprometimento de qualidade, segurança e eficácia do produto. A previsão de normalização ainda não foi definida.

A empresa orienta os pacientes a procuarem seu médico, a fim de se verificar a conduta a ser seguida durante o período de indisponibilidade do medicamento.

Fonte: pfizer.com.br


Veneno de aranha contra disfunção erétil


Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveram um medicamento que será usado para reverter a disfunção erétil, também conhecida, popularmente, por impotência sexual. Trata-se de um gel elaborado por meio do veneno da aranha armadeira. Em fase de testes, a patente já foi adquirida por indústria farmacêutica (ainda não divulgada).

A bioquímica e neurocientista, Maria Elena de Lima, do Departamento de Bioquímica e Imunologia do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), conseguiu identificar, em sua pesquisa, de que forma uma toxina presente no veneno do animal, muito comum no Brasil, tem potencial para tratar a disfunção sexual.

Após a identificação da peçonha, a pesquisa foi feita por meio do isolamento da toxina que provocou ereção quando injetada nos ratos. A partir do resultado, começaram os estudos.

Entretanto, havia o medo das contraindicações que a toxina poderia causar, como problemas cardíacos, por exemplo. Por isso, a molécula foi reproduzida em laboratório, e os efeitos indesejados foram reduzidos.

A partir dos testes, a bioquímica explica que o resultado foi uma molécula menor, de custo e efeitos colaterais reduzidos, e que o organismo absorve com mais tranquilidade. “O gel vale tanto para homens com disfunção erétil como para mulheres que não têm prazer sexual. Também teve bons resultados para diabéticos e hipertensos”, ressalta a neurocientista.

Fonte: ictq.com.br


Bolsonaro extingue cargo de Farmacêutico no Ministério da Saúde


O presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto em que extingue 27.611 cargos efetivos da administração federal. O Ministério da Saúde foi o setor mais atingido e concentra 81% dos cancelamentos, ou seja, 22.476 das posições de trabalho extintas. Destas, 181 eram oportunidades para farmacêuticos.

Os cargos vagos disponibilizavam 32 postos de farmacêutico bioquímico e 149 possibilidades para profissionais farmacêuticos. Além da extinção dessas ocupações, o decreto também determina a proibição de concursos públicos e veda outras posições que vierem a vagar.

O documento publicado no Diário Oficial da União (DOU) especifica que serão extintos os cargos efetivos vagos e que vierem a vagar dos quadros de pessoal da administração pública federal. Além disso, veda a abertura de concurso público e o provimento de vagas adicionais para os cargos especificados, afirma o decreto (Leia Aqui).

Do total de cargos extintos, são 13.384 ocupados que ficarão inexistentes quando as pessoas se aposentarem. Já os 14.227 postos desocupados serão eliminados a parir da data em que o decreto entra em vigor, em 26 de fevereiro de 2020.

Fonte: ictq.com.br


Descontinuação definitiva de Berotec® gotas


A Boehringer Ingelheim do Brasil disponibiliza comunicado em seu site informando que, devido a razões comerciais, apresentou junto à ANVISA, em 30/10/2019, o pedido de descontinuação definitiva do medicamento Berotec®, bromidrato de fenoterol, solução gotas, indicado para tratamento dos sintomas relacionados à crise aguda de asma e DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica).

A empresa esclarece que existem alternativas terapêuticas para o medicamento e que a utilização das mesmas deve ser discutida, individualmente, pelos pacientes junto a seus médicos. O serviço de atendimento ao cliente está disponível àqueles que desejarem mais esclarecimentos.

Fonte: boehringer-ingelheim.com.br


Receita de emergência no balcão: o que deve conter?


Quem atua em drogaria sabe que pode acontecer de o prescritor aparecer no balcão precisando adquirir um medicamento sujeito a controle especial. Contudo, não é raro neste tipo de situação o prescritor não estar de posse de seu receituário e então pedir uma folha de papel para fazer a prescrição.

Esta é uma situação que pode parecer a estranha aos de primeira viagem, mas realmente acontece. Pode? Pode! Fica caracterizado como prescrição de emergência. Entretanto, a portaria 344/98 orienta, em dois trechos do documento, como este procedimento precisa ser realizado. Vamos a eles:

A primeira menção surge no CAPÍTULO V - DA PRESCRIÇÃO - DA NOTIFICAÇÃO DE RECEITA. Lá no artigo 36, parágrafo (§) 2º, você irá ler:

§ 2º Em caso de emergência, poderá ser aviada a receita de medicamentos sujeitos a Notificação de Receita a base de substâncias constante das listas deste Regulamento Técnico e de suas atualizações, em papel não oficial, devendo conter obrigatoriamente: o diagnóstico ou CID, a justificativa do caráter emergencial do atendimento, data, inscrição no Conselho Regional e assinatura devidamente identificada. O estabelecimento que aviar a referida receita deverá anotar a identificação do comprador e apresentá-la à Autoridade Sanitária local dentro de 72 (setenta e duas) horas, para "visto".

Seguindo o documento, ainda no mesmo capítulo, em DA RECEITA, no artigo 55 parágrafo (§) 2º, você irá ler:

§ 2º Em caso de emergência, poderá ser aviada ou dispensada a receita de medicamento a base de substâncias constantes das listas "C1" (outras substâncias sujeitas a controle especial) deste Regulamento Técnico e de suas atualizações, em papel não privativo do profissional ou da instituição, contendo obrigatoriamente: o diagnóstico ou CID, a justificativa do caráter emergencial do atendimento, data, inscrição no Conselho Regional e assinatura devidamente identificada. O estabelecimento que aviar ou dispensar a referida receita deverá anotar a identificação do comprador e apresentá-la à Autoridade Sanitária do Estado, Município ou Distrito Federal, dentro de 72 (setenta e duas) horas, para visto.

Vale ressaltar que se os dados acima forem anotados, não há necessidade de o profissional prescritor usar o carimbo. Note que o texto da portaria não faz esta exigência.




Ibuprofeno pode ter efeito anticancerígeno


Anti-inflamatório bastante popular e usado para combater cólicas, febres e dores no corpo, o ibuprofeno pode ainda ter efeito anticancerígeno, segundo um novo estudo realizado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), em Portugal.

De acordo com informações do Serviço Nacional de Saúde de Portugal, o ibuprofeno tem a capacidade de impedir que células cancerígenas produzam variantes de certas proteínas que geram tumores.

No caso do câncer de cólon, uma das variantes que a equipe de cientistas identificou anteriormente caracteriza cerca de 10% dos tumores e estimula a taxa de sobrevivência das células malignas. Os dados foram publicados na revista científica European Medical Journal.

