Recall de Ranitidina 150mg e 300mg


Como medida preventiva, a Medley, unidade de negócios da Sanofi, iniciou o recolhimento voluntário e preventivo de ranitidina 150mg e 300mg. O recolhimento é realizado devido à possível contaminação com uma impureza de nitrosamina chamada N-nitrosodimetilamina (NDMA). Esta é uma substância classificada como possível causadora de câncer em humanos.

Para tomar conhecimento dos lotes recolhidos, confira tabela e mais informações no link: https://www.sanofi.com.br/pt/quem-somos/imprensa/releases/2020-01-07-ranitidina#







Vacina contra demência funciona em ratos e deve ser testada em humanos até 2022


Testes recentemente realizados em ratos de uma vacina que previne a demência foram bem sucedidos, segundo um estudo publicado no Alzheimer’s Research & Therapy. Os testes clínicos do medicamento, cujo foco é prevenir contra o Alzheimer, devem começar em 2 até anos.

A equipe desenvolvedora da vacina visa criar um tratamento que remova aminoácidos conhecidos como placas beta-amiloides (Aβ) do cérebro, e evite a presença de proteínas chamadas tau hiperfosforilada nos neurônios. Isso porque, segundo os pesquisadores, essas substâncias estão diretamente ligadas ao surgimento de quadros de demência.

Para isso, a vacina foi testada em camundongos com patologias relacionadas à presença da Aβ e da tau. "Em conjunto, essas descobertas justificam o desenvolvimento dessa estratégia de vacinação dupla, que é baseada na tecnologia, para que realizemos os testes finais de [prevenção da] doença de Alzheimer humana", afirmaram os principais autores do estudo, Anahit Ghochikyan e Mathew Blurton-Jones, em comunicado.

"Nossa abordagem visa cobrir todas as bases e superar os obstáculos anteriores na busca de uma terapia para diminuir o acúmulo de moléculas de Aβ/tau e atrasar a progressão do Alzheimer em um número crescente de pessoas em todo o mundo", explicou Nikolai Petrovsky, outro membro do estudo.

De acordo com a equipe, diversos outros medicamentos do tipo já foram desenvolvidos e testados, mas nenhum deles combinava a prevenção do acúmulo de Aβ e da tau em apenas uma vacina. Por isso, os especialistas têm esperanças de que o sucesso nos testes com camundongos seja um bom sinal para as pesquisas em humanos, que devem começar em breve.

Fonte: revistagalileu.globo.com


Mitos e Verdades sobre Diabetes


1- Diabetes tem cura

Mito
Até o momento não existe nenhum tratamento capaz de banir a doença, porém, existem controles que ajudam nos sintomas, e evitam problemas futuros.

2- Pessoas magras também podem ter diabetes

Verdade
O diabetes tipo 2 é mais comum em pacientes que estão acima do peso, porém não é uma regra e existe uma variedade de fatores que podem contribuir com o desenvolvimento da doença: tabagismo, ingestão calórica excessiva, sedentarismo, o próprio envelhecimento, entre outros.

3- Diabetes pode levar pacientes a óbito

Verdade
O diabetes exige acompanhamento médico e um estilo de vida saudável, com dieta e exercícios. O diabetes, em situações mais avançadas, pode levar a complicações mais severas, afetando outros órgãos e levando o paciente a óbito. No entanto, o diabético bem controlado, pode ter um risco muito próximo daquele que não tem a doença.

4- Excesso de doce causa diabetes

Mito
A ingestão de muito doce/açúcar colabora para o ganho de peso, e contribui para induzir ou agravar o diabetes. O ganho de peso também aumenta a chance de desenvolvimento da doença.

5- Diabetes tem sintomas aparentes

Verdade
O paciente com diabetes pode apresentar sintomas como: fome constante/exagerada, sede excessiva, necessidade de urinar muito ou a toda hora, cansaço, fraqueza, alteração na vista, etc. Na maioria dos casos, no entanto, as pessoas não sentem nada, porque esses sintomas costumam aparecer apenas quando a doença está mais avançada.

Diabetes tipo 1 e tipo 2 tem diferença

Verdade
O diabetes tipo 1 (DM1) é classificado como doença autoimune e seu diagnóstico é mais comum durante a infância e adolescência. O DM1 ocorre por uma deficiência do pâncreas, causada pelo próprio corpo, que destrói as células produtoras de insulina, fazendo com que o órgão libere pouca ou nenhuma insulina para o organismo. Já o diabetes de tipo 2 (DM2), que a forma mais comum de diabetes, é responsável por cerca de 95% dos casos em adultos. No DM2, o pâncreas não produz insulina em quantidade suficiente, e as células do corpo são resistentes à ação da insulina.

Fonte: libbs.com.br


Desabastecimento temporário de Neurontin®


O grupo Wyeth/Pfizer disponibiliza comunicado em seu site informando o desabastecimento temporário do medicamento Neurontin® (gabapentina), nas apresentações comprimidos e cápsulas, devido à revisão de processos internos do local de fabricação, sem comprometimento de sua qualidade, segurança e eficácia. A previsão de normalização ainda não foi definida.

