Aprovado novo tratamento para câncer de pulmão


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anuncia a aprovação de uma nova opção de tratamento para câncer de pulmão de não pequenas células avançado com mutação ALK, que acomete, em sua maioria, mulheres jovens e não fumantes. Trata-se do Alecensa® (alectinibe).

O estudo ALEX, que baseou a aprovação, demonstrou que o uso de alectinibe reduziu em mais da metade, o risco de progressão da doença, em comparação com o tratamento padrão atual, estendendo o tempo médio de vida sem o agravamento do câncer de menos de um ano para mais de dois anos”. Mostrou, ainda, redução de mais de 80% no risco de desenvolvimento de metástase cerebral.

Trata-se de um medicamento oral criado pela Chugai, centro de desenvolvimento do Grupo Roche no Japão, para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) cujos tumores são identificados como positivos para alteração do gene ALK.

Alectinibe está atualmente aprovado nos Estados Unidos, Europa, Kwait, Israel, Hong Kong, Canadá, Coreia do Sul, Suíça, Índia, Austrália, Singapura e Taiwan para o tratamento de CPNPC avançado (metastático) positivo para ALK, cuja doença se agravou após outro tratamento ou para aqueles que não puderam tolerar o tratamento com crizotinibe.

Fonte: roche.com.br


Aspirina Prevent® segue sem previsão de reabastecimento


A Bayer informou, em comunicado do dia 31/01/2019 disponibilizado em seu site, que ainda não é possível determinar uma data precisa para o reabastecimento do medicamento Aspirina Prevent® nas concentrações de 100mg e 300mg no mercado.

A falta temporária do medicamento consiste na modernização da fábrica, uma vez que o impacto das obras reduziu a capacidade de produção de alguns dos produtos.

A empresa disponibiliza o serviço de atendimento ao consumidor para esclarecimento de dúvidas e salienta que informará quando a situação for regularizada.

Fonte: bayer.com.br


Entra em vigor a Lei 13.732/18


Entrou em vigor nesta quinta-feira, dia 7 de fevereiro, a Lei 13.732/18, que torna válidas em todo território nacional as prescrições, independentemente do Estado em que tenham sido emitidas. A Lei altera o artigo 35 da Lei nº 5.991/73, que trata do controle sanitário do comércio de medicamentos, e vale inclusive para medicamentos sujeitos ao controle sanitário especial, nos termos disciplinados em regulamento.

A iniciativa tem o objetivo de beneficiar os pacientes que estão em tratamento e precisam viajar ou se consultar em outro estado.

Segundo ofício circular da Anvisa para as Vigilâncias Sanitárias estaduais, as regras para aceitação de receitas de controle especial e de notificações de receita A emitidas em outros estados permanecem as mesmas, ou seja, o farmacêutico deve apresentá-las à Vigilância Sanitária no prazo de 72 horas para averiguação e visto. Já para os demais receituários controlados, não há essa exigência.

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Fonte: crfsp.org.br


Descontinuação temporária de Antietanol®


Em comunicado do dia 16 de Janeiro de 2019, a Sanofi disponibilizou em seu site a informação referente à descontinuação temporária do medicamento Antietanol® (Dissulfiram). A descontinuação, segundo a empresa, foi protocolada em 07/11/2018 junto à ANVISA.

Não há divulgação do motivo para esta descontinuação, assim como prazo para normalização do abastecimento no mercado. Deste modo, a Sanofi salienta que há alternativas terapêuticas disponíveis, mas recomenda que os pacientes procurem o médico para orientações sobre o tratamento.

Fonte: sanofi.com.br


Medicamento inovador contra obesidade


A Eurofarma firmou acordo com a Eisai, uma das principais companhias farmacêuticas mundiais, para comercializar o Belviq® (cloridrato de lorcaserina), medicamento inovador no combate à obesidade, no Brasil e em outros países da América Latina.

A lorcaserina promove saciedade devido à ativação seletiva nos receptores de serotonina 2C cerebrais, fazendo com que o indivíduo reduza a ingestão de alimento. Um de seus principais benefícios consiste na segurança, pois o fármaco não apresenta atividade estimulante ou narcótica. Além disso, outro diferencial está no fato de o paciente continuar perdendo peso no decorrer da terapia.