O ibuprofeno, ao contrariar a produção desta variante, consegue inibir o crescimento das células malignas, explicam os pesquisadores. O mesmo efeito não foi observado com outros anti-inflamatórios não-esteroides, a exemplo do ácido acetilsalicílico.

Segundo os estudiosos, a identificação de marcadores de progressão maligna no início do desenvolvimento tumoral é importante para o desenvolvimento de um diagnóstico mais preciso e de uma terapia mais eficaz, que seja dirigida especificamente às alterações genéticas presentes em cada tumor.

Fonte: vix.com/


Bactéria contra bactéria pode render novos antibióticos


Um grupo de pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) desvendou um sistema que uma bactéria oportunista, encontrada em ambientes hospitalares, usa para injetar um coquetel de toxinas e eliminar completamente outras bactérias competidoras.

A descoberta pode ajudar no desenvolvimento de novos compostos antimicrobianos.

Os pesquisadores descobriram que a bactéria Stenotrophomonas maltophilia, ao competir com outros microrganismos por espaço e alimento, utiliza um sistema de secreção que produz um coquetel de toxinas para ser injetado nas rivais.

A equipe já caracterizou uma das 12 proteínas que compõem o coquetel - Smlt3024 - e observaram que a molécula, sozinha, é capaz de diminuir consideravelmente o ritmo de replicação de outras bactérias.

"Acreditamos que essas toxinas possam ser exploradas como uma forma de tratamento no futuro. Como antibióticos podem vir de outras bactérias, estamos explorando esse arsenal que as próprias bactérias usam para matar outras espécies," disse a pesquisadora Ethel Bayer-Santos.

Fonte: Diário da Saúde


Quando não se deve usar anticoncepcionais injetáveis?


As condições abaixo devem ser observadas no caso de injeções mensais:

- História atual ou anterior de coágulo em uma veia da perna (trombose), do pulmão (embolia pulmonar) ou outras partes do corpo;

- Histórico de ataque cardíaco ou derrame cerebral, que é causado por um coágulo (de sangue) ou o rompimento de um vaso sanguíneo no cérebro;

- História atual ou anterior de doenças que podem ser sinal indicativo de futuro ataque cardíaco (como angina pectoris que causa uma intensa dor no peito, podendo se irradiar para o braço esquerdo) ou de um derrame (como um episódio isquêmico transitório ou um pequeno derrame sem efeitos residuais);

- História atual ou anterior de um certo tipo de enxaqueca (acompanhada por sintomas neurológicos focais, tais como sintomas visuais, dificuldades para falar, fraqueza ou adormecimento em qualquer parte do corpo);




- Diabetes mellitus com lesão de vasos sanguíneos;

- História atual ou anterior de doença do fígado (cujos sintomas podem ser amarelamento da pele ou coceira do corpo todo) e enquanto seu fígado ainda não funcionar normalmente;

- Histórico de câncer que pode se desenvolver sob a influência de hormônios sexuais (por exemplo, câncer de mama ou dos órgãos genitais);

- Presença de sangramento vaginal sem explicação;

As condições abaixo devem ser observadas no caso de injeções trimestrais:

- Pacientes com sangramento vaginal de causa não-diagnosticada;

- Mulheres com suspeita de neoplasia mamária ou neoplasia mamária comprovada;

- Pacientes com disfunção hepática (alteração da função do fígado) grave;

- Mulheres com tromboflebite ativa ou história atual ou pregressa de distúrbios tromboembólicos ou cerebrovasculares;

OBS: as condições acima não são todas as possíveis encontradas em literatura. Sugere-se levar em consideração o que este artigo apresenta e sempre conversar com o prescritor para informar algo diferente que possa causar dúvida.

Fonte: guiadafarmacia.com.br


Afrezza® - Insulina administrada por via inalatória


Batizada de Afrezza®, a nova insulina é comercializada em pó, em cartuchos com três tipos de dosagem. A utilização será feita pelo paciente com diabetes por meio de um inalador – nele, é encaixado um cartucho para que o pó seja aspirado. A substância é levada ao pulmão e absorvida pela corrente sanguínea, para reduzir os níveis de glicemia.

De acordo com o Dr. Freddy Eliaschewitz, assessor científico da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a insulina inalável tem um perfil de ação único e muito mais rápido do que a insulina administrada de forma subcutânea. “Mesmo a mais rápida das insulinas começará a agir, até ser absorvida pela pele, dentro de meia hora ou quarenta minutos, e seu efeito terá duração de 4 ou 5 horas. A insulina inalável é absorvida rapidamente pela corrente sanguínea e começa a agir em 10 minutos, com pico de ação em 15 minutos, e um efeito que dura de 2 a 3 horas”, comenta.

Contraindicações: pacientes com problemas pulmonares, pacientes com asma, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e fibrose pulmonar, além de fumantes, não podem utilizar a insulina. De acordo com Eliaschewitz, a absorção pelo pulmão nesses pacientes pode não ser a adequada e a utilização da insulina pode deflagrar crises de asma. O uso também não é recomendado a menores de 18 anos, já que o produto não foi estudado em pacientes desta faixa etária.

A aprovação do medicamento no país foi realizada em junho pela Anvisa e as informações de comercialização são aguardadas.

Fonte: diabetes.org.br


Descontinuação definitiva de Harmonet®


O grupo Wyeth/Pfizer informa, por meio de comunicado disponibilizado em seu site, que em 28 de novembro de 2019 protocolou junto à Anvisa a descontinuação definitiva de Harmonet® (gestodeno, etinilestradiol).

A empresa tomou esta decisão levando em consideração a existência de outras opções terapêuticas disponíveis no mercado. Pacientes em uso do medicamento são orientados a procurar seu médico para avaliação da conduta a ser seguida.

Fonte: pfizer.com.br


Cebola e alho reduzem risco de câncer de mama em 67%


Gauri Desai, liderando um grupo de pesquisadores das universidades de Buffalo (EUA) e de Porto Rico, documentaram o efeito da cebola e do alho estudando o sofrito, um refogado com origem na culinária mediterrânea e que é mania nacional em Porto Rico.

O sofrito é uma espécie de molho feito com cebola e tomate, fritos em azeite e aromatizado com alho e outras ervas aromáticas.

As mulheres que comiam sofrito mais de uma vez por dia e que, além disso, ingeriam cebola e alho em outros pratos, apresentaram um risco de câncer de mama reduzido em 67%, conforme atestado em um estudo de base populacional.

"A cebola e o alho são ricos em compostos organossulfários," disse Desai, acrescentando que foi a ingestão total de cebola e alho, e não o sofrito sozinho, que foi associado à redução no risco de câncer de mama.

