Novo antibiótico em estudo

 
O número de bactérias resistentes aos antibióticos - também conhecidas como superbactérias - não para de crescer.

E esses patógenos mais perigosos compartilham uma característica comum: Uma membrana dupla que é difícil de penetrar. Mesmo quando os antibióticos são capazes de invadir essa casca, a bactéria simplesmente os bombeia para fora novamente.

A boa notícia é que um fármaco recentemente descoberto, chamado darobactina, consegue contornar essas medidas de proteção e matar quase todas as bactérias mais problemáticas.

O curioso é que a molécula da darobactina é grande demais para penetrar nas células bacterianas. E, mesmo assim, ela mata muitos patógenos resistentes a antibióticos.

Pesquisadores agora finalmente conseguiram elucidar o mecanismo de ação que permite que a darobactina drible as defesas das bactérias: Sua forma imita uma estrutura tridimensional especial normalmente encontrada apenas em proteínas produzidas por bactérias justamente para construir sua membrana externa.

A forma dessas proteínas permite que elas se encaixem perfeitamente na membrana externa da bactéria. E a darobactina é uma cópia fiel dessa estrutura, encaixando-se na bactéria como se fosse uma chave em uma fechadura.

No entanto, o fármaco não penetra na bactéria, ele apenas bloqueia o buraco da fechadura pelo lado de fora - como trancar uma porta e quebrar a chave.

Como resultado, a rota de transporte de nutrientes através da casca da bactéria é obstruída e elas morrem, ou seja, a darobactina não atua dentro dos patógenos, mas sim na sua superfície.

Artigo: The antibiotic darobactin mimics a ß-strand to inhibit outer membrane insertase


Clonazepam - o que é, indicações e contraindicações

 
O que é clonazepam?

O clonazepam é um fármaco classificado como benzodiazepínico, possueindo como principais propriedades a inibição leve de funções variadas do sistema nervoso. Deste modo, produz ação anticonvulsivante, sedação, relaxamento muscular e efeito ansiolítico.

Indicações:

Distúrbio Epiléptico: indicado como tratamento de terceira linha isoladamente ou como adjuvante no tratamento das crises epilépticas mioclônicas, acinéticas, ausências típicas (pequeno mal), ausências atípicas (síndrome de Lennox-Gastaut). Em crises epilépticas clônicas (grande mal), parciais simples, parciais complexas e tônico-clônico generalizadas secundárias.

Além disso, também se faz o emprego do fármaco em síndromes psicóticas, tratamento da acatisia, transtornos de ansiedade, como ansiolítico em geral, distúrbio do pânico com ou sem agorafobia, fobia social, tratamento da síndrome das pernas inquietas, transtornos do humor, transtorno afetivo bipolar, mania, depressão maior como coadjuvante de antidepressivos, vertigem e sintomas relacionados à perturbação do equilíbrio.

Contraindicações:

O fármaco não deve ser utilizado em pacientes com história de sensibilidade aos benzodiazepínicos, assim como naqueles com evidência significativa clínica ou bioquímica de doenças hepáticas. Pode ser usado em pacientes com glaucoma de ângulo aberto quando estiverem sob terapia apropriada, porém é contraindicado nos casos em que houver glaucoma agudo de ângulo fechado.


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