O fármaco foi aprovado em 2012 pelo FDA como adjuvante da dieta reduzida em calorias e aumento da atividade física para controle crônico de peso em pacientes adultos com índice de massa corporal correspondente à obesidade ou sobrepeso na presença de comorbidade relacionada (ex: hipertensão, dislipidemia ou diabetes tipo 2). O produto foi lançado nos EUA em 2013 e aprovado em 2016 por México e Brasil. O medicamento passa a ser comercializado no país este ano.

Fonte: eurofarma.com.br


Qual a diferença entre Ansiedade e Síndrome do Pânico?


A ansiedade é um sentimento comum ao ser humano. Desde a infância nos sentimos ansiosos com acontecimentos que estão por vir: uma festa de aniversário muito aguardada, uma prova difícil e até mesmo uma viagem podem causar grande expectativa, um sentimento normal e até necessário para nossa evolução.

O problema é que, em alguns casos, essa ansiedade se torna muito acentuada e causa sintomas físicos desagradáveis como falta de ar, palpitações, enjoos e tonturas. Todos esses sintomas caracterizam uma crise de ansiedade. Ela atrapalha as relações sociais, as atividades profissionais e pode comprometer até mesmo relacionamentos.

Imagine, então, se os sintomas de uma crise de ansiedade forem potencializados. É o que acontece na síndrome do pânico. Uma grande diferença entre ansiedade e síndrome do pânico é que a síndrome do pânico é um tipo de transtorno em que a pessoa sofre com períodos de intensa ansiedade, os chamados ataques de pânico, acompanhados de sintomas como: Perda do foco visual; Dificuldade de respirar; Sensação de irrealidade; Suor frio; Boca seca; Pensamentos catastróficos; Medo da morte iminente.

Fonte: pfizer.com.br


Atroveran Composto® segue sem previsão de volta


Em Março de 2018 noticiamos por aqui a descontinuação temporária do medicamento Atroveran Composto®, utilizado para o alívio de cólicas, devido à interrupção de sua produção, sem que isso significasse a retirada do produto do mercado.

Com o objetivo de manter o leitor informado e cientes que somos do grande número de pessoas que faziam uso deste medicamento, as quais eventualmente podem perguntar aos farmacêuticos e atendentes de farmácias sobre o produto em questão, damos aqui a continuidade ao tema.

Após quase um ano, em novo contato com a Hypera Pharma, o Serviço de Atendimento ao Consumidor informa que a situação do medicamento segue igual, salientando que o produto não foi mesmo descontinuado definitivamente. Assim, o Atroveran Composto® deverá ser encontrado novamente nas drogarias, ainda que (por enquanto) não exista um prazo para a normalização.

Faremos o possível para repassar informações atualizadas, assim que as obtivermos.


PLS 545/2018 - Antimicrobianos sem receita médica


O bispo da igreja Quadrangular Guaracy Silveira (PSL-TO), empossado senador em outubro do ano passado como suplente de Kátia Abreu (PDT-TO), é autor do texto do PLS 545/2018, que está em análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), visando facilitar a compra de antibióticos sem receita médica.

A medida, se aprovada, valerá para pessoas que moram em locais sem serviço regular de saúde pública.

“O que precisamos, claro, é de saúde com acesso gratuito e universal para que todos tenham diagnóstico e prescrição médica. Mas, enquanto esse sonho não se concretiza, precisamos garantir o acesso da população a esses medicamentos em localidades que não possuam atendimento médico e serviço de saúde pública regular”, explicou o senador.

Ainda em suas palavras: “Trago um exemplo para explicar melhor minha indignação: a Amoxicilina, antibiótico muito usado para combater dores simples de garganta, custa R$ 16 nas farmácias de Brasília. Mas a consulta médica para se conseguir a receita custa R$ 200, R$ 300. Isso está certo? Isso é justo com a população mais pobre?” Vamos ver o que acontece.

Fonte: revistaforum.com.br


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