Em particular, o alho contém compostos como S-alilcisteína, sulfeto de dialil e dissulfeto de dialil, enquanto as cebolas contêm sulfóxidos de alc(en)il cisteína.

"Esses compostos apresentam propriedades anticarcinogênicas em humanos, bem como em estudos experimentais em animais," disse Lina Mu, coordenadora do estudo.

Fonte: diariodasaude.com.br


Pesquisadoras brasileiras criam sorvete que alivia efeitos da quimioterapia


Pesquisadoras da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) criaram um sorvete que alivia sintomas da quimioterapia em pacientes com câncer. Ao mesmo tempo, o sorvete funciona como um complemento alimentar, nutrindo esses pacientes que, muitas vezes, não sentem fome e não conseguem se alimentar devido aos efeitos colaterais do tratamento.

O sorvete que vem nos sabores limão, chocolate e morango, também tem em sua composição, além das frutas, azeite de oliva desodorizado, açúcar orgânico, fibra solúvel e proteína. Todos sem lactose e com baixo teor de gordura.,

O produto é resultado do Trabalho de Conclusão de Residência, da nutricionista Paloma Mannes que é especialista em Saúde com Ênfase em Alta Complexidade, juntamente com seu grupo de pesquisa e com apoio da preceptora e orientadora. A fórmula ideal para o produto demorou cerca de seis meses para ser desenvolvida junto com a Ypy sorvetes.

A Equipe ainda deseja ampliar a distribuição dos sorvetes e ajudar mais pessoas que lutam contra o câncer, além de pacientes idosos ou com problemas buco maxilares.

Fonte: go.hurb.com


Para que serve o aciclovir?


O aciclovir é indicado para o tratamento de herpes labial e herpes genital, ambas infecções de pele causadas por vírus.  O medicamento age contra o vírus Herpes simplex (VHS) e contra o vírus Varicela-Zoster (VVZ), bloqueando os mecanismos de multiplicação viral.

O aciclovir age contra diferentes tipos virais, dentre os quais: - herpes Simplex 1, causador do herpes labial; - vírus Herpes Simplex 2, causador do herpes genital; - vírus Epstein-Barr, causador da mononucleose; - herpesvírus 6 e 7, causadores da roséola (exantema súbito); vírus da Varicela-zoster, causador de catapora (varicela) e herpes zoster; citomegalovírus, causador de citomegalovirose.

Entretanto, na prática, o fármaco é empregado no tratamento da catapora, do herpes zoster e de herpes genital e labial. Nos casos das outras viroses pela família Herpesviridae, não se costuma indicar o uso. Isso ocorre por haver antivirais mais apropriados ao combate das infecções ou pelo fato de o tratamento ser considerado desnecessário após avaliação clínica, devido ao curso limitado e benigno da infecção.

Fonte: guiadafarmacia.com.br


Descontinuação de Zetron® 150 mg


A Libbs diponibiliza comunicado em seu site informando que, no dia 06 de setembro, teve início a descontinuação do medicamento Zetron® 150 mg (cloridrato de bupropiona).

A decisão foi tomada em função do lançamento do Zetron XL® 150 mg e 300 mg, produto cuja substância ativa é a mesma do Zetron®, porém com uma nova tecnologia de revestimento e maior tempo de liberação da bupropiona no organismo.

A empresa orienta os pacientes que utilizam Zetron® 150 mg (cloridrato de bupropiona) a conversarem com um médico de confiança para que seja avaliada a melhor conduta diante da continuidade do tratamento.

Zetron® estará disponível nas drogarias até que os estoques sejam finalizados e, aqueles que têm o produto em mãos, poderão utilizá-lo normalmente, respeitando o prazo de validade.

Fonte: libbs.com.br


Comparação entre topiramato e naltrexona na dependência alcoólica


O alcoolismo é uma doença crônica que está entre as principais causas de mortalidade e incapacidade em todo mundo. No Brasil, aproximadamente 11% da população adulta apresenta sintomas de dependência alcoólica, uma parcela expressiva de nossa sociedade. O tratamento do alcoolismo, tradicionalmente focado em intervenções psicossociais, atualmente tem incorporado estratégias farmacológicas, comumente empregadas para tratar os sintomas da abstinência. Dentre eles, poucos medicamentos têm sido capazes de controlar, a longo-prazo, o abuso e a dependência de álcool.

Dois medicamentos têm sido apontados como possíveis promessas ao tratamento do alcoolismo: topiramato e naltrexona. O topiramato é um anticonvulsivante que facilita a ação inibitória do neurotransmissor GABA (nos receptores não-benzodiazepínicos) e reduz a ação excitatória sobre os receptores de glutamato. Por sua vez, a naltrexona atua sobre o sistema opioide, bloqueando os efeitos de recompensa do álcool e evitando recaídas.

Em vista disso, o presente estudo teve como objetivo comparar a eficácia desses dois medicamentos no tratamento do alcoolismo. Participaram da pesquisa 155 pacientes, do sexo masculino, entre 18 e 60 anos de idade, diagnosticados como alcoolistas (critérios do CID-10; Classificação Internacional de Doenças).

Após uma semana de desintoxicação, os pacientes foram aleatoriamente destinados à composição de três grupos (tratados por um período de 12 semanas): (a) topiramato (300 mg diários) (n=55); (b) naltrexona (50 mg diários) (n=49); (c) placebo (n=54). Os critérios utilizados para medir as diferenças entre os grupos foram: (a) tempo da primeira recaída (número de semanas; até o primeiro consumo superior a 60g de etanol) (b) número de semanas de abstinência completa; (c) número de semanas de uso pesado de álcool (consumo de mais de 90g de etanol) e, finalmente (d) relatos sobre a existência de efeitos colaterais.




O grupo tratado com topiramato apresentou uma proporção significativamente maior de indivíduos abstinentes, comparado ao grupo placebo, após 4 semanas (67,3% vs. 42,6%) e 8 semanas de tratamento (61,5% vs. 31,5%). No entanto, transcorridas as  12 semanas, a diferença deixou de ser estatisticamente significativa (46,2% vs. 27,8%). Entre esses grupos, diferenças também foram observadas para outras medidas: (a) tempo para a primeira recaída (7,8 e 5 semanas, respectivamente); (b) duração do período de abstinência (8,2 e 5,6 semanas, respectivamente) e (c) número de semanas de consumo pesado de álcool (3,4 e 5,9 semanas, respectivamente).

