Quando não se deve usar anticoncepcionais injetáveis?


As condições abaixo devem ser observadas no caso de injeções mensais:

- História atual ou anterior de coágulo em uma veia da perna (trombose), do pulmão (embolia pulmonar) ou outras partes do corpo;

- Histórico de ataque cardíaco ou derrame cerebral, que é causado por um coágulo (de sangue) ou o rompimento de um vaso sanguíneo no cérebro;

- História atual ou anterior de doenças que podem ser sinal indicativo de futuro ataque cardíaco (como angina pectoris que causa uma intensa dor no peito, podendo se irradiar para o braço esquerdo) ou de um derrame (como um episódio isquêmico transitório ou um pequeno derrame sem efeitos residuais);

- História atual ou anterior de um certo tipo de enxaqueca (acompanhada por sintomas neurológicos focais, tais como sintomas visuais, dificuldades para falar, fraqueza ou adormecimento em qualquer parte do corpo);




- Diabetes mellitus com lesão de vasos sanguíneos;

- História atual ou anterior de doença do fígado (cujos sintomas podem ser amarelamento da pele ou coceira do corpo todo) e enquanto seu fígado ainda não funcionar normalmente;

- Histórico de câncer que pode se desenvolver sob a influência de hormônios sexuais (por exemplo, câncer de mama ou dos órgãos genitais);

- Presença de sangramento vaginal sem explicação;

As condições abaixo devem ser observadas no caso de injeções trimestrais:

- Pacientes com sangramento vaginal de causa não-diagnosticada;

- Mulheres com suspeita de neoplasia mamária ou neoplasia mamária comprovada;

- Pacientes com disfunção hepática (alteração da função do fígado) grave;

- Mulheres com tromboflebite ativa ou história atual ou pregressa de distúrbios tromboembólicos ou cerebrovasculares;

OBS: as condições acima não são todas as possíveis encontradas em literatura. Sugere-se levar em consideração o que este artigo apresenta e sempre conversar com o prescritor para informar algo diferente que possa causar dúvida.

Fonte: guiadafarmacia.com.br


Afrezza® - Insulina administrada por via inalatória


Batizada de Afrezza®, a nova insulina é comercializada em pó, em cartuchos com três tipos de dosagem. A utilização será feita pelo paciente com diabetes por meio de um inalador – nele, é encaixado um cartucho para que o pó seja aspirado. A substância é levada ao pulmão e absorvida pela corrente sanguínea, para reduzir os níveis de glicemia.

De acordo com o Dr. Freddy Eliaschewitz, assessor científico da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a insulina inalável tem um perfil de ação único e muito mais rápido do que a insulina administrada de forma subcutânea. “Mesmo a mais rápida das insulinas começará a agir, até ser absorvida pela pele, dentro de meia hora ou quarenta minutos, e seu efeito terá duração de 4 ou 5 horas. A insulina inalável é absorvida rapidamente pela corrente sanguínea e começa a agir em 10 minutos, com pico de ação em 15 minutos, e um efeito que dura de 2 a 3 horas”, comenta.

Contraindicações: pacientes com problemas pulmonares, pacientes com asma, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e fibrose pulmonar, além de fumantes, não podem utilizar a insulina. De acordo com Eliaschewitz, a absorção pelo pulmão nesses pacientes pode não ser a adequada e a utilização da insulina pode deflagrar crises de asma. O uso também não é recomendado a menores de 18 anos, já que o produto não foi estudado em pacientes desta faixa etária.

A aprovação do medicamento no país foi realizada em junho pela Anvisa e as informações de comercialização são aguardadas.

Fonte: diabetes.org.br


Descontinuação definitiva de Harmonet®


O grupo Wyeth/Pfizer informa, por meio de comunicado disponibilizado em seu site, que em 28 de novembro de 2019 protocolou junto à Anvisa a descontinuação definitiva de Harmonet® (gestodeno, etinilestradiol).

A empresa tomou esta decisão levando em consideração a existência de outras opções terapêuticas disponíveis no mercado. Pacientes em uso do medicamento são orientados a procurar seu médico para avaliação da conduta a ser seguida.

Fonte: pfizer.com.br


Cebola e alho reduzem risco de câncer de mama em 67%


Gauri Desai, liderando um grupo de pesquisadores das universidades de Buffalo (EUA) e de Porto Rico, documentaram o efeito da cebola e do alho estudando o sofrito, um refogado com origem na culinária mediterrânea e que é mania nacional em Porto Rico.