Fonte: pfizer.com.br


Governo de SP suspende contrato com EMS para produção de genéricos


Foi suspensa por 90 dias a Parceria Público-Privada (PPP) entre a Fundação Remédio Popular (Furp), que é o laboratório farmacêutico oficial do Governo do Estado de São Paulo, e a Concessionária Paulista de Medicamentos (CPM), controlada pela farmacêutica EMS.

Com previsão para terminar apenas em 2028, o contrato ficará suspenso por três meses, a partir de janeiro de 2020. Firmada desde a gestão anterior, durante o Governo Alckimin (PSDB), a PPP para produção de medicamentos pela fábrica da Furp, sediada em Américo Brasiliense, interior de São Paulo, previa a produção de 96 produtos. No entanto, em dezembro de 2019, 6 anos depois, a fábrica produz apenas 19, e gasta em média R$ 90 milhões por ano. Levantamento mostra que, com o atual contrato, o Estado tem um prejuízo anual de R$ 50 milhões.

Outro ponto levantado é que a EMS teria se comprometido em realizar um investimento de R$ 130 milhões na fábrica para aumentar a capacidade de produção de 1,26 bilhão de comprimidos. No entanto, de acordo com dados apurados, a farmacêutica aplicou R$ 6 milhões na unidade.

Em contrapartida, a EMS disse, por meio de nota à imprensa, que ainda não foi notificada sobre a suspensão efetuada pelo Governo. O laboratório privado ainda garantiu que estão sendo efetuadas todas as determinações do contrato em relação à infraestrutura da fábrica.

Fonte: ictq.com.br


Quais são os documentos necessários para abrir uma drogaria?


Além dos documentos essenciais para abrir qualquer comércio, tais como laudo de inspeção do corpo de bombeiros, alvará de funcionamento da empresa emitido junto à prefeitura, CNPJ e inscrição estadual, farmácias ou drogarias exigem ainda:

- Certificado de Regularidade Tecnica (CRT), emitido pelo Conselho Regional de Farmácia (CRF).
- Autorização de funcionamento de Empresa (AFE), que é emitido pela Anvisa.
- Autorização Especial (AE), somente exigido para farmácias de manipulação.
- Alvará de Saúde ou alvará sanitário, emitido pelas agências de vigilância de saúde municipais ou estaduais.

A renovação destes documentos deve ser anual e eles garantem a qualidade das instalações físicas das farmácias e drogarias, assim como dos produtos ali comercializados e a as condições de higiene e segurança aos clientes.

As autoridades sanitárias exigem que sejam mantidas cópias destes documentos, descrevendo atividades executadas, serviços prestados, responsabilidades, treinamentos e descartes seletivos. Tudo isso será incluído no Manual de Boas Práticas Farmacêuticas, o qual fica guardado no estabelecimento.

Fonte: guiadafarmacia.com.br


Desabastecimento temporário de Zoloft® 100mg


O grupo Wyeth/Pfizer disponibilizou comunicado em seu site informando o desabastecimento temporário do medicamento Zoloft® 100mg (cloridrato de sertralina), devido à revisão de processos internos do local de fabricação. Não há comprometimento de qualidade, segurança e eficácia do produto. A previsão de normalização ainda não foi definida.

A empresa orienta os pacientes a procuarem seu médico, a fim de se verificar a conduta a ser seguida durante o período de indisponibilidade do medicamento.

Fonte: pfizer.com.br


Veneno de aranha contra disfunção erétil


Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveram um medicamento que será usado para reverter a disfunção erétil, também conhecida, popularmente, por impotência sexual. Trata-se de um gel elaborado por meio do veneno da aranha armadeira. Em fase de testes, a patente já foi adquirida por indústria farmacêutica (ainda não divulgada).

A bioquímica e neurocientista, Maria Elena de Lima, do Departamento de Bioquímica e Imunologia do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), conseguiu identificar, em sua pesquisa, de que forma uma toxina presente no veneno do animal, muito comum no Brasil, tem potencial para tratar a disfunção sexual.

Após a identificação da peçonha, a pesquisa foi feita por meio do isolamento da toxina que provocou ereção quando injetada nos ratos. A partir do resultado, começaram os estudos.

Entretanto, havia o medo das contraindicações que a toxina poderia causar, como problemas cardíacos, por exemplo. Por isso, a molécula foi reproduzida em laboratório, e os efeitos indesejados foram reduzidos.

A partir dos testes, a bioquímica explica que o resultado foi uma molécula menor, de custo e efeitos colaterais reduzidos, e que o organismo absorve com mais tranquilidade. “O gel vale tanto para homens com disfunção erétil como para mulheres que não têm prazer sexual. Também teve bons resultados para diabéticos e hipertensos”, ressalta a neurocientista.

Fonte: ictq.com.br


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