Não foram observadas diferenças significativas entre o grupo naltrexona e placebo, tampouco entre os grupos naltrexona e topiramato, embora os pacientes tratados com topiramato tenham apresentado resultado melhor  em todas as medidas (talvez a diferença entre os grupos naltrexona e topiramato alcançasse significância estatística se a amostra recrutada fosse maior).

Conforme os autores, uma explicação plausível para as diferenças observadas entre o topiramato e naltrexona seja a amplitude de ação do topiramato, que atua sobre a redução da impulsividade, ansiedade e mudanças no humor vigentes na situação de abstinência alcoólica, enquanto que a naltrexona parece ser útil, especificamente, à diminuição da “fissura” por álcool.

Finalmente, embora o emprego de topiramato ainda não tenha sido aprovado pelo FDA (Food and Drug Administration), sua ação farmacológica sugere que seja uma alternativa eficaz para o tratamento do alcoolismo, possibilitando maior adesão do paciente não só ao tratamento farmacológico, mas a outros tipos de intervenção.

Fonte: cisa.org.br


Descontinuação definitiva de Antietanol®


A Sanofi disponibiliza comunicado em seu site informando que protocolou, em 14/10/2019, perante à Anvisa, a descontinuação definitiva de fabricação do medicamento Antietanol® (Dissulfiram). Em janeiro houve o comunicado de descontinuação temporária, mas agora o produto está realmente fora do mercado.

A empresa ressalta que existem alternativas terapêuticas disponíveis, porém recomenda aos pacientes que procurem o seu médico para orientações sobre o tratamento. Além disso, abre o canal de comunicação com o SAC para mais informações.

Fonte: sanofi.com.br


Aprovado tratamento para HIV com um comprimido diário


A Anvisa publicou a aprovação do medicamento Biktarvy® (bictegravir, entricitabina e tenofovir alafenamida), da Gilead Sciences, para tratamento de HIV em adultos e crianças com mais de seis anos e com peso corporal de pelo menos 25 kg. O paciente precisa tomar apenas um comprimido ao dia, com ou sem alimentos, para o tratamento da infecção pelo HIV.

O medicamento é composto por três substâncias ativas, contendo: um novo inibidor de integrase (INSTI) -o bictegravir; além de antirretrovirais de outras classes: entricitabina e tenofovir alafenamida (TAF). O TAF, que é utilizado em uma dosagem menor que o tenofovir (TDF), é mais permeável nas células e se concentra mais dentro delas. Portanto, sendo mais seguro que o tenofovir (TDF). Isso porque pode causar menos toxicidade renal e óssea.

“A aprovação do Biktarvy® significa um grande passo no tratamento do HIV no Brasil. Principalmente pela forma simples e eficiente com um único comprimido ao dia”, afirma a Diretora Médica da Gilead no Brasil, Dra. Rita Manzano Sarti.

Instagram: @interacaomedicamentosa

Fonte: guiadafarmacia.com.br


Prednisolona e risco aumentado de diabetes em 7 dias


Uma semana de uso de prednisolona (glicocorticoide) é suficiente para aumentar o risco de diabetes tipo 2, segundo informações do Daily Mail. É o que mostra um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Sapienza de Roma, na Itália, apresentado durante a Conferência Anual da Sociedade de Endocrinologia, realizado recentemente em Brighton, na Inglaterra.

Não é novidade que o uso de esteroides por longos períodos prejudica a regulação do açúcar no sangue. Por sua vez, o controle inadequado do açúcar no sangue leva à resistência à insulina, considerada um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de diabetes tipo 2.

A questão é que o novo estudo mostrou que o uso de um dos tipos de esteroides mais comuns, a prednisolona, aumenta esse risco após um curto período de uso. “Este é o primeiro estudo a examinar os efeitos metabólicos a curto prazo de doses comumente prescritas de glicocorticoides em homens saudáveis.

Isso indica que, mesmo com doses mais baixas, o metabolismo da glicose é prejudicado, sugerindo risco aumentado de diabetes com o tratamento continuado.”, disse Riccardo Pofi, líder do estudo.

Fonte: Veja


SUS oferece quatro novos medicamentos para tratar psoríase


O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer gratuitamente mais quatro medicamentos para o tratamento de psoríase. De acordo com o Ministério da Saúde, as novas opções de tratamento são alternativas para casos mais graves da doença ou para quando o paciente não responde bem aos medicamentos já ofertados.

Os medicamentos já eram ofertados pelo SUS, mas tinham indicação para tratamento de outras doenças. Segundo o Ministério, entre os medicamentos incluídos para tratamento da psoríase estão adalimumabe, indicado para a primeira etapa do tratamento após falha da terapia padrão para psoríase; o secuquinumabe e o ustequinumabe, indicados na segunda etapa do tratamento após falha da primeira; e o etanercepte, indicado na primeira etapa de tratamento da psoríase após falha da terapia padrão em crianças.

Eles foram incluídos no Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de psoríase em setembro deste ano após consulta pública realizada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia no SUS (Conitec).

Instagram: interacaomedicamentosa

Fonte: exame.abril.com.br


Descontinuação temporária de Frisium


A Sanofi disponibilizou comunicado em seu site informando que protocolou, no dia 11/10/2019, a descontinuação temporária de fabricação do medicamento Frisium (clobazam). O medicamento é comercializado nas apresentações de 10mg e 20mg e, ao que tudo indica, o comunicado se refere a ambas.

Não há, por enquanto, informação publicada quanto ao motivo e previsão de normalização. Vale ressaltar que também já foi anunciada a falta temporária de Urbanil, medicamento que também contém como princípio ativo o clobazam.

A empresa recomenda que os pacientes procurem o seu médico, além de disponibilizar o SAC para esclarecimento de dúvidas.

Fonte: sanofi.com.br


Atualização nos Medicamentos de Referência


Seguem links para consulta rápida às duas listas atualizadas regularmente pela Anvisa, sendo as mais recentes disponibilizadas em 31/10/19.

Lista A (único insumo farmacêutico ativo): Acesse Aqui

Lista B (dois ou mais insumos farmacêuticos ativos): Acesse Aqui




Brasil aprova tafenoquina em dose única para cura da malária


A GSK no Brasil e a Medicines for Malaria Venture (MMV) anunciaram, no dia 30 de outubro, que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) concedeu o registro regulatório com priorização de análise da tafenoquina em dose única para a cura radical (prevenção de recidiva) da malária por Plasmodium vivax (P. vivax) em pacientes com 16 anos ou mais que estejam recebendo cloroquina para infecção aguda por P. vivax.

Como dose única, a tafenoquina pode facilitar a adesão do paciente, levando à cura radical e prevenção de recidiva. Assim, torna-se uma alternativa ao tratamento padrão com primaquina que deve ser administrada por 7 ou 14 dias.