O sofrito é uma espécie de molho feito com cebola e tomate, fritos em azeite e aromatizado com alho e outras ervas aromáticas.

As mulheres que comiam sofrito mais de uma vez por dia e que, além disso, ingeriam cebola e alho em outros pratos, apresentaram um risco de câncer de mama reduzido em 67%, conforme atestado em um estudo de base populacional.

"A cebola e o alho são ricos em compostos organossulfários," disse Desai, acrescentando que foi a ingestão total de cebola e alho, e não o sofrito sozinho, que foi associado à redução no risco de câncer de mama.

Em particular, o alho contém compostos como S-alilcisteína, sulfeto de dialil e dissulfeto de dialil, enquanto as cebolas contêm sulfóxidos de alc(en)il cisteína.

"Esses compostos apresentam propriedades anticarcinogênicas em humanos, bem como em estudos experimentais em animais," disse Lina Mu, coordenadora do estudo.

Fonte: diariodasaude.com.br


Pesquisadoras brasileiras criam sorvete que alivia efeitos da quimioterapia


Pesquisadoras da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) criaram um sorvete que alivia sintomas da quimioterapia em pacientes com câncer. Ao mesmo tempo, o sorvete funciona como um complemento alimentar, nutrindo esses pacientes que, muitas vezes, não sentem fome e não conseguem se alimentar devido aos efeitos colaterais do tratamento.

O sorvete que vem nos sabores limão, chocolate e morango, também tem em sua composição, além das frutas, azeite de oliva desodorizado, açúcar orgânico, fibra solúvel e proteína. Todos sem lactose e com baixo teor de gordura.,

O produto é resultado do Trabalho de Conclusão de Residência, da nutricionista Paloma Mannes que é especialista em Saúde com Ênfase em Alta Complexidade, juntamente com seu grupo de pesquisa e com apoio da preceptora e orientadora. A fórmula ideal para o produto demorou cerca de seis meses para ser desenvolvida junto com a Ypy sorvetes.

A Equipe ainda deseja ampliar a distribuição dos sorvetes e ajudar mais pessoas que lutam contra o câncer, além de pacientes idosos ou com problemas buco maxilares.

Fonte: go.hurb.com


Para que serve o aciclovir?


O aciclovir é indicado para o tratamento de herpes labial e herpes genital, ambas infecções de pele causadas por vírus.  O medicamento age contra o vírus Herpes simplex (VHS) e contra o vírus Varicela-Zoster (VVZ), bloqueando os mecanismos de multiplicação viral.

O aciclovir age contra diferentes tipos virais, dentre os quais: - herpes Simplex 1, causador do herpes labial; - vírus Herpes Simplex 2, causador do herpes genital; - vírus Epstein-Barr, causador da mononucleose; - herpesvírus 6 e 7, causadores da roséola (exantema súbito); vírus da Varicela-zoster, causador de catapora (varicela) e herpes zoster; citomegalovírus, causador de citomegalovirose.

Entretanto, na prática, o fármaco é empregado no tratamento da catapora, do herpes zoster e de herpes genital e labial. Nos casos das outras viroses pela família Herpesviridae, não se costuma indicar o uso. Isso ocorre por haver antivirais mais apropriados ao combate das infecções ou pelo fato de o tratamento ser considerado desnecessário após avaliação clínica, devido ao curso limitado e benigno da infecção.

Fonte: guiadafarmacia.com.br


Descontinuação de Zetron® 150 mg


A Libbs diponibiliza comunicado em seu site informando que, no dia 06 de setembro, teve início a descontinuação do medicamento Zetron® 150 mg (cloridrato de bupropiona).

A decisão foi tomada em função do lançamento do Zetron XL® 150 mg e 300 mg, produto cuja substância ativa é a mesma do Zetron®, porém com uma nova tecnologia de revestimento e maior tempo de liberação da bupropiona no organismo.

A empresa orienta os pacientes que utilizam Zetron® 150 mg (cloridrato de bupropiona) a conversarem com um médico de confiança para que seja avaliada a melhor conduta diante da continuidade do tratamento.

Zetron® estará disponível nas drogarias até que os estoques sejam finalizados e, aqueles que têm o produto em mãos, poderão utilizá-lo normalmente, respeitando o prazo de validade.

Fonte: libbs.com.br


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