Ao fazer isso, o Brasil se tornou o primeiro país com malária endêmica a aprovar tafenoquina. Antes da medicação ser disponibilizada à população em geral, o Ministério da Saúde, em parceria com a MMV, conduzirá um estudo de viabilidade com o objetivo de testar a tafenoquina com o teste da enzima G6PD no cenário de vida real.

Este estudo, denominado TRuST, será realizado nos municípios de Manaus e Porto Velho. Sua conclusão está prevista para o primeiro trimestre de 2021 e seus resultados ajudarão o Ministério da Saúde na decisão sobre a melhor forma de disponibilizar a tafenoquina em áreas endêmicas de P. vivax.

Fonte: https://br.gsk.com/


Sobre a dipirona e suas complicações clínicas


Alguns levantamentos bibliográficos citam que a ação da dipirona é melhor quando comparada com outros AINEs, porém, como cita Diogo (2003), pode desencadear graves reações adversas a medicamentos (RAMs), como anemia aplástica, síndrome de Stevens-Johnson, Necrose Epidérmica Tóxica e Agranulocitose, que são raras, mas potencialmente fatais.

Sua comercialização foi proibida em alguns países, como Suécia e EUA, devido à incidência de agranulocitose, entretanto sua venda é liberada em países como o Brasil e México (DANIELI; LEAL 2003).

Conforme a base de dados utilizada pela OMS, VigiAccess®, as notificações de RAMs relacionadas com a dipirona, desde 1.968 até 2.015, a nível mundial, giram em torno de 15.000 e a maior prevalência é na Europa com 57% (8.365 casos), seguida pelas Américas 30% (4.433 casos). A Ásia, África e Oceania ocupam aproximadamente 13,40% no total (VIGIACCESS, 2015).

É notável a discrepância entre os valores, que pode estar relacionada, além das diferenças genéticas, com falhas nas notificações de RAMs ou nos diagnósticos, provavelmente em decorrência do despreparo dos profissionais de saúde e falta de orientação à população.

Em relação à intoxicação, no ano de 1998, a dipirona estava entre os 5 princípios ativos mais frequentes de toxicidade devido à erro de administração, erro de prescrição e automedicação (GANDOLFI; ANDRADE, 2006).




Devido à falta de consenso mundial sobre o seu consumo seguro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) realizou um debate conhecido como “Painel Internacional de Avaliação da Segurança da Dipirona”, sobre o esclarecimento dos aspectos de segurança da dipirona, comprovando casos de agranulocitose, porém verificou-se que a sua incidência era baixa. Como resultado, manteve-se então o seu status de venda livre (ANVISA, 2001).

Contudo, alguns autores questionam esse resultado, afirmando que o material que embasou o Painel é antigo e continha erros metodológicos, sendo necessária a realização de mais estudo para se obter um consenso real sobre os riscos e os benefícios do uso da dipirona.

Muitos casos de intoxicações em decorrência de medicamentos estão relacionados com a dipirona, em virtude da sua classificação de venda livre, facilitando a prática da automedicação, além da existência de falhas na prescrição.

Existem divergências quanto aos reais índices das reações adversas, principalmente sobre a agranulocitose e a falta de consenso referente ao uso seguro da dipirona, colocando em risco a saúde da população em geral. Então torna-se evidente a necessidade da realização de mais estudos epidemiológicos, principalmente onde o uso da dipirona é abundante.

Fonte: saocamilo-sp.br


Lítio reverte danos da radiação no cérebro


Cientistas suecos concluíram, em uma experiência com camundongos, que o lítio pode reverter os malefícios da radiação no cérebro.

Isso torna o elemento, já utilizado como estabilizador do humor, uma terapia promissora para tratar crianças que foram sujeitas à radioterapia e desenvolveram posteriormente défices de memória e aprendizagem.

Giulia Zanni e seus colegas do Instituto Karolinska mostraram que a capacidade de memória e aprendizagem dos roedores melhorou quando foram tratados com lítio após, numa fase inicial da vida, o seu cérebro ter sido submetido a uma dose de radiação de 4 grays (Gy) - um gray é a quantidade de energia de radiação ionizante absorvida por unidade de massa, ou seja, um joule de radiação absorvida por um quilograma.

A equipe verificou aumento da formação de novos neurônios na área do cérebro (hipocampo) que é importante para a memória, da fase de crescimento até se tornarem quase adultos.

A ideia agora é avançar para ensaios clínicos, os quais sugeriram anteriormente que o lítio protege o cérebro contra lesões se for administrado juntamente com a radioterapia.

Fonte: Diário da Saúde (Artigo - Lithium treatment reverses irradiation-induced changes in rodent neural progenitors and rescues cognition)


Sintomas de abstinência aos ISRS


A abstinência à descontinuação abrupta dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS - ex: fluoxetina), surge 24 a 72 horas depois da interrupção do tratamento e provoca os seguintes sintomas:

- Psiquiátricos: ansiedade, insônia, irritabilidade, explosões de choro, distúrbios de humor e sonhos vívidos;
- Neurológicos e motores: tonturas, vertigens, sensação de cabeça vazia, cefaleia, falta de coordenação motora, alterações de sensibilidade da pele e tremores;
- Gastrintestinais: náuseas, vômitos e alterações do hábito intestinal;
- Somáticos: calafrios, fadiga, letargia, dores musculares e congestão nasal.

Na ausência de tratamento esses sintomas desagradáveis costumam durar de uma a três semanas. Embora sejam discretos ou de moderada intensidade na maioria dos casos, às vezes podem se tornar mais intensos e serem confundidos com outras enfermidades.

A probabilidade de desenvolver a sintomatologia descrita é tanto maior quanto mais longa tiver sido a duração do tratamento.

Fonte: drauziovarella.uol.com.br


Estatinas e Osteoporose: proteção e risco dependem da dose


Foi encontrada pela primeira vez uma conexão entre a dosagem de estatinas (ex: sinvastatina) e o diagnóstico de osteoporose.

Em doses baixas, as estatinas podem proteger contra a reabsorção óssea. Porém, quanto maior a dosagem destes fármacos, maior a probabilidade de osteoporose. O estudo foi conduzido pela Universidade Médica de Viena (Áustria).

"Nos grupos com doses mais baixas, houve menos casos de osteoporose do que o esperado," aponta a pesquisadora Alexandra Kautzky-Willer. Em doses de até 10mg das estatinas lovastatina, pravastatina, sinvastatina ou rosuvastatina, os cientistas descobriram menos diagnósticos de osteoporose em comparação com pacientes sem terapia com estatinas.

"Com doses a partir de 20mg, no entanto, a maré parece mudar. Encontramos mais casos de osteoporose em pacientes tratados com sinvastatina, atorvastatina e rosuvastatina do que o esperado," completou Kautzky-Willer.

O efeito cresceu com a dose, ou seja, quanto maior a dosagem de estatinas, maior foi o risco de desenvolvimento da osteoporose. A tendência também persistiu após controlar os dados para fatores de risco para osteoporose, como idade, excesso de peso e outras condições pré-existentes. A correlação foi observada em ambos os sexos.

Fonte: Diário da Saúde


Descontinuação temporária de Urbanil


A empresa Sanofi inseriu comunicado em seu site informando que protocolou junto à Anvisa, no dia 11/10/19, a descontinuação temporária do medicamento Urbanil (clobazam).

Não há detalhes sobre o motivo que resulta na falta do medicamento, assim como especificação de apresentações do produto e previsão para reabastecimento.

Há orientação para que o paciente procure seu médico e, caso necessário, entre em contato com o SAC para mais informações.

Fonte: sanofi.com.br


Desabastecimento de Frontal ® XR 2mg


O grupo Wyeth/Pfizer publicou em seu site o comunicado feito à Anvisa, no qual informa o desabastecimento temporário do medicamento Frontal® XR (alprazolam), na apresentação de 2mg. O motivo consiste em atrasos nos processos de produção e importação do produto. A previsão de normalização foi atualizada para meados de 2020.

Fonte: pfizer.com.br


Novo tipo do vírus HIV é descoberto


Pela primeira vez em quase 20 anos os cientistas descobriram um novo subtipo do vírus HIV. O organismo foi chamado de "cepa L" e pertence a um dos quatro grupos do vírus, o grupo M, que é responsável pela maior parte dos casos de Aids no mundo, segundo a Revista Brasileira de Análises Clínicas.

Um artigo sobre o assunto foi publicado no periódico científico Journal of Acquired Immune Deficiency Syndromes (JAIDS) nesta quarta-feira (6), mas as suspeitas da existência desse subtipo já existiam. O vírus precisava ser identificado em três pessoas diferentes para ser classificado como um novo tipo, o que não havia ocorrido até agora.

Segundo os especialistas, nos anos 1980 e 1990 o subtipo foi identificado em duas pessoas diferentes na República Democrática do Congo e, em 2001, outro caso foi encontrado. Mas, como a tecnologia de sequenciamento genético à época não era desenvolvida o bastante, as informações obtidas não bastavam para que os cientistas tivessem certeza de que todas as cepas encontradas faziam parte do mesmo grupo.

Felizmente, os métodos tecnológicos evoluíram e, com eles, a engenharia genética: foi por meio do sequenciamento do DNA desses vírus que o grupo de especialistas concluiu que estava lidando com um novo subtipo do microrganismo. "Identificar novos vírus como esse é como procurar uma agulha no palheiro", disse Mary Rodgers, uma das autoras do estudo, em comunicado. "Ao avançar nossas técnicas e usar a nova geração de tecnologia de sequenciamento, puxamos essa agulha com um ímã."

Faz sentido: graças à tecnologia, os cientistas podem estudar genomas inteiros de forma rápida e economicamente viável, o que ajuda a criar métodos preventivos contra o HIV – que hoje afeta 38 milhões de pessoas, segundo o Global Health Observatory. "Essa descoberta científica pode nos ajudar a garantir que estamos evitando novas pandemias", afirmou Rodgers.

Fonte: revistagalileu.globo.com


Ondansetrona: afinal, aumenta o risco de malformação congênita?


Recentemente, a Anvisa (assim como outros meios de comunicação em saúde) publicou um alerta quanto ao uso de ondansetrona durante a gravidez, devido à possibilidade de malformação congênita ao referir risco de defeitos de fechamento orofacial.

Após toda a repercussão do assunto pela rede, o portal pebmed fez publicação citando algumas fontes de informação para maior compreensão do assunto. Estas fontes são repassadas a seguir, trazendo ao leitor do blog a oportunidade de familiarização.

Dois estudos da International Society of Pharmacovigilance (ISOP) indicaram aumento do risco de malformações. São eles:




- Huybrechts et al: estudo de coorte retrospectivo de 88.467 mulheres expostas a ondansetrona no primeiro trimestre em comparação com 1.727.947 mulheres não expostas. Três casos para cada 10 mil foram identificados para mulheres expostas. Não foram observados casos de malformações cardíacas;

- Zambelli et al: estudo retrospectivo caso-controle, realizado em 864.083 casais formados por mães e filhos, onde 76.330 receberam ondansetrona no primeiro trimestre. O risco de malformações cardíacas, principalmente septais, foi maior no grupo que recebeu ondansetrona no primeiro trimestre. Não se observou aumento de risco de defeitos orofaciais.

Em contrapartida, há publicações que advogam o uso em situações que outras medicações tem falhado como recurso terapêutico. Entre elas, seguem algumas:

- Recomendações da UK Teratology Information Service e European Network of Teratology Information Services

- Estudo publicado no site do Centers for Disease Control and Prevention mostrando que o uso do medicamento não aumenta risco fetal

- Estudo sobre a segurança da ondansetrona, publicado pela An International Journal of Obstetrics & Gynaecology (BJOG)

Diante deste suporte na literatura, o médico ginecologista e obstetra João Marcelo Martins Coluna, autor do texto publicado no pebmed com as referências aqui compartilhadas, sugere o bom senso: "Evitar drogas no primeiro trimestre, sempre que possível, é o ideal, mas a ondansetrona se mostra um recurso seguro para as exceções. Além dessas publicações, é importante lembrar que, no Brasil, temos o respaldo da FEBRASGO, que garante ser seguro seu uso. Portanto, devemos sempre filtrar nossas origens das informações e pesar o risco x benefício para nossas pacientes".

Fonte: pebmed.com.br


Tratamento inovador brasileiro salva paciente terminal de câncer

Equipe médica do HC de Ribeirão Preto — Foto: Divulgação/HCFMRP

Um paciente terminal brasileiro com câncer vai ter alta após sucesso com uma terapia genética feita pela primeira vez na América Latina.

O homem, que estava desenganado, deixará o hospital livre dos sintomas do câncer, graças a um método 100% brasileiro baseado em uma técnica de terapia genética descoberta no exterior e conhecida como CART-Cell.

Segundo os médicos, o paciente respondeu bem ao tratamento. Ele tinha linfoma e tomava morfina diariamente. Tinha previsão de um ano de vida. Quatro dias após o tratamento experimental, ele deixou de sentir as fortes dores causadas pela doença, uma semana depois voltou a andar e o câncer entrou em remissão.

Os pesquisadores da USP – apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e pelo Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq) – desenvolveram um procedimento próprio de aplicação da técnica CART-Cell, que foi criada nos EUA. Ainda é recente, está em fase de pesquisas e é pouco acessível.

A estratégia da CART-Cell consiste em habilitar células de defesa do corpo (linfócitos T) com receptores capazes de reconhecer o tumor. O ataque é contínuo e específico e, na maioria das vezes, basta uma única dose.

Fonte: sonoticiaboa.com.br


Vacina contra Klebsiella pneumoniae


Cientistas produziram e testaram, em animais de laboratório, uma vacina que protege contra uma superbactéria preocupante: uma forma hipervirulenta da bactéria Klebsiella pneumoniae.

A vitória contra a superbactéria foi conseguida manipulando geneticamente uma forma inofensiva de outra bactéria, a E. coli.

A Klebsiella pneumoniae causa uma variedade de infecções, incluindo infecções raras, porém fatais, do fígado, trato respiratório, corrente sanguínea e outras. Pouco se sabe sobre como exatamente as pessoas são infectadas por esta cepa extraordinariamente hábil em adquirir resistência aos antibióticos.

A vacina, quando totalmente testada e desenvolvida, poderá oferecer uma maneira de proteger as pessoas contra essas infecções letais, difíceis de prevenir e tratar.

A vacina experimental tem como alvo a superfície externa da bactéria, que é revestida com açúcares. Assim, os pesquisadores projetaram um glicoconjugado composto por esses açúcares ligados a uma proteína que ajuda a tornar a vacina mais eficaz. Vacinas semelhantes têm-se mostrado altamente bem-sucedidas na proteção de pessoas contra meningite bacteriana e um tipo de pneumonia.

"As vacinas glicoconjugadas estão entre as mais eficazes, mas tradicionalmente elas envolvem um bocado de síntese química, que é lenta e cara. Nós substituímos a química pela biologia manipulando geneticamente a E. coli para fazer toda a síntese para nós," contou o professor Christian Harding.

Fonte: Diário da Saúde
Artigo: A promising bioconjugate vaccine against hypervirulent Klebsiella pneumoniae


Planta supera atividade de fluconazol


Os fungos do gênero Candida causam uma doença bastante comum em humanos, a candidíase, ou monilíase.

Em pessoas com baixa imunidade, principalmente em ambiente hospitalar, a infecção pode ser mortal. E, embora o medicamento mais usado para combatê-la seja eficiente em grande parte dos casos, algumas variedades do patógeno apresentam resistência aos medicamentos.

Agora, pesquisadores do Brasil e da Espanha conseguiram isolar compostos presentes no sansão-do-campo (Mimosa caesalpiniifolia) - uma planta do Cerrado também conhecida como cerca-viva - que combatem duas espécies de Candida.

A ideia é criar uma pomada que possa ser usada como alternativa ao fluconazol, antimicótico há mais de duas décadas considerado a melhor alternativa contra a candidíase. A infecção pode causar coceira e dor nos órgãos genitais, além de pequenas feridas (em homens) ou corrimento (nas mulheres).

Foram isolados do extrato do sansão-do-campo 23 compostos já conhecidos, além de cinco flavonoides inéditos, nomeados mimosacaesalpina A, B, C, D e E. Aplicados em amostras de Candida glabrata e Candida krusei, duas espécies causadoras de candidíase, quatro dos 28 compostos mostraram atividade antifúngica maior que a do fluconazol.

Fonte: Diário da Saúde


FDA aprova novo medicamento para prevenir HIV


A FDA, agência reguladora de saúde nos EUA, aprovou nesta quinta-feira (03/10), o Descovy, do laboratório Gilead Sciences, como segunda pílula para ajudar a prevenir o HIV em adultos e adolescentes com alto risco de infecção pelo vírus. O medicamento é uma combinação dos antirretrovirais emtricitabina 200mg e tenofovir alafenamida 25mg.

“Os medicamentos PrEP (profilaxia pré-exposição) são altamente eficazes quando tomados conforme indicado na bula e podem prevenir a infecção pelo HIV”, disse Jeffrey Murray, diretor adjunto da Divisão de Produtos Antivirais do Centro de Avaliação e Pesquisa de Medicamentos da FDA.

A segurança e eficácia de Descovy para PrEP foram avaliadas em um estudo multinacional com 5.387 homens HIV negativos e mulheres trans, que fazem sexo com homens, e corriam risco de infecção pelo HIV. O estudo comparou o Descovy com o Truvada (emtricitabina, tenofovir disoproxil fumarato, 200mg/300mg), medicamento aprovado desde 2012 para PrEP.

Os participantes foram acompanhados por 48 a 96 semanas. O estudo mostrou que a proteção do Descovy era semelhante ao do Truvada na redução do risco de adquirir infecção pelo HIV. Diarreia foi o efeito colateral mais comum.

O tratamento só não se aplica a mulheres que fazem sexo vaginal, pois a efetividade nessa população não foi avaliada.

Fonte: Veja


Doria quer extinguir Furp


A Fundação para o Remédio Popular (Furp) é o laboratório farmacêutico oficial do governo do Estado de São Paulo.

Vinculada à Secretaria de Saúde, foi criada em 1968 com o objetivo de fabricar, a preços reduzidos, medicamentos para secretarias estaduais e municipais,  hospitais públicos e santas casas de todo o Brasil.  Atualmente 3 mil cidades brasileiras contam com os 40 medicamentos produzidos pela Furp.

Durante entrevista coletiva em 25 de setembro, o governador de São Paulo anunciou que vai acabar com a Furp: "É uma decisão de governo. O projeto será encaminhado à Assembleia Legislativa. Este é um governo desestatizante".

NOTA DE REPÚDIO DA FENAFAR:

A Federação Nacional dos Farmacêuticos, entidade representativa da categoria farmacêutica no Brasil, e o Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de São Paulo, vêm por meio desta nota manifestar seu mais profundo repúdio ao anúncio do governador do Estado de São Paulo, João Dória, que ameaça extinguir a Fundação para o Remédio Popular (FURP), maior produtora de medicamentos públicos do Brasil e da América Latina.

A privatização ou ameaça de extinção da FURP representa um ataque gravíssimo à soberania nacional na área de produção de medicamentos.

Fonte: viomundo.com.br


Ondansetrona em investigação: Risco de malformação congênita


A Anvisa publicou, nesta quarta-feira (2/10), um alerta para o risco de defeitos de fechamento orofacial, principalmente casos de fenda palatina, identificados em filhos de mulheres expostas, durante o primeiro trimestre de gravidez, ao tratamento com a ondansetrona.

Por isso, profissionais prescritores devem ter cautela em relação à indicação do referido medicamento para mulheres no primeiro trimestre de gravidez, enquanto a Agência prossegue com as investigações relacionadas ao caso. Após a conclusão, há a possibilidade de contraindicar o uso desse medicamento por mulheres grávidas.

Nos casos de uso da ondansetrona por mulheres em idade fértil, a Anvisa orienta que deve ser recomendado o uso de medidas contraceptivas eficazes. Além disso, os profissionais de saúde devem informar todas as mulheres em idade fértil, que estão em tratamento com ondansetrona, sobre o risco de esse medicamento ocasionar uma malformação congênita, especialmente no primeiro trimestre de gravidez.

Fonte: Anvisa


Dicas de cuidado com a pele no inverno


O inverno pode ser aproveitado de diversas formas e muita gente considera que esta estação do ano tem um charme especial devido à oportunidade para usar roupas que o tempo quente não permite. Além do vestuário, há também muita coisa boa para se fazer no inverno: fogueira, filme debaixo do cobertor, chocolate quente, vinho, etc.

Porém, o inverno também tem os seus problemas: as baixas temperaturas, o vento forte e o clima seco devido à baixa umidade do ar causam ressecamento e rachaduras na pele e nos lábios, produzindo um aspecto craquelado, esbranquiçado e sem brilho natural.

Seguem abaixo algumas dicas para você se cuidar melhor até o final do friozinho:

1- Não economize nos hidratantes corporais e faciais. A estação pede por uma hidratação profunda com elementos ricos em nutrientes.

2- Cuidado com banhos muito quentes e longos. A alta temperatura da água tira a camada natural de gordura da pele, que funciona como proteção. Óleos de banho são ótimos para hidratação intensa.

3- Sabonetes neutros são mais indicados para a estação.

4- Use protetor solar. Assim como no verão, há exposição aos raios solares, então não deixe de usar o produto, inclusive nos dias nublados.

5- Previna os lábios rachados com protetor labial.

Fonte: eaitapronta.com.br


Produto inovador para o alívio de cólicas menstruais


A Hypera Pharma, detentora da marca Atroveran, apresenta ao mercado uma inovação para auxiliar as mulheres que sofrem com cólicas no período menstrual: Atroveran HOT. Um adesivo térmico discreto que pode ser usado a qualquer momento do dia, proporcionando alívio da dor por até 8 horas.

O adesivo térmico possui tecnologia com ativos que aquecem em contato com o ar, liberando calor na região onde for aplicado, no caso das cólicas, na região do ventre. Atroveran HOT melhora a circulação sanguínea e, consequentemente, promove sensação de conforto e alívio da dor. O produto deve ser colado por cima da roupa íntima feminina, sendo discreto, fácil de usar e sem cheiro.

Com a realização de estudo para entender o ciclo menstrual e os hábitos femininos durante a menstruação, a empresa percebeu que, entre os cuidados tomados para alívio da dor, além dos medicamentos, há um hábito complementar bastante comum em grande parte das mulheres e meninas entrevistadas, que é a busca por uma ação que traga conforto. Entre tais ações, tomar um chá quente ou colocar uma bolsa de água quente são exemplos.

A compressa quente na região da cólica apareceu no topo como um dos hábitos mais praticados, mas limita-se ao momento em que a mulher está dentro de casa. Com Atroveran HOT, a mulher terá o mesmo benefício, com a diferenreça de alcançá-lo durante o dia onde estiver, ressalta Carla Dias Araújo - Diretora de Marketing de Atroveran.

Dica para o YouTube: Séries, Filmes, Livros e Sons

Fonte: hyperapharma.com.br


Quatro perguntas e respostas sobre a pílula do dia seguinte


1- Muita gente se refere à pílula do dia seguinte (PDS) como uma “bomba de hormônios”. Isso é verdade? Ela pode trazer efeitos colaterais?

“Uma dose da PDS contém o equivalente à metade de uma cartela de pílulas anticoncepcionais tradicionais, dessas que a mulher usa todos os dias”, esclarece a ginecologista Albertina Duarte Takiuti, coordenadora do Programa de Saúde do Adolescente da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. E, segundo a ginecologista Luciana Potiguara, da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, essa enxurrada hormonal pode trazer efeitos colaterais, sim. “Além de desregular o ciclo menstrual, é possível que provoque vômitos. Aliás, se isso acontecer nas primeiras duas horas após a ingestão, a dose deve ser repetida. Outros sintomas como vertigem, cefaleia e dor nas mamas também podem aparecer”, alerta a médica.

2- Mas, afinal, é válido usar esse método de contracepção? Se sim, em quais circunstâncias?

“A pílula do dia seguinte é, na verdade, uma conquista das mulheres”, afirma Albertina. “Você ter acesso a um método de emergência é bacana. O perigo está em fazer dessa emergência um ritual cotidiano”, arremata. A expert ainda faz questão de lembrar que, mesmo tomando a pílula direitinho (no máximo 72 horas após a relação), ela ainda falha em 15% dos casos. “A cada 20 mulheres que tomam, três engravidam”, calcula. “A PDS deve ser usada somente em situações de relação sexual desprotegida próxima do período fértil, de ruptura do preservativo, de estupro ou de relação sexual sem uso de nenhum método contraceptivo”, completa Luciana.




3- De quanto em quanto tempo é possível tomá-la?

A pílula é lembrada como aquela “do dia seguinte”, mas, entre os especialistas, ela é mais conhecida como “pílula de emergência” ou “contracepção de emergência”. Isso quer dizer que ela realmente só deve entrar em cena em um caso de extrema necessidade. “O ideal é utilizá-la uma vez por ano. Ela é menos segura que a pílula normal e ingeri-la direto aumenta o risco de gravidez e de confusão no ciclo menstrual. A mulher passa a não reconhecer o funcionamento do próprio corpo”, esclarece Albertina.

4- Há contraindicações em relação ao uso desse contraceptivo de emergência?

Sim. “Em paciente com histórico ou risco conhecido de trombose”, responde Zlotnik, do Einstein. “Na verdade, todas as contraindicações para a pílula anticoncepcional servem também para a do dia seguinte”, afirma Albertina. E lembre-se: caso passe mal com o uso do comprimido, é necessário buscar ajuda médica. “Não se trata de terrorismo. Mas é fundamental ser cuidadosa quando se recorre a esse o método”, conclui a especialista.

Fonte: saude.abril.com.br


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